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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Aula sobre Classificação do Sujeito e do Predicado (atividades)


# Estrutura da frase (Parte II)

# Classificação do sujeito
a) Sujeito simples - tem apenas um núcleo
"O aluno fez o dever"

b) Sujeito composto - há dois ou mais núcleos.
"O aluno e a professora fizeram o dever".

c) Sujeito implícito (oculto) - não está explícito, mas pode ser identificado.
"Fizemos o dever." (Nós)

d) Sujeito indeterminado - existe, mas não se pode determinar.
"Fizeram o dever"

e) Oração sem sujeito - verbos que exprimem fenômeno da natureza / verbos indicando tempo.
"Chove muito" / "Faz tempo que não chove"

# Exercício:
1. Elabore uma frase (para cada classificação do sujeito) sobre o tema "cuidados com a dengue".
a) Simples
b) Composto
c) Implícito
d) Indeterminado
e) Oração sem sujeito

# Classificação do predicado
a) Predicado verbal - Indica ação; tem um verbo como núcleo.
Ex.:  "O aluno fez o dever."

b) Predicado Nominal - Indica estado; possui um nome (substantivo ou adjetivo) como núcleo;
Ex.: "O aluno é estudioso".
   
     # Exercício:
1. Elabore uma frase (para cada classificação do predicado) sobre o tema "sexo seguro".
a) verbal

b) nominal

domingo, 5 de maio de 2013

Atividades sobre Predicado - 7º ano


Leia este poema, de Alcides Buss, observando sua estrutura visual:

Fio de fala
 A faca   corta.
 A faca   fala
 A faca   fala
 no seu   FA…
 A faca   corta
  no seu   CA…
  A faca   fala
 quando   corta.
  A faca   corta
  quando   fala.
— Você   afia
      o fio   da fala?
    Como   a nave
     corta   o ar,
    como   o vento
    corta   a face
       e o   remédio
    corta   a dor
    a fala   também
    corta   caminho
       pro   amor!
(In: Vera Aguiar, coord. Poesia fora da estante. Porto Alegre: Projeto, 1995. p. 34.)

1. Você deve ter notado que todos os versos do poema apresentam um espaço que separa algumas  de suas palavras. Olhe o texto na vertical e leia o 1º verso. O que sugere esse espaço?

2. Na 3º e na 4º estrofes do poema, o autor joga com palavras e com ideias. Levante hipóteses sobre  o que significam as frases:
a) “A faca fala / quando corta.” Resposta pessoal. Sugestão: Cumpre seu papel, que é o de cortar.
b) “A faca corta / quando fala.” Resposta pessoal. Sugestão: O mesmo sentido da frase anterior e, além desse, o de que a faca só sabe se “comunicar” com as  coisas de forma cortante.

3. Nesse poema, o corte espacial resulta num corte também sintático. Identifique um exemplo em  que:
a) o sujeito fica separado de seu predicado; Entre outros, “A faca corta”, “A faca fala”.
b) o verbo fica separado de seu objeto; Entre outros, “corta o ar”, “corta a face”.
c) o adjunto adnominal é separado de seu núcleo. Entre outros, “a nave”, “o vento”.

 4. O poema se chama “Fio de fala”. Esse título faz um jogo sonoro com a expressão fio da faca, isto  é, a parte afiada da lâmina. Contudo, considerando as ideias gerais do poema, há uma grande  diferença de função entre essas duas expressões.
a) O que faz normalmente o fio da faca? Corta.
b) No poema, qual é o papel do fio da fala? Une as pessoas para o amor.

5. Observe todos os verbos presentes no poema.
a) São significativos ou de ligação? Significativos.
b) Qual é o único tipo de predicado existente em todo o texto? Predicado verbal.
c) Conforme vimos:
 • O predicado verbal indica a ação realizada pelo sujeito da oração.
 • O predicado nominal indica qualidade ou estado do sujeito.
 Considerando essas afirmações, conclua: Por que há na construção do poema apenas o tipo  de predicado que você identificou? Porque todo o poema só trata das ações de cortar e falar, praticadas por diferentes sujeitos.

6. Embora o papel do “fio da fala”, no poema, seja unir, e não separar, o corte espacial foi mantido  até o último verso. Agora o poeta é você: invente outro final para o poema, criando um verso que  sugira visualmente a união proporcionada pela fala no amor. Respostas pessoais. Contudo, espera-se que o aluno  rompa o espaço  em branco existente no poema, centralizando o seu verso. Além disso, pode até unir formalmente as palavras (para reforçar a ideia de união). Exemplo: proamor, falamor ou fiodefalamor.

Fonte: CEREJA e MAGALHÃES. Português: Linguagens.

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sábado, 4 de maio de 2013

Aula sobre Predicado II - 7º ano


Leia estes textos para responder às questões de 1 a 4:

TEXTO I
     Ele foi cavando, cavando,  cavando, pois sua profissão —  coveiro — era cavar. Mas, de  repente, na distração do ofí- cio que amava, percebeu que  cavara demais. Tentou sair da  cova e não conseguiu. Levantou  o olhar para cima e viu que,  sozinho, não conseguiria sair.  Gritou. Ninguém atendeu.  Gritou mais forte. Ninguém  veio. Enrouqueceu de gritar,  cansou de esbravejar, desistiu  com a noite. […] Só pouco  depois da meia-noite é que lá  vieram uns passos. Deitado no  fundo da cova o coveiro gritou.  Os passos se aproximaram. Uma  cabeça ébria apareceu lá em cima, perguntou o que havia: “O que é que há?”
     O coveiro então gritou desesperado: “Tire-me daqui, por favor. Estou com um frio terrível!” “Mas, coitado!” — condoeu-se o bêbado. — “Tem toda razão de estar com frio. Alguém tirou  a terra de cima de você, meu pobre mortinho!” E pegando a pá, encheu-a de terra e pôs-se a cobri-lo  cuidadosamente.
(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. 12. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991. p. 12.)

TEXTO II
     Pirapemas, o povoado em que eu nasci, era um dos lugarejos mais pobres e mais humildes do  mundo. Ficava à margem do Itapicuru, no Maranhão, no alto da ribanceira do rio.
     Uma ruazinha apenas, com vinte ou trinta casas, algumas palhoças espalhadas pelos arredores e  nada mais. Nem igreja, nem farmácia, nem vigário. De civilização — a escola apenas. […]
     Vila pacata e simples de gente simples e pacata. […]
     A melhor casa de telha era a da minha família, com muitos quartos e largo avarandado na frente  e atrás. Chamavam-lhe a casa-grande por ser realmente a maior do povoado.
     Para aquela gente paupérrima éramos ricos. […]
     Não havia no lugarejo ninguém mais importante do que meu pai. Era tudo: autoridade policial, juiz, conselheiro e até médico. […]
     Era um homem inculto, mas com uma inteligência tão viva, que se acreditava ter ele cursado escolas. E, ao lado disso, uma alma aberta, franca, jovial e generosa, que fazia amigos ao primeiro contato.
(Viriato Corrêa. Cazuza. 27. ed. São Paulo: Nacional, 1997. p. 16-7.)

1. Em relação ao texto I, indique:
a) as personagens; o coveiro e o bêbado c) o lugar; um cemitério
b) o fato principal; d) o tempo. à tarde e à noite

2. Observe os verbos empregados no texto I.
a) Eles são, na maioria, verbos de ligação ou verbos significativos? São verbos significativos.
b) Classifique os verbos destacados nestes trechos do texto:
 • “Gritou. Ninguém atendeu. Gritou mais forte. Ninguém veio. Enrouqueceu de gritar, cansou de esbravejar, desistiu com a noite.” intransitivos
 • “‘Tem toda razão de estar com frio. Alguém tirou a terra de cima de você, meu pobre mortinho!’ E pegando a pá, encheu-a de terra e pôs-se a cobri-lo cuidadosamente.” transitivos
c) O que eles indicam: ação ou estado? ação

3. Observe os verbos do texto II.
a) Classifique os verbos destacados nestes trechos do texto:
 • “Pirapemas, o povoado em que eu nasci, era um dos lugarejos mais pobres e mais humildes do  mundo.”
 • “A melhor casa de telha era a da minha família”
 • “Para aquela gente paupérrima éramos ricos.”
 • “Era tudo: autoridade policial, juiz, conselheiro e até médico.” verbos de ligação
b) O que eles indicam: ação ou estado? estado

4. O texto I conta uma história, e o texto II conta como são o povoado, seus moradores e o pai do  narrador-personagem.
a) O texto I é narrativo, descritivo, argumentativo, científico ou instrucional? E o texto II?
b) Que tipo de predicado predomina no texto I? E no texto II? No texto I, verbal; no texto II, nominal.

Fonte: CEREJA e MAGALHÃES. Português: Linguagens.

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sábado, 17 de março de 2012

Exercícios sobre Sujeito e Predicado


Leia a tira a seguir e responda às questões 1 e 2.
(Fernando Gonsales. FaSia de í Paulo, ii/7/2005.
# Exercícios:

1) Nestas orações da tira:
"Nosso amor é impossível!”
“Já estou apaixonada por outro”

a) identifique o sujeito e o predicado de cada uma.
b) identifique o verbo de ligação de cada uma.
c) indique a função sintática dos termos impossível e apaixonada.

2) A frase do balão do 1° quadrinho tem duplo sentido.
a) Explique o duplo sentido, considerando apenas esse quadrinho.
b) No 2° quadrinho, por que o motivo dado para a impossibilidade do amor é engraçado?

# RESPOSTAS (GABARITO)

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Atividade de Interpretação do texto "O homem trocado", de L. F. Veríssimo


O homem trocado - Luís Fernando Veríssimo

O homem acorda da anestezia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
- Tudo perfeito - diz a enfermeira, sorrindo.
- Eu estava com medo desta operação...
- Por quê? Não havia risco nenhum.
- Comig o, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...
E conta que os enganos começaram com seu nacimento. Houve uma troca de bebês no berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus verdadeiros pais. Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
- E o meu nome? Outro engano.
- Seu nome não é Lírio?
- Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
- Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
- O senhor não faz chamadas interurbanas?
- Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
- Por quê?
- Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia. Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
- O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendiciti.
- Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
- Apendicite? - perguntou, esitante.
- É. A operação era para tirar o apêndice.
- Não era para trocar de sexo?

OBS: os erros ortográficos presentes no texto, são propositais (ver atividade 2 da Ortografia)

VOCABULÁRIO
1 – Reescreva as frases, substituindo as palavras sublinhadas por sinônimos.
a) “Não havia risco nenhum”.
b) – Apendicite? - perguntou, hesitante.
c) “Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis.”
d) “O senhor está desenganado”.

2 - “E conta que os enganos começaram com o seu nascimento.” O termo sublinhado por ser substituído, sem ter alterações no sentido da frase, pela(s) palavra(s).
( ) problemas ( ) confusões ( ) equívocos ( ) fatos ( ) erros

ORTOGRAFIA
1 – Assinale a(s) alternativa(s) que contém erro na separação silábica.
a) en – fer – me – i – ra e) sou – be – ra i) des – en – ga – na – do
b) a – nes – te – sia f) car – tó – ri – o j) lou – ca
c) nas – ci – men – to g) in – te – rur – ba – nas k) a – le – gria
d) ver – da – dei – ra h) in – crí – ve – is l) ou – vi – ra

2 – No texto, há 4 palavras escritas de modo incorreto. Encontre-as e corrija-as:
a) ______________________________________________________
b) ______________________________________________________
c) ______________________________________________________
d) ______________________________________________________

INTERPRETAÇÃO TEXTUAL1) Por que o narrador afirma que estava com medo da operação? Por que ele diz que “comigo, sempre há risco”.

2) Liste a série de enganos que aconteceram com o homem, na ordem como aparecem no texto.

3) Por que o narrador afirma ter tido “uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer: - O senhor está desenganado”? Por que ele sentiria isso?

4) Por que o título do texto é “O homem trocado”? Explique com elementos do texto.

5) Afinal de contas, a operação foi ou não bem sucedida? Explique:

ATIVIDADES GRAMATICAIS1 – Identifique e classifique o sujeito das orações abaixo:
a) “...diz a enfermeira, sorrindo.”
Sujeito: ___________________________________ Tipo de sujeito: ________________
b) “...os enganos começaram com seu nascimento.”
Sujeito: ___________________________________ Tipo de sujeito: ________________
c) “Descoberto o erro...”
Sujeito: ___________________________________ Tipo de sujeito: ______________
d) “... vivia recebendo castigo...”
Sujeito: ___________________________________ Tipo de sujeito: ________________
e) “...não tenho telefone...”
Sujeito: ___________________________________ Tipo de sujeito: _________________

2 – Retire, do texto, uma oração onde o predicado seja nominal.

3 – O sujeito da oração “Não há risco nenhum...” é:
a) simples b) composto c) indeterminado d) oculto e) oração sem sujeito

4 – O predicado da oração “Fora preso por engano...” é:
a) verbo-nominal b) verbal c) nominal

POSTADO POR FABI BEHLING, In: http://atividadeslinguaportuguesa.blogspot.com.br

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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Atividades (exercícios) - Frase, oração, período, sujeito e predicado





TEXTO 1

HONORIS CAUSA 
Ulisses Tavares
Ah, o amor é uma bobagem 
Escrevi, li, conversei a respeito. 
Mas depois de conhecer você 
Bagunçou tudo no meu peito 
Perguntam se o amor é nada? 
Ora, mais respeito se dê! 
Bolas, isso é pergunta de quem 
Não conhece você! 

1) Identifique no segundo verso quem é o sujeito das formas verbais escrevi, li e conversei e classifique-o:*
2) No poema, há um verbo na 3ª pessoa do plural:*
a) Identifique-o.*
b) O sujeito desse verbo é oculto ou indeterminado? Por quê?*
c) Honoris causa é um título que se dá a alguém que tenha passado num exame ou concurso. Com base nessa informação, justifique o título do poema.*
3) Qual é o sujeito do verbo “é” presente no primeiro e no 5º verso.

TEXTO 2

Pois é 
Ataulfo Alves
Falaram tanto que desta vez 
A morena foi embora. 
Disseram que ela era a maioral 
E eu é que não quis acreditar 
Endeusaram a morena tanto tanto 
Que ela resolveu me abandonar. 
A maldade dessa gente é uma arte 
Tanto fizeram que houve a separação. 
Mulher a gente encontra em toda parte 
Mas não se encontra a mulher 
Que a gente tem no coração. 

1) Como você sabe, a voz que fala nos versos de um poema ou de uma canção é o eu lírico. Nessa canção, o eu lírico se sente vítima do diz-que-diz de alguém.*
a) O que devem ter dito à morena?
b) Levante hipóteses: O que devem ter falado à morena sobre o eu lírico?
c) Que expressão, empregada na 2ª estrofe, revela a opinião do eu lírico de que sua separação foi resultado do mau-caratismo de alguém?

2) Observe os três grupos de formas verbais:*
I – “A morena foi embora”.
“[...] ela resolveu me abandonar.”

II – “E eu [...] não quis acreditar.”

III – “Falaram tanto [...]” “Disseram que [...]”
“Endeusaram a morena tanto tanto”
“Tanto fizeram que [...]

Identifique se houver, o sujeito das formas verbais destacadas:
a) No grupo I:
b) No grupo II:
c) No grupo III:

3) De acordo com a visão do eu lírico, qual é o maior inimigo do amor?*

TEXTO 3
QUIPROQUÓ - Armênio Vieira

Há uma torneira sempre a dar horas 
Há um relógio a pingar no lavabo 
Há um candelabro que morde na isca 

Há um descalabro de peixe no teto 

Há um boticário pronto para a guerra 
Há um soldado vendendo remédios 
Há um veneno (tão mau) que não mata 
Há um antídoto para o suicídio de um pobre 

Senhor, senhor, que digo eu 
Que ando vestido pelo avesso 
E furto chapéu e roubo sapatos 
E sigo descalço e vou descoberto? 

Vocabulário:
a) Descalabro: desorganização, caos, queda, ruína, prejuízo.
b) Quiproquó: erro, equívoco, tomar uma coisa por outra.
c) Boticário: farmacêutico.

1) Nas duas primeiras estrofes do poema, destaca-se o emprego do verbo haver, que introduz cada um dos versos.*
a) Há sujeito nas orações introduzidas por esse verbo?

2) Observe os verbos da 3ª estrofe e indique qual é o sujeito de cada um deles.

3) Na 1ª e na 2ª estrofe, o eu lírico menciona uma série de elementos que estão a sua volta: torneira, relógio, candelabro, etc. observe o vínculo estabelecido entre esses elementos e seus atributos (qualidades, características). Há lógica nesse vínculo? Justifique sua resposta com exemplos do texto.*

4) Observe, agora, a 3ª estrofe e o título do poema.*
a) Como o eu lírico se sente num mundo como esse? Justifique sua resposta com elementos do texto.
b) O título do poema é coerente com o conteúdo. Por quê?

5) O discurso verbal sempre expressa uma visão da realidade.*
a) Como o eu lírico vê o mundo?
b) Ele se sente em condições de mudar a realidade? Por quê?

*FONTE: CEREJA, William Roberto. MAGALHÃES, Thereza Cochar. PORTUGUÊS: LINGUAGENS - 8º ano. 5.ed. reform. - São Paulo: Atual, 2009.

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Aula sobre Oração, Sujeito e Predicado



Veja esta oração:
O rei ama a rainha
A oração é formada por palavras que encerram um sentido completo. Não há oração sem verbo.
Uma ou várias orações formam um período.
Um período pode ser simples ou composto.

Período Simples• O período simples é formado por uma só oração.
Exemplo: o rei casou-se com a rainha.

Período Composto• O período composto é formado por mais de uma oração.
Exemplo: O rei casou-se com a rainha, ama sua filha e vive feliz.
Nesse exemplo, há três verbos e, portanto, três orações.
As orações são formadas por sujeito e predicado.
O rei enfrentou mil perigos.
↓ ↓
Sujeito predicado
Esta frase é uma oração. Portanto, tem sujeito e predicado.

Sujeito
Sujeito é o ser que pratica a ação, é i ser do qual dizemos alguma coisa.
Para acharmos o sujeito de uma oração, geralmente perguntamos ao verbo: quem?
Quem enfrentou mil perigos?
O rei → sujeito.

Núcleo do sujeito
Núcleo do sujeito é o substantivo ou pronome que o forma. Não consideramos os artigos, os adjetivos, etc.
No caso da oração acima, o núcleo do sujeito é “rei” .

Sujeito simplesO sujeito é simples quando possui apenas um núcleo.
Exemplo: O rei enfrentou mil perigos.

núcleo do sujeito

Sujeito simples: o rei
Núcleo do sujeito: rei

Sujeito compostoo sujeito é composto quando possui mais de um núcleo.
Exemplo: O rei e a rainha enfrentaram mil perigos.
↓ ↓
núcleo núcleo

Sujeito composto: o rei e a rainha.
Núcleos do sujeito: rei, rainha.

PredicadoPredicado é tudo aquilo que declaramos sobre o sujeito da oração.
Tirando o sujeito da oração, o que sobre é o predicado.
No predicado, sempre há verbo.
Para acharmos o predicado, geralmente perguntamos ao sujeito: o que?
A resposta é o predicado.
O que fez o rei?
Enfrentou mil perigos → predicado.

Exercitando o que você aprendeu:

1) Sublinhe o sujeito da oração e circule o predicado:
a) O rei derrotou os monstros.
Sujeito: _______________________
Predicado: ______________________________
b) Nós conhecemos histórias antigas.
Sujeito: __________________________
Predicado: ________________________
c) Eles tinham saúde.
Sujeito: __________________
Predicado: ______________________________________
d) Eu e meus colegas aprendemos a lição de hoje.
Sujeito: _________________
Predicado: ______________________________
e) Candinho e Naná não são nada bobos.
Sujeito: ________________
Predicado: ___________________________
f) Nilson Doido é muito bom de violão e outros instrumentos de corda.
Sujeito: _________________
Predicado: ____________________________________________.
g) O Candim, o Naná, o Doreto e a Maria pandá, são apelidos que eu e meus irmãos recebemos.
Sujeito: ______________________________________________.
Predicado: ____________________________________________.

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Aula: introduzindo o assunto Sujeito e Predicado



Os alunos deverão se organizar em círculo. O professor enunciará ordens que deverão ser praticadas pelos alunos indicados. Por exemplo: "Os alunos de tênis branco trocam de lugar." As frases vão sendo escritas no quadro-negro. Sugestões de frase:

Os baixinhos levantam as mãos.
Os gremistas dão um rodopio.
Os colorados batem palmas.
Todas as meninas desfilam na sala.
Os alunos com óculos escrevem seu nome no quadro.
Os meninos de calça preta e as meninas de blusa branca se cumprimentam.
Subam na cadeira aqueles que se consideram magros.

Os alunos devem continuar, criando suas próprias frases, até que todos tenham elaborado uma ou, sendo uma turma grande, até que a atividade se esgote.

A professora apresenta as frases enunciadas por ela no quadro (ou retroprojetor, cartaz, etc.), já deixando com alguma separação entre sujeito e predicado. Deverá então fazer perguntas, direcionando para a conclusão da diferença entre os dois termos. Sugestões de perguntas:

- O que tem em comum esses conjuntos de palavras que aparecem no início das frases que trabalhamos (referindo-se ao sujeito)?
- Elas podem estar indicando quem deveria agir na tarefa?
- E o restante da frase apresenta algo em comum entre elas?
- Elas diziam o que deveríamos fazer, ou seja, era a ação praticada?
- Essa palavra “ação” lembra alguma classe gramatical?
- Em qual parte da frase aparece o verbo?
- Então o verbo faz parte do predicado?
- Então todas as frases apresentadas são, na verdade, uma oração?

A professora, com ajuda dos alunos, deve construir um significado para sujeito e predicado e anotar no quadro negro.

Na sequência, é importante oferecer exercícios de identificação de sujeito e predicado.

Sugestões de exercícios:
- Ligar sujeito ao predicado conforme o sentido das orações;
- Separar sujeito e predicado;
- Completar com um sujeito ou predicado;
- Desembaralhar orações e identificar o que é sujeito e o que é predicado;
- Identificar o verbo nas orações...

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