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domingo, 26 de novembro de 2017

Atividade sobre Resenha Crítica - álbum "Bang" de Anitta


O bons jornais e revistas do país costumam veicular em sua seção cultural textos de avaliação crítica, chamados "resenha crítica" ou simplesmente "crítica". O objetivo desse gênero textual é apresentar aos leitores um conjunto de informações a respeito de um objeto cultural - livro, disco, filme, peça teatral, exposição de arte, show, etc. - e fazer uma avaliação de sua qualidade.
Leia a crítica a seguir, sobre o álbum "Bang", de Anitta:

'Bang' de Anitta tem início poderoso, mas tropeça em clichês
3º álbum abre com faixas explosivas, mas perde fôlego em baladas e R&B. Disco tem dueto picante com Nego do Borel

Quem ouve as duas primeiras faixas do novo CD da Anitta, "Bang", se pre-para e espera uma joia do pop brasileiro.

O estouro é mais fugaz, entretanto. Com início quase perfeito (com a faixa-título e "Deixa ele sofrer"), o terceiro disco da ex-funkeira tem altos e baixos.

São 14 músicas, cinco participações especiais e Umberto e Mãozinha mais uma vez escalados como produtores do disco. Diferentemente dos dois trabalhos anteriores, há músicas beeeem aquém do que se espera de uma cantora pop de primeiro time.

A abominável "Cravo e canela", cantada com Vitin (da banda de reggae Onze:20), parece sobra de Seu Jorge. "Volta amor" é uma "Zen" piorada, feita para ocupar a cota música de luau e de FM de elevador. "Me leva a sério" lembra um pesadelo com discursinho que destoa de outras letras muito mais sagazes.

No geral, "Bang" mira com precisão no pop, embora erre o alvo tantas vezes. Quando acerta, aí é para matar. São os casos das duas primeiras e também de outras como "Pode chegar", com Nego do Borel; e "Gosto assim", com Dubeat.

Fonte: Rodrigo Ortega e Braulio Lorentz, site G1

# Exercícios:
1. O que a resenha crítica lida informa quanto à produção do álbum de Anitta? 

2. Na crítica ao álbum "Bang", de Anitta:
a) O parecer do crítico é positivo ou negativo?
b) Que faixas do álbum parece ter impressionado mais o crítico?
c) O crítico procura identificar eventuais influências sobre o trabalho de Anitta?

3. Observe a linguagem do texto.
a) Em que tempo e modo estão predominantemente os verbos? Justifique sua resposta com exemplos do texto.
b) O que justifica essa escolha de tempo e modo verbal?
c) Que variedade linguística é utilizada: padrão ou não padrão? Justifique.
d) A variedade linguística empregada está adequada ao público alvo? Por quê?

4. A crítica é um gênero da família dos gêneros argumentativos, pois sua finalidade principal, além de informar, é convencer o leitor.
a) Na sua opinião, o autor do texto foi persuasivo? Por quê?
b) Em seu posicionamento crítico, o autor do texto conseguiu se manter impessoal ou deixou transparecer traços do seu gosto pessoal?

5. Observe o título e o subtítulo do texto.
a) Eles se referem a características do álbum enfatizado no texto?
b) Como resultado final, você considera o título e o subtítulo atraentes? Por quê?

domingo, 9 de março de 2014

Atividade sobre o gênero textual “Resenha” (Saerjinho, 2º ano)




Questões do Saerjinho de Língua Portuguesa a partir de uma "resenha"
Leia os textos abaixo.

Duas visões sobre “O Senhor dos Anéis, parte 2”.
Texto 1
Continua sendo a saga de Frodo Bolseiro e seus amigos – Sam, Aragorn, Legolas e Gimli. [...] Estabelece-se no segundo filme, a ligação entre Frodo e o Gollum, que não é outro senão Sméagol, corrompido pela força destrutiva do anel. Gollum/Sméagol é um prodígio de técnica, um ser virtual criado no computador a partir de interpretação de um ator, Andy Serkis. Como no primeiro filme, a técnica é grandiosa, mas não é o que importa. É colocada totalmente a serviço da história. Desde que os hippies começaram a viajar na saga de Frodo, nos anos 1960, muita gente colocou a etiqueta do ‘esoterismo’ na obra de Tolkien. É um movimento reducionista, de quem nunca leu, ou leu só superficialmente, a série de livros. Jackson tomou muita liberdade em relação ao original. O filme é uma experiência e tanto, ética, estética, humanística. Trata de todos os temas: amizade, amor, ambição, honra, dedicação, coragem, vida e morte. Incorpora o próprio elemento narrativo, na medida em que Frodo e Sam, no fim, sonham com suas aventuras imortalizadas na imaginação popular. Até ao afastar-se do Tolkien, Jackson é fiel ao autor. Criou um movimento que justifica sozinho, o cinemão.

Texto 2
O Senhor dos Anéis tem dois tipos de espectadores: os tolkienmaníacos e os outros. Os primeiros, calejados na leitura do universo delirante de J. R. R. Tolkien, chegam preparados para qualquer eventualidade, pois estão familiarizados com o mundo mágico do autor. O filme terá para eles valor ilustrativo. Dos segundos, que não têm intimidade com topônimos e seres como Isengard, ents, hobbits, elfos e orgs, será exigido esforço maior. Peter Jackson [...] realizou com folgas um épico de visual suntuoso. Neste segundo episódio, já fenômeno de bilheteria, a ênfase é nas batalhas. Para quem se impressiona com combates digitais, trata-se de um prato e tanto. Já a narrativa, que afinal tem de evoluir entre uma batalha e outra, parece bem mais modesta. Vista de perto, descobre-se a velha e boa estrutura formal que se convencionou chamar de ‘jornada do herói’, com o protagonista sendo lançado à aventura, hesitando, correndo riscos, encontrando antagonistas e aliados e depois salvando o mundo e a si mesmo. Luta do Bom contra o Mal, à moda do presidente Bush. Ou seja, muito barulho por nada.  
(O Estado de S. Paulo, 27 dez. 2002.)

# Exercícios:
1.  Sobre o filme O Senhor dos Anéis, esses dois textos apresentam opiniões
A) diferentes.
B) emotivas.
C) iguais.
D) imparciais.
E) incoerentes.

2. No Texto 1, o trecho que apresenta um dos argumentos que sustenta a opinião do autor sobre a qualidade do filme O Senhor dos Anéis é:
A) “Estabelece-se no segundo filme, a ligação entre Frodo e o Gollum,...”. (ℓ. 2)
B) “... um ser virtual criado no computador a partir de interpretação de um ator,...”. (ℓ. 4)
C) “Desde que os hippies começaram a viajar na saga de Frodo, nos anos 1960, muita gente colocou a etiqueta do ‘esoterismo’ na obra de Tolkien.”. (ℓ. 6-7)
D) “Jackson tomou muita liberdade em relação ao original.”. (ℓ. 9)
E) “Incorpora o próprio elemento narrativo, na medida em que Frodo e Sam, no fim, sonham com suas aventuras imortalizadas na imaginação...”. (ℓ. 11-12)

3. No Texto 1, o trecho que apresenta um fato sobre o filme O Senhor dos Anéis é:
A) “Continua sendo a saga de Frodo Bolseiro e seus amigos...”. (ℓ. 1)
B) “Como no primeiro filme, a técnica é grandiosa, mas não é o que importa.”. (ℓ. 4-5)
C) “O filme é uma experiência e tanto, ética, estética, humanística.”. (ℓ. 9-10)
D) “Até ao afastar-se do Tolkien, Jackson é fiel ao autor.”. (ℓ. 13)
E) “Criou um movimento que justifica sozinho, o cinemão.”. (ℓ. 13-14)

4. O Texto 2 tem como finalidade
A) contar uma história.
B) dar uma informação.
C) divulgar um filme.
D) fazer uma análise crítica.
E) relatar um acontecimento.

5. Segundo o Texto 2, para os tolkienmaníacos, o filme O Senhor dos Anéis
A) exigirá um esforço maior.
B) será meramente ilustrativo.
C) será uma eventualidade.
D) trará uma leitura delirante.
E) tratará de combates digitais.

6. No Texto 2, no trecho “Para quem se impressiona com combates digitais, trata-se de um prato e tanto.” , a expressão destaca foi usada para
A) apresentar um exagero.
B) destacar uma qualidade.
C) fazer uma comparação.
D) intensificar uma informação.
E) marcar um duplo sentido.

7. No Texto 2, no trecho “... preparados para qualquer eventualidade, pois estão familiarizados com o mundo mágico...” (ℓ. 2-3), a palavra destacada estabelece uma relação de
A) alternância.
B) condição.
C) explicação.
D) finalidade.
E) oposição.

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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Atividades sobre Texto Crítico (1)



Atividade 1
 
Leia a resenha sobre o filme Despertando para a vida. Observe como a descrição do filme é feita pelo crítico. Veja se são abordados os aspectos mais significativos do filme. Em seguida, responda às questões.

A terra dos sonhos

Despertando para a vida, cujo título original é Waking Life, é um filme escrito e dirigido por Richard Linklater. O filme americano, cuja duração é de 96 minutos, foi lançado em 2001 e se sustenta como um dos filmes mais aclamados do ano. O filme mostra um rapaz que vive diversas situações e cuja experiência se divide entre o sonho e o real. No decorrer do filme, percebe-se que o personagem não sabe ao certo se sonha ou se está acordado. O filme tem início com sua chegada a uma cidade. O jovem pega carona com um desconhecido, sem saber qual será o seu caminho final (no decorrer do filme veremos que o destino do rapaz é sonhar). Ao questionar sobre para qual direção ele está sendo conduzido, o motorista desconhecido lhe responde: “viver é como seguir o movimento do rio; a única coisa que temos que fazer é seguir sua direção.” De fato, o filme tende a despertar o público para questões existenciais, para diferentes facetas do existencialismo. O filme é composto por situações nas quais diferentes personagens entretêm o rapaz, envolvendo-o em longas conversas, ou melhor, monólogos. Essa obra de Linklater traz diversos temas como a arte, a filosofia, a ciência, a sociedade e diversos outros temas da sociedade contemporânea. Trata-se de um filme para refletir, para despertar nossa consciência a respeito do sentido da vida. Junto com o rapaz do filme, o estudante que vaga pelas ruas, pelos corredores, vivendo entre o sonho e a realidade, nós seguimos adiante em busca por respostas, embora estas não possam ser respondidas. Trata-se de um filme que põe o telespectador diante do impasse entre o real e o sonho.   

Despertando para a vida é um filme feito em animação. Tal estratégia ressalta ainda mais o mundo onírico do sonho. É como se os personagens estivessem presos num espaço pintado em aquarela, cujas imagens são filmadas sobrepostas. O filme mostra um rapaz que vive preso no mundo dos sonhos. Mas qual é o real afinal? Será que a vida não passa de um sonho, ou será que sonhamos que vivemos quando na verdade somos o personagem de um sonho?

Rosanne B. Araújo

Exercícios:
Com base na sua leitura do texto, responda às questões propostas a seguir:

1. As informações a respeito do filme satisfazem sua curiosidade enquanto leitor?
2. Que gênero de filme é descrito na resenha? Suspense? Romance? Ficção científica? Arte? Drama? Justifique sua resposta.
3. Há informações técnicas a respeito do filme, como ano de lançamento, nome do diretor, personagens, nacionalidade do filme etc.?
4. A resenha crítica motiva você a assistir ao filme? Por quê?
5. O crítico dessa resenha conseguiu atrair a sua atenção enquanto leitor? Por quê?
6. Você se identifica com o enredo do filme?
7. Você acha que o título da resenha foi bem escolhido pelo autor? Caso não, sugira um outro título para o texto.

Fonte: http://www.metropoledigital.ufrn.br/aulas/disciplinas/ce/aula_06.html Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Aula sobre o gênero Resenha (atividades)



Resenhas são textos que geralmente resumem e avaliam o conteúdo de um livro, de um capítulo, de um filme, de uma peça de teatro ou de um espetáculo. Geralmente combinam duas finalidades: informar e persuadir. É um gênero muito comum nos meios impressos de comunicação como jornais e revistas. Trata-se, portanto, de um texto de informação e de opinião que serve como guia para o público: a partir da leitura de resenhas, ele poderá escolher o que gostaria de ver, ouvir ou ler.

Leia o texto abaixo, uma resenha sobre o filme "Marley e Eu":

Resenha do filme: Marley e Eu 

Aparentemente pacato e “normal”, Marley e Eu é um filme surpreendente. Filme este que proporciona uma reflexão sobre a família, a constituição desta, a rotina, os aspectos positivos e negativos, e também, é claro, uma análise sobre a importância dos animais de estimação que, de certa maneira, acabam fazendo parte da vida de seus donos, ou melhor, pais?

O filme tem como atores principais Jennifer Aniston e Owen Wilson, respectivamente, Jenny e John Grogan. Jornalistas e recém casados, estes se mudam para o sul da Flórida a fim de estabelecer a vida a dois. O casal de jornalistas é bastante centrado em seus afazeres diários e aparentemente mantém uma vida saudável, com um relacionamento estável e um entrosamento interessante, mantido do início ao fim do filme.

Porém, John Grogan, sentindo sufocado pelos mimos de Jenny e em dúvida sobre a sua capacidade de ser pai, resolve, com ajuda do amigo e colega de trabalho Sebastian Tunney, comprar um cachorro para preencher o “vazio” que até então existia. Eis que aparece Marley, o cãozinho da liquidação, comprado por U$ 200 dólares como um presente para Jenny, na verdade Marley seria uma ferramenta de treino para o cargo “pais”. E o bacana é que Marley, da raça Labrador, é bastante esperto, dinâmico e carinhoso o que de cara conquista o casal. Porém, a rotina deles estava comprometida, muito comprometida.

A partir de então, momentos bons, ruins e muitas vezes péssimos, do ponto de vista do casal, eram constantes. Aceito como o primeiro filho do casal, Marley pinta o sete, comendo e quebrando tudo o que vê pela frente. O casal até que tenta “discipliná-lo”, porém sem sucesso, nem mesmo a escola de boas maneiras para cães conseguiu esta proeza. Por estas e outras ele recebe o título de “o pior cão do mundo”, e coloca a vida do casal em prova de fogo.

O filme não traz uma ênfase na temporalidade, e as coisas vão acontecendo de forma bastante ligadas e sem a expressão significativa ao tempo, em outras palavras, nada é muito esquemático. O casal, após Marley já estar grande, no auge de seus 45 kg, tenta ter um filho, e a primeira tentativa é sem resultado, mas passando um tempo Jenny consegue engravidar, e o primeiro filho é um menino loirinho, chamado Patrick. Até então tudo corria muito bem, mas gradualmente as coisas começam a mudar e o casal já sentia as novas responsabilidades.

Por descuidos, vem o segundo filho, um mocinho de cabelos castanhos, seu nome, Connor. Devido a tal fato, o casal começa a organizar-se financeiramente, até mudam-se para uma casa mais espaçosa em um bairro mais seguro. John Grogan consegue boas promoções no serviço, graças ao seu bom rendimento como colunista em grande jornal. Comprometido com as artes de Marley, John, aparentemente sem “inspiração” para escrever sobre o que lhe era indicado no Jornal, começa a escrever sobre coisas que lhe acontecia cotidianamente, e também sobre Marley, e o público leitor gosta muito em especial seu chefe.

A esta altura, com dois filhos pequenos, o trabalhoso Marley, o Jornal, e afazeres, Jenny e John se desentendem por stress e sobre carga. Jenny sugere que John se “desfaça” de Marley. Mas com amor e educação, e a tremenda afinidade do casal, isso era solucionado. Sendo assim, o casal entra em um consenso, e resolve não ter mais filhos, e marcado por efeito cinematográfico e em efeito cômico, Jenny engravida de uma menina loirinha, e desta vez o último filho do casal. Agora sim parece que as coisas estavam indo bem. A família estava bastante harmônica e o casal se adaptava aos filhos.

Então John recebe uma proposta de trabalho que tanto esperava só que, em outra cidade. A família então se muda e John já em seu novo serviço demonstrava-se insatisfeito, seu chefe e todo o seu presente ambiente de trabalho lhe parecia tão sério e fechado, muito diferente do seu antigo trabalho na Flórida. Mesmo assim, a vida estava boa, mas não para Marley.

Marley já não era o mesmo. Toda a energia dantes estava aos poucos se perdendo em conseqüência da velhice. A família Grogan já percebera. Marley tem uma complicação no estômago e fica internado. O clima é bastante tenso. Marley não resistiria a uma cirurgia. A família sente a perda, Marley morre tranquilamente na mesa do consultório veterinário. No dia seguinte é levado para casa e enterrado no quintal da grande e linda casa, com uma singela cerimônia da família Grogan. Jenny, entrega a gargantilha que ganhou de presente de John - Marley havia ingerido esta dando o maior trabalho para a sua recuperação - Jenny, proferiu as palavras: “adeus cãozinho da liquidação”.

Ao final, John, caminhando para dentro de sua casa, faz uma breve reflexão sobre tudo o que lhe aconteceu, Marley, seus filhos, sua esposa, sua vida.

Verdadeiramente uma lição de vida, de amor e dedicação, o filme é adaptado a partir do livro autobiográfico de John Grogan. É interessante expressar aqui a pouca evidência que é dada ao cão, pois diferente de outros filmes, o centro das atenções não é Marley, e sim o casal. O casal por sua vez é um modelo de perseverança e amor, pois em todos os momentos, mesmo os piores, eles mantiveram uma sintonia fantástica abrindo mão dos planos.

Há no filme uma riqueza de recursos que contribuiu para a boa qualidade, entre eles, o elenco, o roteiro, qualidade da trilha, entre outros aspectos, mas o mais interessante, a nível acadêmico para mim, é a lição jornalística deixada por John, pois no momento em que não havia inspiração para o trabalho ele escreveu. Escreveu sobre o que sentia, sobre o que lhe ocorria, e o fato é escrever, ser autêntico. Escrever sobre tudo o que tiver ao alcance e fora também, mesmo que não haja inspiração, escreva, registre, tudo é válido.

Questões sobre os textos:

a. Os dois textos tratam da mesmo filme. As críticas são favoráveis ou desfavoráveis ao filme?

b. Os textos descrevem  o filme, expondo (ou informando sobre)  elementos fundamentais para seu reconhecimento? Justifique sua resposta.

c. Em cada uma das resenhas, identifique os trechos que discorrem sobre o enredo do livro.

d. Que fatos do enredo da história são citados nos dois textos?

e. Há nos textos comentários sobre a atuação dos atores, a fotografia, a direção e a trilha sonora? Em caso positivo, localize nos textos os comentários sobre cada um desses aspectos.

f. Observe esse trecho do final do segundo texto: Escrever sobre tudo o que tiver ao alcance e fora também, mesmo que não haja inspiração, escreva, registre, tudo é válido. A quem  é dirigido esse conselho? Justifique sua  resposta.

g. Para persuadir, o crítico escolhe cuidadosamente as palavras que serão usadas. Os vocábulos podem possuir carga positiva  ou negativa, e, ainda, essa carga pode ser intensificada ou não, de acordo com o efeito que se quer produzir.

h. Releia o primeiro parágrafo do texto 2.

Os adjetivos empregados nesse trecho expressam valores positivos ou negativos? Explique.

i.  Uma crítica reflete a opinião pessoal de um jornalista especializado no assunto. Apesar de ponto de vista ser pessoal, esse tipo de texto dificilmente é escrito em primeira pessoa. As resenhas 1 e 2 são escritas em 1ª. e 3ª. pessoa, respectivamente.

Qual é a construção mais eficiente para produzir efeito de “ verdade”?  Por quê?

j. Os dois textos caracterizam-se como resenha descritiva ou resenha crítica? Justifique sua resposta.

Produção de texto
O professor deverá apresentar aos alunos a seguinte proposta de produção de texto:

Imagine que você foi convidado para escrever uma crítica a respeito de um filme que viu. A crítica será publicada em uma seção especializada de jornal de interesse geral.

Antes de começar a escrever, é preciso que você tenha disponíveis os dados básicos do filme em questão: país de origem, duração, direção, intérpretes, gênero. Comente sobre esses aspectos. Não se esqueça de dar uma ideia geral sobre o enredo do filme.  

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