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quinta-feira, 28 de maio de 2026

Atividade para aperfeiçoamento da pontuação

1. Reescreva o texto abaixo empregando a pontuação adequada:

Texto para pontuar:
Que dia maravilhoso Hoje acordei   cedo escovei os dentes e preparei um café bem forte   Olhei pela janela e pensei    será que vai chover hoje    Espero que não   pois preciso ir ao mercado comprar pão   leite    ovos e frutas   Minha irmã correu para a sala e gritou   — Nossa  que susto você me deu   Ela achou que eu já tinha saído   Que confusão 

2. A partir do texto, responda: Com qual finalidade se usou
a) a vírgula?

b) o ponto final?

c) o ponto de exclamação?

d) o ponto de interrogação?

3. Reescreva o parágrafo removendo ou empregando a vírgula quando necessário.

"O dono do restaurante, conversou com os clientes na noite de ontem, ele perguntou, se a comida estava boa, todos os funcionários da cozinha, trabalharam muito para preparar, a sobremesa, as bebidas e os pratos principais porque desejavam que tudo saísse bem."

sábado, 2 de abril de 2022

Atividade sobre pontuação a partir de um artigo de opinião da revista "Veja"



Leia este texto de Roberto Pompeu de Toledo:
FONTE: Nelson Provazi

A farsa cruel de um ponto de exclamação

A greve continua! Assim terminava o comunicado expedido na segunda-feira passada pelo comando de greve do Andes - o Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior -, dando conta das últimas notícias do movimento deflagrado já lá iam mais de oitenta dias nas universidades federais. O ponto de exclamação ao fim da frase dizia mais de suas intenções do que as palavras. Caso estivesse escrito "A greve continua", sem ponto de exclamação, se trataria de uma informação, não mais que isso, aos associados.

O ponto de exclamação mudava tudo. Conferia à frase épicos tons de heroísmo, de ardor pela causa, de brado retumbante. Não, a questão não era apenas que a greve continuava. Era que a greve continua!

O ponto de exclamação, até pela forma, representava uma espada desembainhada contra o inimigo. En garde! Era um convite à arremetida contra o tirano, o opressor, o infiel. Ele vai ver só! Quem vai ver? Quando há greve numa fábrica, quem "vai ver só" é o patrão, que sentirá seus efeitos no bolso. Numa greve em universidade, com perdão para repisar no óbvio, são os alunos. É contra eles, ao fim e ao cabo, que se produzem seus resultados.
[...]
[...] "A greve continua!" é irmã gêmea de "A luta continua!". Que por sua vez é prima de "o povo unido jamais será vencido!" e cunhada de "Abaixo a ditadura!". Pertencem todas a uma família de slogans apropriados ao combate contra os regimes castradores de direitos e opressores do povo. Tiveram seu papel durante o regime militar. Na democracia devem ser usados com cuidado. Quando menos, o cuidado de verificar se o direito de um - o de greve, da parte do docente - não fere o do outro - o de ter aulas, da parte do estudante. [...] (Veja, edição 1933) 

# Questões:
1. O texto é parte de um artigo de opinião que tem, como tema, a greve em universidades federais.
a. Qual é a posição do autor a respeito do movimento?

b. Qual é o principal argumento utilizado pelo autor para justificar seu ponto de vista?

2. O autor introduz seu texto de forma curiosa, explorando o sentido do ponto de exclamação empregado na frase "A greve continua!". Segundo ele, "o ponto de exclamação ao fim da frase dizia mais de suas intenções do que as palavras". 
a. Para ele, que conotação tem o ponto de exclamação nessa frase?

b. Na sua opinião, que outros sentidos poderiam ser atribuídos ao ponto de exclamação, na mesma situação descrita pelo autor?

c. Para o autor, se no comunicado estivesse escrito "A greve continua", a frase seria apenas uma informação, não mais do que isso. Você concorda com a opinião do autor? Justifique sua resposta.

d. Que novo sentido o enunciado teria, caso terminasse com reticências?

3. Há, no texto, outras situações em que o ponto de exclamação também foi utilizado. Observe:

- "Ele vai ver só!"
- "o povo unido jamais será vencido!"
- "Abaixo a ditadura!"
- "A luta continua!"

a. Em qual ou quais dessas frases o sentido expresso pelo ponto de exclamação é igual ao daquele empregado na frase "A greve continua!"?

b. Crie duas frases empregando o ponto de exclamação, de modo que ele expresse, respectivamente: alegria, ordem, surpresa.

4. No primeiro e no último parágrafo, o autor fez uso de travessões. Em geral, os travessões são usados para adicionar uma informação complementar, ou para esclarecer, explicar ou ampliar o sentido de uma palavra ou ideia anteriormente expressa. Observe o emprego desse sinal de pontuação e conclua: Com que função eles foram utilizados no texto?

5. As aspas também foram empregadas em algumas situações do texto, como:

- "A greve continua!"
- "A greve continua"
- "vai ver só"

Compare as três situações e conclua: Com que finalidade as aspas foram empregadas?

6. Observe o emprego da vírgula nestes trechos do texto:

- "Conferia à frase épicos tons de heroísmo, de ardor pela causa, de brado retumbante."
- "Era um convite à arremetida contra o tirano, o opressor, o infiel."
- "Caso estivesse escrito 'A greve continua', sem ponto de exclamação, se trataria de uma informação, não mais que isso, aos associados."

a. O que justifica o emprego das vírgulas no primeiro enunciado?

b. E no segundo enunciado?

c. No terceiro enunciado, as expressões sem ponto de exclamação e não mais que isso foram empregadas entre vírgulas. O que justifica o emprego das vírgulas nesses casos?

Fonte: Português: Linguagens, William Cereja et al.

Atividade sobre pontuação a partir de uma matéria da revista "Superinteressante"




1. O texto a seguir foi adaptado. Suprimimos os pontos, as vírgulas e as aspas.
a. Em seu caderno, reescreva o texto, empregando os sinais de pontuação. Não se esqueça de usar a letra maiúscula no início das frases.

Tem vida inteligente aí?

Estamos cada vez mais perto de esbarrar com ETS inteligentes já sabemos até onde procurar um novo estudo aponta que a morada alienígena mais provável são os aglomerados de estelares eles reúnem milhares até milhões de estrelas muito próximas umas das outras os astrônomos acreditavam que a força gravitacional intensa que existe entre elas fosse um empecilho para a vida alienígena no entanto a proximidade pode ser a grande vantagem o trânsito interplanetário fica mais fácil civilizações inteiras poderiam sobreviver por bilhões de anos viajando pelo espaço e escapando de ameaças cósmicas com essas distâncias tão curtas viagens interestelares se tornam uma coisa completamente diferente teoriza Rosanne di Stefano, do Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica responsável pela pesquisa.
(Superinteressante, edição 357.)

b. Compare suas respostas às de seus colegas e observe se há diferenças de pontuação. Verifique se há alterações de sentido, dependendo do sinal de pontuação empregado.

2. Leia o enunciado a seguir.

"Jogador diz que, durante a entrevista, ainda pretende jogar no futebol europeu."

Do modo como está redigido, o enunciado gera ambiguidade.
a. Qual é o termo responsável pela ambiguidade?

b. Discuta com os colegas o sentido da frase e explique por que, do modo como está redigida, ela é absurda.

c. Dê outras duas redações ao enunciado, tornando-o mais preciso, deslocando termos e modificando a pontuação, se necessário.

6. A pontuação do enunciado a seguir apresenta problemas, causando ambiguidade. Leia-o:

"A universidade convocou os estudantes de engenharia que já tinham entrado com o requerimento em maio, para uma conversa com o reitor."

Reescreva o enunciado, tornando-o claro, levando em conta:

a. que todos os alunos de engenharia tinham entrado com o requerimento em maio;

b. que apenas uma parte dos alunos de engenharia tinha entrado com o requerimento em maio.

Fonte: Português: Linguagens, William Cereja et al.

Atividade sobre pontuação a partir de um trecho do romance "Os Maias", de Eça de Queirós



LEGENDA: Os amantes (1875), de Pierre Auguste Renoir.

Leia o parágrafo que segue, extraído do romance "Os Maias", do escritor português Eça de Queirós:

"A carruagem parara no Ramalhete. Ega subiu como costumava, pela escada particular de Carlos. Tudo estava apagado e mudo. Acendeu a sua palmatória; entreabriu o reposteiro dos aposentos de Carlos; deu alguns passos tímidos no tapete, que pareceram já soar tristemente. Um reflexo de espelho alvejou ao fundo, na sombra da alcova. E a luz caiu sobre o leito intato, com a sua longa colcha lisa, entre os cortinados de seda. Então a ideia que Carlos estava àquela hora na Rua de S. Francisco, dormindo com uma mulher que era sua irmã, atravessou-o com uma cruel nitidez, numa imagem material, tão viva e real, que ele viu-os claramente, de braços enlaçados, e em camisa... Toda a beleza de Maria, todo o requinte de Carlos, desapareciam. Ficavam só dois animais, nascidos do mesmo ventre, juntando-se a um canto como cães, sob o impulso bruto do cio!"

1. No início desse parágrafo, há três frases curtas.
a. Que outra redação poderia ter sido dada a essas frases, fazendo uso apenas de sinais de pontuação diferentes?

b. Compare essa outra redação à de Eça de Queirós e levante hipóteses: Que efeito de sentido buscava o narrador ao escolher essa pontuação?

2. Observe agora este trecho do parágrafo:

"Acendeu a sua palmatória; entreabriu o reposteiro dos aposentos de Carlos; deu alguns passos tímidos no tapete, que pareceram já soar tristemente."

Note que, nesse trecho, o ponto e vírgula foi empregado três vezes para dividir as partes da frase.
a. Identifique as partes.

b. Levante hipóteses: O que pode explicar o emprego de ponto e vírgula, em vez de ponto?

c. Também seria possível dividir as três partes desse período com vírgulas, mas o autor preferiu empregar o ponto e vírgula. Levante um argumento que possa explicar essa opção, tendo em vista a clareza e a precisão do texto.

3. Observe o emprego das reticências e do ponto de exclamação neste trecho:

"Então a ideia que Carlos estava àquela hora na Rua de S. Francisco, dormindo com uma mulher que era sua irmã, atravessou-o com uma cruel nitidez, numa imagem material, tão viva e real, que ele viu-os claramente, de braços enlaçados, e em camisa... Toda a beleza de Maria, todo o requinte de Carlos, desapareciam. Ficavam só dois animais, nascidos do mesmo ventre, juntando-se a um canto como cães, sob o impulso bruto do cio!"

Note que, no lugar das reticências, o autor poderia ter empregado o ponto de exclamação, e vice-versa. Levante hipóteses: Qual era o efeito de sentido pretendido pelo autor ao optar por esses sinais de pontuação no lugar em que foram empregados?

Fonte: Português: Linguagens, William Cereja et al.

Atividade sobre pontuação a partir de um anúncio publicitário ("outdoor")



Leia este anúncio publicitário:
FONTE: (Disponível em: http://www.putasacada.com.br/2016/01/. Acesso em: 10/2/2016.) CRÉDITOS: Agência CMC

1. O anúncio faz parte de uma campanha.
a. Qual é a finalidade da campanha?

b. Quem são os responsáveis pelo anúncio?

c. A quem o anúncio pretende atingir?

d. Por que a campanha é feita em época de férias?

2. O anúncio estabelece um jogo entre imagem e texto verbal, explorando a ambiguidade.
a. Qual é o termo que provoca ambiguidade? Explique como se constrói a ambiguidade no enunciado verbal.

b. Explique de que forma a parte visual do anúncio reforça a ambiguidade que ocorre na parte verbal.

3. Observe que o enunciado se inicia com a locução adverbial de tempo "nessas férias".
a. Que efeito de sentido resulta do fato de a locução ser colocada no início da frase?

b. Levante hipóteses: O que justifica o emprego da vírgula depois dessa expressão?

c. Que alteração de sentido ocorreria se o termo "nessas férias" fosse suprimido?

d. E se o termo nessas férias fosse colocado no final da frase?

e. Em que outra posição da frase o termo "nessas férias" poderia ser empregado sem alterar essencialmente o sentido? Como ficaria a pontuação nesse caso?

4. Observe este enunciado:
"Nas férias, abandonou o cão o dono."

Do modo como está redigido, o enunciado pode gerar problemas de compreensão, que podem ser resolvidos apenas com a ajuda de vírgulas. 
a. Empregando vírgulas, redija novamente o enunciado, de tal modo que:
- o dono tenha abandonado o cão;
- o cão tenha abandonado o dono.

b. Sem fazer uso de pontuação, de que outra forma os enunciados poderiam ser escritos, evitando a ambiguidade?

Fonte: Português: Linguagens, William Cereja et al.

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Atividade sobre pontuação - questões de múltipla escolha



Leia atentamente o texto abaixo.

Carmelino tem o hábito de escrever um bilhete para sua família, indicando o presente que quer ganhar de aniversário. Neste ano, em especial, logo de manhã, bem na hora que estava escrevendo o bilhete, ouviu a buzina do ônibus escolar. Na pressa, esqueceu a pontuação. Seu bilhete ficou assim:

“O que eu quero é uma bicicleta não um videogame de jeito nenhum gostaria de uma bola oficial”.

O pai de Carmelino foi o primeiro a ler o bilhete e disse para a mãe: “Eu não disse? De fato, ele quer uma bicicleta”.

A mãe, como tinha pensado em outro tipo de presente, ficou intrigada. Resolveu dar também uma olhada no bilhete e concluiu feliz: "Você não entendeu, está claro que ele quer um videogame”.

Toda essa confusão aconteceu porque o texto estava sem sinais de pontuação. Cada pessoa que leu o bilhete colocou uma pontuação diferente. Afinal, qual era o brinquedo escolhido por Carmelino? Vamos pontuar corretamente a frase, de acordo com o que ele imaginou: “O que eu quero é uma bicicleta? Não. Um videogame? De jeito nenhum. Gostaria de uma bola oficial”.

1. Como o pai interpretou o bilhete do filho?
a) "O que eu quero é uma bicicleta? Não. Um videogame. De jeito nenhum gostaria de uma bola oficial."
b) "O que eu quero é uma bicicleta? Não. Um videogame? De jeito nenhum. Gostaria de uma bola oficial."
c) "O que eu quero é uma bicicleta. Não um videogame. De jeito nenhum gostaria de uma bola oficial."
d) "O que eu quero é uma bicicleta? Não. Um videogame de jeito nenhum e nem gostaria de uma bola oficial."

2. Como deveria ser a pontuação de Carmelino para que a mãe tivesse razão?
a) "O que eu quero é uma bicicleta? Não. Um videogame. De jeito nenhum gostaria de uma bola oficial."
b) "O que eu quero é uma bicicleta? Não. Um videogame? De jeito nenhum. Gostaria de uma bola oficial."
c) "O que eu quero é uma bicicleta. Não um videogame. De jeito nenhum gostaria de uma bola oficial."
d) "O que eu quero é uma bicicleta? Não. Um videogame de jeito nenhum e nem gostaria de uma bola oficial."

3. O vocativo é um nome usado quando se quer atrair a atenção da pessoa com quem se fala. Como ficaria o bilhete de Carmelino acrescentando um vocativo referente aos emissores do seu texto - os pais dele.
a) "Paizinhos queridos, o que eu gostaria de ganhar é uma bola oficial”.
b) "Paizinhos queridos o que eu gostaria de ganhar é uma bola oficial”.
c) "O que eu gostaria de ganhar paizinhos queridos, é uma bola oficial”.
d) "O que eu gostaria de ganhar é uma bola oficial paizinhos queridos”.

4. Na frase "Eu quero uma bicicleta __", qual pontuação estaria adequada caso o Carmelino estivesse gritando para seus pais a fim de expressar muita vontade de ganhar a bicicleta?
a) "Eu quero uma bicicleta?"
b) "Eu quero uma bicicleta!"
c) "Eu quero uma bicicleta..."
d) "Eu quero uma bicicleta."

5. Na frase "Eu quero uma bicicleta __", qual pontuação estaria adequada caso o Carmelino estivesse expressando hesitação e interrupção de pensamento?
a) "Eu quero uma bicicleta?"
b) "Eu quero uma bicicleta!"
c) "Eu quero uma bicicleta..."
d) "Eu quero uma bicicleta."

sábado, 2 de janeiro de 2021

Atividade sobre pontuação a partir de "charadas"


1. Um poeta, muito astuto, fez em versos uma declaração de amor para três garotas que estavam apaixonadas por ele - Soledade, Lia e Iria -, de um modo que contentava todas elas. Conforme a pontuação que cada uma empregasse na leitura, o poeta afirmava que amava ou Soledade, ou Lia, ou Iria. Eis o poema:

Três belas que belas são 
Querem por minha fé 
Eu diga qual delas é 
Que adora meu coração 

Se consultar a razão,
Digo que amo Soledade 
Não Lia, cuja bondade 
Ser humano não teria
Não aspiro à mão de Iria
Que não tem pouca beldade. 
(Adaptado por Amaro Ventura e Roberto Augusto Soares Leite)

1. Pontue a 2ª estrofe, empregando apenas "ponto", "ponto de interrogação" e "ponto de exclamação", de modo que o poeta diga que:
a) ama Soledade e não as outras garotas;
b) ama Lia e não as outras;
c) ama Iria e não Soledade e Lia.

2. Um oficial enviou a seus soldados um telegrama ordenando-lhe que fossem à guerra. O telegrama dizia: "Irão voltarão não morrerão". Todos os soldados morreram na guerra e o oficial garante que não mentiu em seu telegrama. Que pontuação da frase pode provar isso?

3. O diretor pegou em flagrante um funcionário pichando o muro da empresa: “Morte ao diretor ele não é um cara legal”. O funcionário, entretanto, afirmou ao diretor que a sua intenção era outra e, recorrendo à pontuação, conseguiu se safar da demissão imediata. Explique a estratégia utilizada pelo funcionário.

4. Nas frases abaixo, a pontuação estabeleceu uma diferença de sentido. Imagine em que situação cada uma das frases poderia ter sido empregada.
Regina não me atendeu. Quando telefonei pela segunda vez, já era tarde.
Regina não me atendeu quando telefonei pela segunda vez. Já era tarde.


Fonte: Português: Linguagens

Atividade sobre pontuação a partir de uma tirinha do Quino


 1. Leia esta tirinha de "A Família da Mafalda", do cartunista Quino:
a) No 1º quadrinho, por que foi empregado o ponto de interrogação nas duas frases da fala do Minguelito?
b) Por que o termo "Manolito" está isolado por virgula?
c) Que termo do balão do 4º quadrinho exerce essa mesma função?

2. No 2º quadrinho, o que o o ponto de exclamação da fala do Manolito indica?

3. Na fala do Manolito do 4º quadrinho, seria possível empregar a vírgula entre os termos "a gente" e "cresce menos do umbigo para baixo"? Justifique.

4. No trecho "...uma idiotice como essa", o pronome "essa" se refere a o quê? 


Fonte: Português: Linguagens

terça-feira, 8 de maio de 2018

Atividade dinâmica sobre a importância da pontuação



Leia o texto abaixo para analisar a importância da pontuação:

Um homem rico estava muito doente, pediu papel e caneta, e assim escreveu: 
"Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres". 
Morreu antes de fazer a pontuação. Para quem ele deixava a fortuna? 

# Questão:

1. Reescreva a frase do homem rico empregando a pontuação conforme o interesse pessoal e ambicioso dos personagens abaixo:
a) a irmã

b) o sobrinho

c) o alfaiate

d) os pobres

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Atividade sobre pontuação



Leia atentamente o texto abaixo.

Carmelino tem o hábito de escrever um bilhete para sua família, indicando o presente que quer ganhar de aniversário. Neste ano, em especial, logo de manhã, bem na hora que estava escrevendo o bilhete, ouviu a buzina do ônibus escolar. Na pressa, esqueceu a pontuação. Seu bilhete ficou assim:

“O que eu quero é uma bicicleta não um videogame de jeito nenhum gostaria de uma bola oficial”.

O pai de Carmelino foi o primeiro a ler o bilhete e disse para a mãe: “Eu não disse? De fato, ele quer uma bicicleta”.

A mãe, como tinha pensado em outro tipo de presente, ficou intrigada. Resolveu dar também uma olhada no bilhete e concluiu feliz: "Você não entendeu, está claro que ele quer um videogame”.

Toda essa confusão aconteceu porque o texto estava sem sinais de pontuação. Cada pessoa que leu o bilhete colocou uma pontuação diferente. Afinal, qual era o brinquedo escolhido por Carmelino? Vamos pontuar corretamente a frase, de acordo com o que ele imaginou: “O que eu quero é uma bicicleta? Não. Um videogame? De jeito nenhum. Gostaria de uma bola oficial”.

Fonte: http://silvanoportugues.blogspot.com.br/2007/05/surpresas-da-pontuao.htm

Agora, responda às questões a seguir:
1) Como o pai leu o bilhete para achar que Carmelino queria uma bicicleta?

2) Como deveria ser a pontuação de Carmelino para que a mãe tivesse razão?

3) Você sabe o que é um vocativo? O vocativo é um nome usado quando se quer atrair a atenção da pessoa com quem se fala. As cartas, e-mails e bilhetes sempre devem vir com vocativo, que podem variar de acordo com o grau de intimidade entre os interlocutores (os agentes da comunicação, quem fala e quem ouve). São exemplos de vocativos: Caro professor; Querido amigo, Prezado senhor, dentre outros.
Agora, repare que no bilhete do Carmelino não tem um vocativo. Então, reescreva o
bilhete de Carmelino acrescentando um vocativo. Lembre que o bilhete é para seus pais.

4) Abaixo você verá que a mesma frase foi pontuada de maneira diferente. Veja:
a) Você recebeu o bilhete?
b) Você recebeu o bilhete!
c) Você recebeu o bilhete.
d) Você recebeu o bilhete....

Apesar de o conteúdo da frase ser o mesmo, você notou diferença de sentido com a mudança da pontuação? Por quê?

# RESPOSTAS (GABARITO)

terça-feira, 7 de março de 2017

Atividade sobre pontuação (desvios da língua)



Assunto: Pontuação

A pontuação expressa nossas emoções, nossos pensamentos, mostra, muitas vezes,
como é o fluxo do nosso pensamento e como este é organizado na escrita.

Observe a diferença provocada pela presença e pela ausência da pontuação:

I. "Não, vamos à festa".
II. "Não vamos à festa".

# Reflexão:
a) Em qual a presença da vírgula confere um sentido afirmativo à frase?
b) Em qual confere tom negativo à frase?


# Exercícios:
1. Explique a diferença do sentido entre uma frase e a outra com ou sem a presença da vírgula.
a) "Não, espere." / "Não espere."

b) "Vamos perder, nada foi resolvido". / "Vamos perder nada, foi resolvido"

c) "Esse juiz é corrupto." / "Esse, juiz, é corrupto."

2. O problema de pontuação nas frases abaixo causa confusão de sentido. Reescreva-as adequadamente:
a) "Vendo meninas, aceito cartão."

b) "Estou vendendo meu filho não usa mais."

c) "Não vejo a hora de comer Jesus."

d) "Esqueci de dar, boa noite."

e) "Brasil perde o 1º set. Vamos virar meninas."

f) "Proibido bicicletas fumar cães."

g) "Respeite o pedestre não, pare na faixa."

h) "Oi, como você, tá?"

sábado, 3 de agosto de 2013

Atividades sobre pontuação

Leia o texto a seguir, de Moacyr Scliar, atentando para sua pontuação, e depois responda às  questões de 1 a 8.

Ai, gramática, ai, vida.
[...]
INFÂNCIA: A PERMANENTE EXCLAMAÇÃO
     Nasceu! É um menino! Que grande! E como chora! Claro,  quem não chora não mama! Me dá! É meu!
[...]
A PUBERDADE: A TRAVESSIA (OU O TRAVESSÃO)
[...]
     — O que eu acho, Jorge — não sei se tu também achas —  o que eu acho — porque a gente sempre acha muitas coisas —  o que eu acho — não sei — tu és irmão dela — mas o que eu  estive pensando — pode ser bobagem — mas será que não é de  a gente falar — não, de eu falar com a Alice —
     — Alice tu sabes — tu me conheces — a gente se dá — a 
gente conversa — tudo isto Alice — tanto tempo — eu queria 
te dizer Alice — é difícil — a gente — eu não sei falar direito.
JUVENTUDE — A INTERROGAÇÃO
     Mas quem é que eu sou afinal? E o que é que eu quero? E  o que é que vai ser de mim? 
     E Deus, existe? E Deus cuida da gente? E o anjo da guarda, existe? E o diabo? E por que é que a gente se sente tão mal?
[...]
     Mas por que é que tem pobres e ricos? Por que é que uns têm tudo e outros não têm nada? Por que é que uns têm auto e  outros andam a pé? Por que é que uns vão viajar e outros ficam 
trabalhando?
AS PAUSAS RECEOSAS (RECEOSAS, VÍRGULA, CAUTELOSAS) DO JOVEM ADULTO
     Estamos, meus colegas, todos nós, hoje, aqui, nesta festa de  formatura, nesta festa, que, meus colegas, é não só nossa, colegas, mas também, colegas, de nossos pais, de nossos irmãos, de nossas noivas, enfim, de todos quantos,  nas jornadas, penosas embora, mas confiantes sempre, nos acompanharam, estamos, colegas, cônscios  de nosso dever, para com a família, para com a comunidade, para com esta Faculdade, tão jovem, tão  batalhadora, mas ao mesmo tempo tão, colegas, tão. 
O HOMEM MADURO. NO PONTO.
     Uma cambada de ladrões. Têm de matar.
     Matar. Pena de morte.
     O Jorge também. Cunhado também. Tem de matar. Esquadrão da morte. E ponto final. No meu  filho mando eu. E filho meu estuda o que eu quero. Sai com quem eu quero. 
     Lê o que eu quero. Frequenta os clubes que eu mando.
     Tu ouviste bem, Alice. Não quero discutir mais este assunto. E ponto final.
(UM PARÊNTESE)
(Está bem, Luana, eu pago, só não faz escândalo) 
O FINAL... RETICENTE...
     Sim, o tempo passou... E eu estou feliz... Foi uma vida bem vivida, esta... Aprendi tanta  coisa... Mas das coisas que aprendi... A que mais me dá alegria... É que hoje eu sei tudo... Sobre  pontuação...
(Minha mãe não dorme enquanto eu não chegar e outras crônicas. Porto Alegre: L&PM, 1995. p. 88-91.)

1. O narrador-personagem associa as fases da vida a sete sinais de pontuação e, por meio deles,  narra a sua história. Na 1ª parte, a infância é associada ao sinal de exclamação. De quem são as  falas e o que a exclamação expressa:
a) no 1º parágrafo?
b) no 2º parágrafo?

2. Na 2ª parte do texto, o narrador associa a adolescência ao travessão, fazendo um trocadilho entre  travessão e travessia. A que tipo de travessia se refere o narrador?
# PROFESSOR DIOGO:

3. Ainda na 2ª parte do texto, o protagonista conversa com um amigo (Jorge) e sua irmã (Alice).
a) De que assunto ele quer tratar com essas pessoas?
b) O que o emprego constante do travessão sugere quanto ao estado emocional do protagonista?

4. A 3ª parte, a da juventude, é associada ao ponto de interrogação. Qual é a relação entre esse sinal de pontuação e essa fase da vida?

5. Na 4ª parte, o protagonista é um jovem adulto, que está terminando a faculdade. O narrador  associa essa fase à vírgula.
a) Observe o emprego da palavra vírgula no título dessa parte. Indique uma palavra ou expressão que tenha um sentido aproximado da palavra vírgula nesse contexto.
b) Qual a intenção do narrador ao empregar a palavra vírgula nesse contexto?
c) No título, o narrador faz um trocadilho, chamando as vírgulas de “pausas receosas” e depois corrigindo para “pausas cautelosas” do jovem adulto. Levando em conta a fase em que se encontra  esse jovem — de fim dos estudos e de iniciação profissional —, por que considera essa fase  “cautelosa”?

6. Na 5ª parte, a maturidade do protagonista é associada ao ponto final.
a) Explique a ambiguidade, isto é, o duplo sentido da frase “No ponto”, do título dessa  parte.
b) Observe a forma como o protagonista expressa suas opiniões e como se posiciona diante do  que acha certo ou errado. Que relação há entre ele dizer “E ponto final” e seu modo de ser  na maturidade?
c) Os nomes de Alice e Jorge, já mencionados na 2ª parte da vida do protagonista, reaparecem  na 5ª parte. Qual é o provável parentesco existente entre o protagonista e essas outras personagens?

7. Como você sabe, uma das funções dos parênteses é indicar uma espécie de desvio do texto central  ou o acréscimo de uma informação acessória. Na 6ª parte, esse sinal de pontuação é usado em  uma conversa do protagonista com Luana.
a) Levante hipóteses: Que tipo de relação você acha que existe entre eles?
b) O que o emprego dos parênteses sugere?

8. O narrador intitula a última parte de “O final... reticente...”. Como você sabe, as reticências  podem ter diferentes papéis e sentidos. Veja alguns deles:
• indicar que o sentido vai além do que foi expresso;
• indicar suspensão do pensamento, reflexões;
• indicar dúvida, hesitação;
• permitir que o leitor, usando a imaginação, dê continuidade ao texto.
Na sua opinião, qual ou quais dos itens acima traduzem melhor a intenção do narrador ao associar essa fase da vida a esse sinal de pontuação?

# RESPOSTAS (GABARITO)
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terça-feira, 15 de março de 2011

Atividade sobre a importância da pontuação no texto



Leia o texto abaixo para analisar a importância da pontuação:

Um homem rico estava muito doente, pediu papel e caneta, e assim escreveu:
"Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres".
Morreu antes de fazer a pontuação. Para quem ele deixava a fortuna?
Eram quatro concorrentes. O sobrinho fez a seguinte pontuação:
"Deixo meus bens à minha irmã? Não, a meu sobrinho.

Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres"

A irmã chegou em seguida e pontuou assim, o escrito:
"Deixo meus bens à minha irmã, não a meu sobrinho.

Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres."

O alfaiate pediu cópia do original e puxou a brasa pra sardinha dele:

"Deixo meus bens à minha irmã? Não! Ao meu sobrinho jamais! Será paga a conta do alfaiate.
Nada aos pobres."
Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
"Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres."
MORAL DA HISTÓRIA:

Pior de tudo é saber que ainda tem gente que acha que uma vírgula não faz a menor diferença!

Autor: Hélio Consolaro Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...