sábado, 28 de agosto de 2010

Gabarito: Exercícios de ortografia (mau/mal, mas/mais, a/há, porques)


# Respostas:
1)
a) Antônio sempre foi um mau elemento.
b) Na luta contra o mal , devemos nos lembrar de nosso Criador.
c) O rapaz sofria de um mal incurável.
d) Dos males de nossa época, o pior é a violência.
e) Os maus costumes causam problemas.
f) Mal soou o alarme, todos correram.
g) Ele é mal criado e mau aluno.

2)
a) Embora fizesse o possível, ficava cada vez mais atrasado.
b) Todos sabiam que as irmãs de Pedro eram más e covardes, mas ninguém fazia comentários.
c) Não diga nem mais uma palavra. Nada pode ser feito agora.
d) O corredor automobilístico esforçou-se ao máximo, mas as condições da pista eram más .
e) Ele reclama sempre, mas acaba fazendo seus deveres de casa.
f) Tudo seria mais fácil se tivesse comparecido à reunião.

3)
a) Estávamos a uma pequena distância da praia. (a – há)
b) O posto de gasolina fica a três quilômetros daqui. (a  há)
c) Vive muitos anos naquela cabana. (a  há)
d) O relatório foi encaminhado  dois dias. (a  há)
e) Sairemos daqui a dez minutos. (a – há)

4)
a) A reforma da casa não foi terminada porque o seu proprietário ficou sem verba.
b) Por que o arquiteto pediu demissão da firma?
c) Os que estudam aquele período histórico jamais compreenderam o porquê de tanta violência.
d) Este supermercado foi fechado. Por quê ?
e) Não se preocupe. Tenho certeza de que a situação por que você está passando é transitória.
f) Retiraram-se da assembleia sem dizer por quê .
g) Você é contra a liberdade de imprensa? Por quê ?
h) Responda-me por que não podemos sair agora?
i) Porque ela perdeu, fiquei triste.
j) Não sei o porquê disso.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Atividade sobre adjunto adverbial com poema de Mário Quintana (Veranico)



Leia este poema, de Mário Quintana.

Veranico 
Está marcando meio-dia nos olhos dos gatos. 
As sombras esconderam-se debaixo da barriga dos cavalos. 
A cidadezinha modorreia... A tarde 
Avança, lentamente, com o casco coberto de poeira 
Como uma tartaruga... 
O poema empaca. O poeta adormece 
De chatice... 
A vida continua, indiferente. 
(Preparativos de viagem. 4. ed. São Paulo: Globo. 1997. p. 127.)

1. O poema descreve um momento na vida de uma cidade.
a) Qual é esse momento?
b) Por que o poema se intitula "Veranico"?
c) Como você imagina que seja essa cidade? Justifique sua resposta com elementos do texto.

2. De acordo com o poema, "As sombras esconderam-se debaixo da barriga dos cavalos". Explique a relação que existe entre a posição das sombras e o momento retratado.

3. O verbo modorrear empregado no poema não está registrado nos dicionários. O poeta criou essa palavra a partir de modorra, que significa "forte sonolência". Qual é o sentido da expressão "A cidadezinha modorreia", no contexto?

4. No poema foram empregados alguns adjuntos adverbiais.
a) Indique o valor semântico destes adjuntos:
- nos olhos dos gatos 
- debaixo da barriga dos cavalos
- de chatice
- lentamente

b) Considerando-se que o poema se ocupa em descrever a cidade ao meio-dia, por que esses tipos de adjunto são importantes para a construção do texto?

5. Releia o último verso.
a) A que palavra se refere a palavra indiferente?
b) Logo, que função sintática ela desempenha?
c) Que modificação na palavra indiferente a levaria a assumir a função sintática de adjunto adverbial?

Fonte: Cereja e Magalhães; Português: Linguagens

# RESPOSTAS (GABARITO)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Gabarito: Atividade sobre acentuação (revisando o texto)



# Respostas:
Como combater as fake news?

Para as autoridades, identificar e punir os autores de boatos na rede é uma tarefa muito difícil. No caso do Brasil, a legislação que prevê punição para esse tipo de crime não fala sobre internet, cita apenas rádio e televisão.

Alguns sites de fake news usam endereços e layouts parecidos com os de grandes portais de notícias, induzindo o internauta a pensar que são páginas de credibilidade. Por isso, todo cuidado é pouco na internet.

A maneira mais efetiva de diminuir os impactos das fake news é cada cidadão fazer sua parte, compartilhando apenas aquilo que tem certeza de que é verdade. O ideal é duvidar sempre e procurar informações em outros veículos, especialmente nos conhecidos como grande mídia.

No Brasil, existem agências especializadas em checar a veracidade de notícias suspeitas e de boatos, as chamadas fact-checking. Alguns grandes portais de notícias também criaram setores para checagem de informações.

Gabarito: Atividade de interpretação a partir de uma tirinha da Mafalda



# Respostas:

1.
Pessoas que passam as noites dormindo nas ruas, sob marquises, em praças, embaixo de viadutos e pontes são consideradas pessoas em situação de rua.

Os “moradores de rua” são um grupo heterogêneo, isto é, pessoas que vêm de diferentes vivências e que estão nessa situação pelas mais variadas razões.

2.
c) deviam dar

3.
c) “Pra que tudo isso?”.

4.
Fala: “Eu também”. Omissão: “fico com o coração apertado, quando vejo um pobre”.

5 – Em “Era só escondê-los!”, o pronome junto à forma verbal, grifado, substitui, considerando-se o contexto: os pobres.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Gabarito: Atividade de ortografia


# Respostas:

     Os deZ barracos de madeira da comunidade de Mapurilândia vão diminuindo de tamanho lentamente, à medida que as quatro canoas atraveSSam o Paraná do Maiana, um braÇo de 16 quilômetros que liga o Rio Solimões a si mesmo. Levando redes de dormir, malhadeiras (redes de pesca), arpões, farinha, café e lanternas, os quatro pescadores entram no Cano do Jenipapo, o pequeno rio que conduZ ao Valentim, um dos cinco lagos em que a comunidade faZ o maneJo do pirarucu.

     Seguindo a capriCHoSa hidrografia da floresta, o cano faZ uma curva de 30 graus à direita, e revela, depois de meia hora de viaGem, o primeiro obstáculo: dois troncos de mungubeiras atraveSSam o riaCHo. Eles Emergiram, como áreas inteiras de várZea, com a diminuiÇão do nível das águas, no verão amaZônico (junho a outubro). Com maCHados e terÇados (facões), os pescadores “toram” o tronco de baiXo. Depois de 25 minutos de trabalho eXtenuante, abre-se uma fenda sob o tronco de Cima, e os homens paSSam de canoa com as cabeças abaiXadas.

     Mais meia hora de viaGem, e agora é a tapaGem (capim na superfície da água) que Impede a paSSaGem. O mato é cortado a golpes de terÇado e Empurrado com os remos, numa penoSa traveSSia que conSome 17 minutos. Os dois motores rabeta (de 5,5 cavalos) que impulSionam as canoas (uma delas reboca outras duas) são desligados, e os pescadores entram remando em silêncio no maGestoSo Lago Valentim-1. Nele, motores são proibidos, para evitar que os peiXes fuJam para o rio.

     PaSSam-se deZ minutos, e os pescadores perCebem o primeiro pirarucu. O repórter e o fotógrafo do Estado nada vêem. Os ribeirinhos não só vêem, mas ouvem, sentem, medem e peSam. “É um grande”, concluem. As quatro canoas formam um círculo ao seu redor. Os pescadores se equilibram nas proas, Empunhando as hastes de 3 metros dos arpões. O tempo passa.