quinta-feira, 31 de maio de 2001

Gabarito: Atividade sobre Literatura Africana a partir de dois poemas do poeta angolano Viriato da cruz



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Ele manda uma carta, depois um cartão, depois um recado e depois faz um feitiço com uma curandeira.

b. 
Resposta: A carta e o cartão.

c. 
Resposta: O recado é oral, e o feitiço é religioso.

2. 
a. 
Resposta: A primeira estrofe é maior porque ela reproduz todos os elogios que ele fez a ela. Além disso, a carta normalmente é um gênero de tamanho maior do que o cartão.

b. 
Resposta: Não.

3. 
a. 
Resposta: O baile, onde a encontra e dança com ela.

b. 
Resposta: O "argumento" é a proximidade entre eles e sua qualidade de bailarino, pois dança muito bem a rumba.

4. 
Resposta: A musicalidade do texto reforça o seu conteúdo, em que a música também tem um papel de destaque.

5. 
a. 
Resposta: Quer ser um tambor.

b. 
Resposta: Ele não quer ser flor nascida no mato nem rio correndo para o mar nem zagaia nem poesia.

6. 
a.
Resposta: Representa a identidade moçambicana ou a própria colônia, Moçambique.

b. 
Resposta: A expressão do desespero refere-se à situação de opressão política e cultural na qual viviam os moçambicanos.

c. 
Resposta: Uma dimensão coletiva, pois se identifica com toda a colônia, conforme os versos "Só tambor de pele curtida ao sol da minha terra / Só tambor cavado nos troncos duros da minha terra". O tambor e sua música representam a voz do povo moçambicano.

Gabarito: Atividade sobre o gênero textual "Cata de Apresentação" a partir de uma carta da Mafalfa, de Quino



# Respostas:
1.
a. 
Resposta: Mafalda se apresenta ao diretor da revista Siete Dias, conforme indicam o vocativo e a assinatura.

b. 
Resposta: Segundo o texto, Quino, amigo de Mafalda, disse a ela que o diretor da revista Siete Dias gostaria de contratá-la para trabalhar semanalmente na revista. Aparentemente, ele gostaria de conhecê-la melhor antes de assinar o contrato.

c. 
Resposta: Ela é criança, pois usa termos típicos do vocabulário infantil, como amiguinhos, irmãozinho. Essa hipótese é reforçada pela história de como os pais lhe contaram sobre a gravidez da mãe e pelo trecho, no final, "quando eu for grande".

2. 
a. 
Resposta: Mais que "amigo", Quino é o criador e o desenhista de Mafalda.

b.
Resposta: Porque ela se refere à data em que foi criada por Quino, e não ao dia em que ocorreu a primeira publicação de tira de que ela é personagem.

c. 
Resposta: A data da primeira publicação de tira com ela, ou seja, o dia em que a personagem "nasceu" para o público, 22 de setembro de 1964.

d. 
Resposta: Esses dados se referem à experiência profissional. Mafalda menciona que já trabalhou em outros grandes veículos de comunicação e, portanto, estaria qualificada para a atividade.

3. 
a. 
Resposta: Quino.

b. 
Resposta: Aos leitores da revista.

c. 
Resposta: Sim, pois sua principal função era apresentar a personagem Mafalda e as demais personagens da tira que circularia na seção da revista a partir da semana seguinte.

4. 
a. 
Resposta: Não, pois, aparentemente, demonstra despreparo do autor.

b. 
Resposta: Não, pois Mafalda é uma criança, e isso explica o fato de ela desconhecer as regras do mundo corporativo, segundo as quais devem constar no currículo todas as informações profissionais relevantes para o emprego pleiteado.

c. 
Resposta: Os de que ela é uma garota espontânea, sincera, franca, não finge saber o que não sabe para tentar impressionar.

5. 
a.
Resposta: O fato de o irmão ter nascido há pouco tempo e de ela e a família estarem ocupados com ele adianta aos leitores que muitas tiras terão como tema a chegada dessa nova personagem.

b. 
Resposta: Mostra que Mafalda é uma criança esperta, que não se conforma com respostas que não façam sentido para ela.

c. 
Resposta: Ter conhecimento do que a personagem não gosta poderá ajudar os leitores a entender melhor a sátira de algumas tiras.

Gabarito: Atividade sobre "gerundismo" a partir de um anúncio da revista Época Negócios



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: dando, casando-se, sendo, estamos sugerindo

b. 
Resposta: Das três primeiras, o leitor ("você"), e da última, o nós implícito, ou seja, o anunciante, a revista Época Negócios.

5.
a. 
Resposta: Sugerimos o jeito mais difícil.

b. 
Resposta: A versão do anúncio é menos enfática, um jeito mais brando de se dar uma sugestão. Esse uso deixa o anúncio mais coloquial e próximo do leitor.

c. 
Resposta: O jeito mais difícil é "sendo inovador", pois na frase seguinte a expressão "inspiração para inovar" sugere que é essa a sugestão que a revista leva a seus leitores.

6. 
a. 
Resposta: As duas primeiras sugestões - dar um golpe na bolsa e casar por interesse - são feitas apenas para ressaltar a terceira: ser inovador. Na verdade, o enunciador despreza as primeiras sugestões, daí a ironia.

b. 
Resposta: Esse recurso contribui para construir uma imagem de uma revista competente em sua área de atuação, que inspira atitudes louváveis em seus leitores e os leva a fazer história; uma revista séria, mas que também sabe fazer brincadeiras inteligentes.

Gabarito: Atividade sobre "gerundismo" a partir de um cartum de Fernando Gonsales



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: O de que será retratada uma situação que ilustre a rotina da máfia nos dias atuais.

b. 
Resposta: O de que a própria máfia, que o ameaça, contratou uma empresa de telemarketing para fazer o serviço de cobrar a proteção oferecida aos comerciantes e empresários.

2. 
a. 
Resposta: Pelo uso das construções chamadas de gerundismo, com a estrutura ir + estar + gerúndio.

b. 
Resposta: Porque essa fala é considerada típica dos operadores de telemarketing, uma vez que esse tipo de serviço disseminou a construção ir + estar + -ndo, ainda que ela ocorra também em outros contextos.

c. 
Resposta: Não. Incendiar e explodir, nesse contexto, são ações pontuais, pois, ainda que possam durar determinado tempo, são iniciadas momentânea e pontualmente por uma pessoa.

d. 
Resposta: Para tentar elaborar uma fala mais polida, mais gentil, demonstrando cordialidade e falando de forma menos impositiva, já que se trata de um serviço que, em geral, é utilizado para resolver situações delicadas, como cobranças, pedidos de doações ou oferecimento de produtos.

3.
a. 
Resposta: O discurso de ameaça, que pretende amedrontar o interlocutor, e o discurso do telemarketing, que tenta demonstrar gentileza e polidez em relação ao interlocutor. Eles não combinam porque têm intenções divergentes e seguem direções opostas.

b. 
Resposta: O de que se trata de uma ameaça fraca, sem ênfase, cujo autor não está de fato comprometido com a ação. Nesse caso, ela provavelmente não vai se cumprir; portanto, não põe medo nem impõe respeito.

Gabarito: Atividade sobre "Gerúndios" e "gerundismo"



# Respostas:
1. 
a. 
Atenção professor: Espera-se que os alunos digam que não, uma vez que esses usos são corriqueiros em situações de fala cotidiana. Fim da observação.

b. 
Resposta: Sim, pois indicam ações que vão acontecer durante certo período de tempo: almoçar e falar.

c. 
Atenção professor: Espera-se que os alunos percebam que não, uma vez que a reprovação expressa pela personagem da tira indica que gerundismo seria uma construção estranha à língua, inadequada ou errada. Fim da observação.

2. 
a. 
Resposta: Atualmente, no Brasil, as locuções são mais comuns do que as formas do futuro simples.

b. 
Resposta pessoal.

3. 
a. 
Resposta: Nas expressões destacadas no diálogo acima, diferentemente do que ocorre no diálogo da questão 4, os verbos têm sentido não durativo, uma vez que enviar e transferir são ações que, em geral, se iniciam e terminam pontualmente.

b. 
Resposta: É possível considerar que há uma gradação na ênfase e na assertividade de cada uma das ocorrências: enviarei é a mais enfática e assertiva, seguida de vou enviar e, por fim, vou estar enviando, a qual, por sua vez, pode ainda dar o sentido de que a pessoa que a profere ainda vai demorar para de fato enviar.

c. 
Resposta: A professora provavelmente recriminaria a construção vou estar enviando, que, se usada em excesso, pode acarretar discriminação e preconceito, uma vez que o dito gerundismo tem sido repelido socialmente por se tratar de uma construção que normalmente subverte o valor semântico e o emprego padrão de alguns verbos.

Gabarito: Atividade de interpretação de uma história em quadrinhos do Laerte



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Um professor, porque está diante de um painel e tem um bastão, como se estivesse regendo uma classe.

b. 
Resposta: Provavelmente, um ou mais alunos, porque é questionada a fala do professor, que, por sua vez, faz referência a aí no fundo.

2. 
a. 
Resposta: se vai; morreu; foi morto

b.
Resposta: Provavelmente, assassinado, seguindo o ápice da gradação. Além disso, o professor se mostra irritado, como se seu discurso camuflado estivesse sendo desvendado.

3. 
a. 
Resposta: sanguinário; ele aterrorizou

b. 
Resposta: forças da liberdade

c. 
Resposta: Contrário ao "ditador", pois utiliza termos depreciativos para se referir a ele e termos mais favoráveis para falar de quem era contra ele.

4. 
a. 
Resposta: Em razão das contínuas interrupções a sua fala e por estar sendo contrariado.

b. 
Resposta: teoria da conspiração

c. 
Resposta: Porque ele julga que as indagações têm o objetivo de atrapalhar e mudar o foco de sua exposição, pois o obrigam a rever e reelaborar sua fala.

Gabarito: Atividade sobre vozes verbais a partir de duas notas jornalísticas



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Na 1ª.

b. 
Resposta: Na 2ª.

c. 
Resposta: Na 1ª: ladra, a mãe da menina abandonada; na 2ª: a vítima.

2. 
a. 
Resposta: Mulher abandona filha de três anos durante assalto.

b. 
Resposta: O termo mulher é mais genérico e isento de julgamento em relação à pessoa a que se refere, se comparado ao termo ladra.

c. 
Resposta: Nessa reescrita da manchete, a mulher poderia ser também a vítima do assalto.

d. 
Resposta: Entre outras possibilidades: "Mulher abandona filha de 3 anos ao praticar assalto".

3. 
a. 
Resposta: Filha de 3 anos é abandonada por ladra durante assalto

b. 
Resposta: Mulher fica refém em shopping no Tatuapé ou Homem faz mulher refém em shopping no Tatuapé.

c. 
Resposta: O destaque que é dado a um ou outro elemento das manchetes (a ladra, a filha, a mulher ou o homem) varia conforme a construção.

4. 
a. 
Resposta: Não, pois se trata de nomes que têm a mesma forma para se referir a ambos os gêneros.

b. 
Resposta: São todas mulheres, o que se confirma pelo uso da expressão duas das suspeitas na 1ª nota, e pelo fato de vítima retomar mulher, na 2ª.

5. 
a. 
Resposta: Sim, pois o artigo definiria o gênero: "Flagrada [...] com as três comparsas".

b. 
Resposta: "Flagrada [...] com os três comparsas".

c. 
Resposta: Porque a palavra vítima é flexionada no feminino, independentemente da pessoa a quem se refira: "O homem foi uma vítima da situação".

6. 
a. 
Resposta: comparsas

b. 
Resposta: companheiras, parceiras, pares

c. 
Resposta: Ele sempre se faz de vítima.

7. 
a. 
Resposta: A expressão: com uma faca no pescoço. Do jeito como foi escrita, tanto o homem quanto a mulher poderiam estar com a faca no pescoço.

b. 
Resposta: Entre outras possibilidades: "Um homem manteve uma mulher refém colocando uma faca no pescoço dela".

8. 
Resposta: Sim. As estruturas das frases mudam o destaque que se dá a pessoas ou fatos e o uso de determinadas palavras pode direcionar a leitura com o uso de termos mais depreciativos, isentos ou elogiosos. Por exemplo, uso da voz passiva ou da voz ativa, uso de palavras como ladra, mulher, comparsa, vítima.

Gabarito: Atividade sobre literatura contemporânea a partir de dois poemas de Ferreira Gullar



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: A primeira parte vai do primeiro verso até o verso "não há vagas"; a segunda parte vai de "Só cabe no poema" até o fim.

b. 
Resposta: A primeira parte trata do que "não cabe no poema"; a segunda parte, do que "cabe".

2. 
a. 
Resposta: São as coisas simples e concretas da realidade: as necessidades humanas, os trabalhadores.

b. 
Resposta: São as coisas que não existem na vida real ou são distantes da realidade concreta.

c. 
Resposta: A concepção que parte do princípio de que a poesia deve retratar a realidade como ela é e a concepção que procura excluir do poema a realidade concreta, ou o lado feio da realidade.

d.
Resposta: Sim, ele se mostra favorável à poesia que retrata a realidade concreta, pois o poema faz uma espécie de denúncia dessa poesia alienada, distante da realidade, que "não fede nem cheira".

3. 
a. 
Resposta: Ele considera que a linguagem é incapaz de possibilitar uma percepção do objeto tal qual a que temos quando nos relacionamos diretamente com ele. Por exemplo, comer uma fruta é uma experiência que a linguagem não consegue expressar com a mesma completude.

b.
Resposta: O poema tem esse título porque ele é justamente o "não objeto"; é um dizer sobre o objeto, mas nunca o objeto.

c. 
Resposta: Não; ele "tenta no poema / dizer o indizível", subvertendo a linguagem, buscando novas formas de se expressar.

d. 
Resposta: O poeta consegue torná-lo "aparência pura" e iluminá-lo, isto é, por meio do poema faz com que o leitor veja ou apreenda o objeto de forma especial, com outro olhar, com uma percepção diferente.

4. 
a. 
Resposta: Uma voz imprecisa, que ressoa.

b. 
Sugestão de resposta: A voz do poema representa toda a humanidade; ela espelha todas as reflexões e dúvidas do ser humano em relação ao mundo, e não apenas as do eu lírico ou do poeta e, por isso, tem um caráter coletivo, universal.

5. 
a. Que diferença há na abordagem dos dois textos em relação a esse tema?
Resposta: Em "Não há vagas", há destaque para a função social e política da poesia como meio de denúncia e conscientização; em "Não objeto", essa função não é tão destacada nem explicitada e, além disso, de acordo com a concepção expressa nesse poema, a linguagem comum não é capaz de substituir a experiência direta com as coisas.

b. 
Resposta: Em ambos os textos há a ideia de que a poesia pode transformar a visão do ser humano a respeito do mundo: no texto 1, por meio da denúncia e da crítica da realidade; no texto 2, por meio de uma certa "desautomatização" do olhar, possibilitada por um trabalho cuidadoso e particular com a linguagem.

Gabarito: Atividade sobre implícitos a partir de cartazes da Controladoria Geral da União (CGU)



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Porque sugere a reprodução de uma fala de alguém.

b. 
Resposta: Fazem parte do discurso do "jeitinho" brasileiro, de pessoas que sempre querem obter vantagens em situações diversas da vida social.

c. 
Resposta: Elas são utilizadas como argumentos para justificar uma atitude ilícita.

2. 
a. 
Resposta: desculpa

b. 
Resposta: justificativas

c. 
Resposta: pequenas corrupções

3. 
Respostas corretas: II; IV.

4. 
Resposta: A ideia de que sempre haverá uma desculpa que pode ser usada quando se tem intenção de tomar uma atitude ilegal, embora isso não justifique de fato o erro cometido por quem infringe a lei.

Gabarito: Atividade sobre implícitos a partir de um anúncio do fusca da Volkswagen



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Em uma rodovia.

b. 
Resposta: Porque ele está andando em alta velocidade.

2. 
a. 
Resposta: Porque ele está com um motor melhor, mais potente, o que permite atingir velocidades maiores. Antes ele andava na faixa da direita, pois seu motor era antigo e todos os outros carros o ultrapassavam.

b. 
Resposta: A de que, nas rodovias, os carros com velocidade mais baixa devem andar na faixa da direita, a fim de deixar os carros com velocidades mais altas passarem.

c. 
Resposta: Por sugerir no enunciado principal que o fusca permite ao seu dono correr mais nas estradas, o anúncio chama a atenção para a importância de respeitar os limites de velocidade, para não incentivar em seus leitores a prática de uma direção irresponsável e perigosa.

3.
Resposta: Ao utilizar o artigo definido o, o anúncio chama a atenção para o fusca, como se ele fosse o melhor ou o único carro "genuíno" do mercado.

Gabarito: Atividade sobre implícitos a partir de de trechos de redações dissertativas do ENEM



# Respostas:
1.
a. 
Resposta: O trecho III, que faz referência aos "500 haitianos" sem contextualizar a informação, deixando perdido o leitor que não conhece o texto motivador.

b. 
Resposta: O trecho II, que menciona o título do texto e diz que ele faz parte "da prova", explicitando uma informação prejudicial à dissertação.

c.
Resposta: O trecho I, que utiliza as informações do texto motivador ao qual faz referência com naturalidade, no desenvolvimento de sua tese.

Gabarito: Atividade sobre implícitos a parte de anúncios da loja Hurtifruti



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: A rede de supermercados Hortifruti, especializada na comercialização de frutas, legumes e verduras.

b.
Resposta: "É de família".

2. 
a. 
Resposta: Pais e filhos. Os primeiros, pelo bigode e os rolinhos no cabelo, que remetem a pessoas mais velhas, e os filhos, pela mochila nas costas (2º e 3º quadrinhos).

b. 
Resposta: Na primeira, respectivamente: zangado e envergonhado; na segunda, preocupada e aborrecido; na terceira, aflita e solidário.

c. 
Resposta: Na 1ª e na 3ª, as expressões os dentes e tô frita são ambíguas. A primeira se refere tanto ao dente de alho quanto ao suposto dente do filho, e a segunda, tanto a uma maneira de se preparar a batata na cozinha quanto à situação de estar em apuros. Na segunda, o humor é construído pela oposição entre as palavras casaco e casca.

3. 
Resposta: O de que os pais têm uma função de regular o comportamento dos filhos, cobrando deles as ações que julgam serem as mais adequadas.

4. 
a.
Resposta: Pais e mães preocupados com a boa alimentação da família.

b. 
Resposta: A imagem de que a rede de supermercados anunciante sabe bem o que é a família e como são as relações familiares, passando a ideia de que ela faz parte do dia a dia das famílias.

Gabarito: Atividade sobre implícitos a partir do cartum "Os Bichos", de Rog Bollen



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: O 1º está ciscando no dente do crocodilo e o 2º está virado para o 3º, que olha para cima com uma expressão preocupada e fala alguma coisa.

b. 
Resposta: Tédio, cansaço, preguiça.

2. 
a. 
Resposta: Entre outras possibilidades, algo como: "Pode vir comer com a gente, não tem nenhum perigo", dita por um dos outros passarinhos.

b. 
Resposta: De que o crocodilo os devore.

c. 
Resposta: Provavelmente ele tem esse olhar porque acabou de se alimentar, está com o estômago cheio e prestes a dormir.

3. 
a. 
Resposta: Um livro de biologia ou uma enciclopédia.

b.
Resposta: Para saber que a relação entre eles é cooperativa, isto é, se o crocodilo não comer o pássaro, nenhum sai prejudicado e ambos se beneficiam.

4. 
Resposta: A de que as relações entre animais irracionais são predeterminadas, não envolvendo negociação ou raciocínio científico que dê base a elas.

b. 
Resposta: Não, pois não compreenderá a qual "livro" o pássaro faz referência, nem entenderá o que os pássaros fazem na boca do crocodilo sem que ele os devore.

Gabarito: Atividade de interpretação de uma história em quadrinhos do Laerte



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Porque faz referência a uma fala de alguém, um discurso de outra pessoa que não o cartunista.

b. 
Resposta: Ao homem de casaco azul.

c. 
Resposta: Porque pode ser utilizada em diversas situações, não apenas na retratada por essa história.

d. 
Resposta: Essa frase cria uma expectativa de que se seguirá uma ideia de senso comum, porque se espera na sequência um dizer preconceituoso, e os pensamentos preconceituosos em geral provêm do senso comum, desprovidos de reflexão.

2. 
a. 
Resposta: Entre outras possibilidades: "Longe de mim ter preconceito, mas não tenho sensibilidade para compreender as diferenças entre as dificuldades enfrentadas pelos homossexuais e pelos heterossexuais na sociedade atual.".

b. 
Resposta: O operador argumentativo mas dá maior ênfase ao que é dito depois dele; assim, o conteúdo da primeira oração, no qual se diz não ter preconceito, é enfraquecido, e a ressalva prevalece, dando a entender que quem fala é, sim, preconceituoso.

3. 
a. 
Resposta: A fala reproduz uma ideia do senso comum.

b. 
Resposta: Indignação, inconformidade.

4. 
a. 
Resposta: Sua fala busca contestar o senso comum, apresentando fatos concretos que levam a repensar as ideias preestabelecidas.

b. 
Resposta: São perguntas que colocam em pauta novos tópicos, a fim de rebater o senso comum e, por trazer esses novos tópicos, é possível considerar que têm relevância informativa.

c. 
Resposta: Estranhamento e reflexão.

5. 
a. 
Resposta: Ele a contesta de forma exaltada.

b. 
Resposta: Tendo em vista que o senso comum é um ponto de vista em geral assumido sem uma fundamentação, suas ideias permanecem sendo reproduzidas, independentemente das reflexões despertadas anteriormente.

Gabarito: Atividade de interpretação a partir de um texto de Millôr Fernandes



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Vaguidão remete à ideia de "imprecisão, incerteza", e específica remete à ideia de "precisa, exata". São palavras que têm sentidos contrários e, colocadas juntas, parecem produzir uma ideia incoerente.

b. 
Resposta: Entre outras possibilidades: imprecisão, obscuridade, inconsistência.

c. 
Resposta: Entre outras possibilidades: afirmação, verdade, certeza, ideia.

2. 
a. 
Resposta: Vaguidão, pois a ideia de imprecisão remete a um contexto no qual não há informações relevantes.

b. 
Resposta: Específica, pois a ideia de especificidade remete a um contexto de aprofundamento, no qual há muitas informações relevantes.

3. 
a. 
Resposta: Não é possível, para o leitor, entender a quais fatos, pessoas e objetos elas se referem ao longo do texto, dada a utilização de termos genéricos e indefinidos, como: isso, qualquer, outras, outro, alguém, coisa, aquele, ele, ela, tudo.

b. 
Resposta: Como elas estão conversando, ao vivo, fazem gestos, apontam, mostram e conhecem o contexto, esses elementos completam os sentidos que não podem ser captados por quem não estava presente na conversa.

c.
Resposta: Em conversas nas quais os interlocutores não viveram juntos as situações a que fazem referência ou, principalmente, em textos escritos, nos quais autor e leitor estão distantes e não têm contato para construir os sentidos simultaneamente à produção.

quarta-feira, 30 de maio de 2001

Gabarito: Atividade de análise de informatividade e de senso comum na redação de um estudante



1.
a. 
Resposta: "A violência [...] está cada vez maior", "não existe mais respeito entre as pessoas", "Existem [...] pessoas que acham que é com violência que se consegue as coisas", "devemos refletir muito antes de tomar qualquer decisão precipitada", "uma decisão precipitada [...] pode ser fatal", "As pessoas acham que a violência só pode ser combatida por outra violência".

b. 
Resposta: Um baixo grau de informatividade, pois é construído com base em ideias de senso comum. Além disso, faz afirmações genéricas ao utilizar termos e expressões imprecisos, tais como "coisas", "não é por esse lado", "isso", "outros meios".

Gabarito: Atividade sobre informatividade e senso comum a partir de textos jornalísticos



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: "segundo previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE)" e "Segundo meteorologistas".

b. 
Resposta: O fato de a estação ser a primavera, cuja característica típica são dias ensolarados.

c. 
Resposta: Não, uma vez que todos os fatos mencionados são óbvios, conhecidos por todos.

2. 
a. 
Resposta: Sim, pois como no verão da Lapônia o sol fica aparente mesmo no período noturno, o fato de ele não se mostrar à noite é curioso.

b. 
Resposta: Do contexto no qual o texto circula, das informações que os interlocutores têm sobre o assunto, do conteúdo veiculado pelo texto.

3. 
a. 
Resposta: Não.

b. 
Resposta: Um anúncio cuja função é divulgar o desempenho bem-sucedido em vendas de um modelo de carro específico.

c.
Resposta: Simular uma página de jornal que divulga apenas fatos óbvios em estrutura de manchetes e notícias para chamar a atenção dos leitores desse jornal.

d. 
Resposta: Enfatizar que o sucesso do carro é tão evidente e esperado quanto as informações óbvias veiculadas no restante da página.

Gabarito: Atividades sobre dissertação a partir de uma redação nota 10 no ENEM 2012



# Respostas:
1. 
a. à introdução;
Resposta: 1º parágrafo; nele o autor introduz a discussão e apresenta seu ponto de vista.

b. ao desenvolvimento;
Resposta: 2º e 3º parágrafos; neles o autor desenvolve argumentos para justificar seu ponto de vista.

c. à conclusão.
Resposta: 4º parágrafo; nele o autor retoma a argumentação e finaliza o texto.

2. 
Resposta: A de que o Brasil tem atraído muitos imigrantes, mas não tem políticas públicas para recebê-los.

3. 
a. 
Resposta: Os argumentos do autor giram em torno da ideia de que auxiliar os imigrantes traria vantagens para o próprio país: no 2º parágrafo, menciona o recolhimento maior de impostos, o que, segundo ele, melhoraria a situação da previdência; no 3º, menciona a regularização dos vistos e o oferecimento de cursos para integrar as pessoas à sociedade, o que minimizaria o problema da falta de mão de obra.

b. 
Resposta: Regularizar a situação dos imigrantes e qualificar sua mão de obra, a fim de que eles possam se inserir no mercado de trabalho e contribuir para o crescimento do país.

4. 
a. 
Resposta: O de que o problema da imigração pode ser revertido em benefícios para o país e o de que a questão merece mais atenção do governo.

b. 
Resposta: A de que todo o mundo está olhando para o Brasil.

c. 
Resposta: As retomadas ajudam a criar uma unidade no texto, pois dão ideia de que os argumentos convergem para um único fim. Essa estratégia, por reforçar tópicos já conhecidos do leitor, contribui para a fluidez da leitura.

5. 
a. 
Resposta: 1º trecho: cursos qualificantes voltados para os mesmos; 2º trecho: atitudes energéticas; 3º trecho: a toa.

b. 
Resposta: Entre outras possibilidades: "poderiam ser oferecidos cursos de português e cursos de qualificação a essas pessoas/ eles"; "é preciso que atitudes mais enérgicas sejam tomadas"; "não deve ser à toa que o Brasil".

6. 
a. 
Resposta: Brasil: nos; no país; à sociedade; mundo: da mídia, de grandes empresas e de outros países; ao redor do globo

b. 
Resposta: o olhar marginalizado e cheio de esperança daqueles que não têm dinheiro, dos famintos e desempregados ao redor do globo.

c. 
Resposta: contudo

d. 
Resposta: e

7. 
a. 
Resposta: Como recurso de persuasão do leitor, pois cria um efeito de objetividade ao veicular argumentos que, por serem baseados em dados e informações, dão a impressão de estarem isentos da subjetividade do autor.

b. 
Resposta: Aos brasileiros e ao Brasil como um todo.

c. 
Resposta: Porque se trata de um nós genérico, que representa uma coletividade e não um grupo pequeno de pessoas, cujos interesses supostamente seriam muito específicos.

Gabarito: Atividade sobre coesão textual a partir de uma tirinha do Hagar



# Respostas:
1. 
a.
Resposta: "contar pra minha esposa que eu não vou estar em casa para comemorar nosso aniversário de casamento"

b. 
Resposta: A expressão "essa missão muito perigosa".

2. 
a. 
Resposta: A de que Hagar dará a seus comandados uma missão especial, com risco de morte e enfrentamento de inimigos perigosos.

b. 
Resposta: A "missão muito perigosa" a que Hagar se refere é dar à esposa um recado que irá desagradá-la. Assim, ele compara a fúria da esposa aos grandes perigos enfrentados pelos guerreiros vikings.

Gabarito: Atividades sobre operadores argumentativos a partir de um anúncio do jornal Gazeta Mercantil



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: O termo você seguido de uma forma verbal no pretérito perfeito.

b. 
Resposta: O fato de a ação de acordar ocorrer depois das ações expressas pelos verbos das três primeiras frases. Ou seja, o esperado é que acordar tivesse sido a primeira ação, e não a última.

2. 
Resposta: Entre outras possibilidades: "Você levantou e sentou para tomar o café da manhã. Em seguida, pegou a Gazeta Mercantil e só então acordou".

3. 
a. 
Resposta: Em geral, a repetição é considerada um problema, ou seja, um procedimento condenado.

b. 
Resposta: Porque a repetição, no contexto, tem um efeito impactante, chamando a atenção para a sequência dos fatos e para a quebra da expectativa.

c. 
Resposta: Em textos cuja estrutura é mais livre, como um anúncio ou um poema, por exemplo, a repetição pode ser um bom recurso para a construção de sentidos, enquanto em textos de estrutura mais rígida, como uma dissertação ou um artigo científico, por exemplo, é melhor que ela seja evitada.

Gabarito: Atividades sobre operadores argumentativos a partir de uma tirinha da Mafalda, de Quino



# Respostas:
1. 
Resposta: A decisão tomada pelo pai da garota de exterminar as formigas das plantas.

2. 
a. 
Resposta: Leva consigo um martelo.

b. 
Resposta: Exterminar as formigas com o martelo.

3.
a.
Resposta: Entre outras possibilidades: "Logo vi que seu pai não podia ser tão bobo como alguém que vai tentar matar formigas com um martelo".

b. 
Resposta: Valor comparativo.

4. 
a. 
Resposta: Desapontamento, decepção.

b.
Resposta: Ele entendeu o termo com o sentido de ênfase; assim, é como se Felipe tivesse dito que o pai da amiga é "um pouco bobo", mas não tanto.

Gabarito: Atividade sobre progressão referencial e operadores argumentativos



# Resposta: 
IV (localiza o texto no tempo, introduz o assunto que será tratado, apresenta uma tese e indica uma proposta de encaminhamento da discussão); I (começa retomando o termo feminismo do parágrafo IV, que aparece no trecho "o feminismo também atua"); III (o termo direitos das mulheres retoma todas as ações listadas no final do parágrafo I); II (retoma a referência temporal e a afirmação sobre machismo e feminismo feitas no começo do texto, reforça o ponto de vista defendido no desenvolvimento e finaliza resumindo suas ideias nos dois últimos períodos).

Gabarito: Atividade de análise linguística: progressão referencial e operadores argumentativos



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Na chamada década perdida / o país / dessas pessoas / ao governo e à sociedade brasileira / à nova realidade / aos estrangeiros / Embora / Esse aspecto / entretanto / Portanto / dessa situação / Ademais / a esse grupo

b.
- "a década de 1980"
Resposta: Na chamada década perdida
- "o Brasil"
Resposta: o país; ao governo e à sociedade brasileira
- "indivíduos de países subdesenvolvidos latino-americanos"
Resposta: dessas pessoas; aos estrangeiros; a esse grupo
- "a chegada ao Brasil de grandes contingentes imigratórios"
Resposta: à nova realidade
- "o país mostra um verdadeiro aquecimento nos setores econômicos, representado, por exemplo, pelo aumento do poder de consumo da classe C"
Resposta: Esse aspecto
- "A vida dos imigrantes no país [...] exibe uma diferente e crítica faceta: a exploração da mão de obra e a miséria"
Resposta: dessa situação

c. 
- adição
Resposta: ademais
- adversidade
Resposta: entretanto
- concessão
Resposta: embora
- conclusão
Resposta: portanto

d. 
Resposta: no entanto

2. 
a. 
Resposta: Entre eles: jornal, revista, blog. Defender o ponto de vista do autor sobre o assunto e expor propostas de minimização do problema levantado.

b. 
Resposta: Cumprir as exigências da prova para obter um resultado satisfatório.

3. 
a. 
Resposta: A de que o crescimento econômico do Brasil tem atraído um grande número de imigrantes, que enfrentam no país uma situação precária.

b. 
Resposta: Referência a datas e locais específicos (década de 1980, século XXI, 2012; países latino-americanos), referência a fatos, como "A ascensão do Brasil ao posto de uma das dez maiores economias do mundo", "a redução do PIB em 2012" e a realidade de exploração e miséria enfrentada pelos imigrantes.

c.
Resposta: A de que a intervenção governamental é necessária, seja para fiscalizar a exploração ilegal da mão de obra dos imigrantes, seja para legalizar a situação dessas pessoas, seja para, por meio de campanhas e propagandas, fomentar o respeito e a assistência a elas.

4. 
a. 
Resposta: principalmente, no primeiro; verdadeiro e por exemplo, no segundo

b. 
Resposta: Apontar e reforçar o ponto de vista do autor do texto, uma vez que tais termos relacionam a outros contextos as orações em que aparecem. Assim, principalmente indica que houve emigração em outros momentos, mas que na década de 1980 foi maior; verdadeiro enfatiza o aquecimento na economia; por exemplo indica que há ainda outros fatos que poderiam ser citados.

Gabarito: Atividade sobre Modernismo a partir de dois sonetos de Vinícius de Morais



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: O soneto.

b. 
Resposta: Antes de tudo, serei atento ao meu amor, e com tal zelo, e sempre, e tanto, que meu pensamento se encante dele, mesmo em face do maior encanto.

c. 
Resposta: A repetição da conjunção reitera e destaca a ênfase dada pelo eu lírico à devoção com que vai cuidar de seu amor pela pessoa amada.

d. 
Resposta: Antítese: riso/pranto, pesar/contentamento; pleonasmo: rir meu riso; metáfora: chama.

2.
a. 
Resposta: Sim, conforme os versos "Que mesmo em face do maior encanto / Dele se encante mais meu pensamento".

b. 
Resposta: Mostra-se fidelidade também vivendo o amor nas mais variadas situações, nos momentos banais da vida, na tristeza e na alegria.

3.
a. 
Resposta: A morte (a sua própria ou da pessoa amada) é a maior preocupação de quem ama.

b. 
Resposta: É o fim da pessoa que ama, pois a pessoa amada já partiu.

4. 
a. 
Resposta: Um paradoxo, pois, se é infinito, supostamente não teria fim, não acabaria nunca.

b.
Resposta: Seu conceito de amor é de que, enquanto durar, o amor deve ser pleno e total, uma espécie de entrega incondicional. Ou seja, ele deve ser infinito do ponto de vista da intensidade, e não da durabilidade.

5. 
a. 
Resposta: Nos dois textos, o amor deve ser constante e uma espécie de entrega. No poema, entretanto, é prevista a possibilidade de o amor ter um fim (motivado pela morte ou não); já na canção, o amor deve durar toda a vida.

b. 
Resposta: Enquanto o soneto apresenta uma linguagem e uma forma poética clássica (emprego do soneto, versos decassílabos, vocabulário selecionado, figuras de linguagem, etc.), a canção apresenta uma letra simples, direta e fluente, com versos livres, vocabulário comum e versos inteiramente repetidos.

c. 
Resposta: Inteiramente compatíveis. O poema supõe um leitor de poesia, isto é, um leitor acostumado com a linguagem poética e seus recursos formais. Já a canção é feita para ser cantada e ouvida; logo, é natural que apresente repetições e uma simplicidade formal maior, pois disso depende a memorização da letra.

Gabarito: Atividade sobre Modernismo a partir de dois poemas de Vinícius de Morais



# Respostas:
1. 
Resposta: A "íntima doçura", isto é, o eu lírico tem com a pátria uma intimidade semelhante à que tem com o próprio filho.

2. 
Resposta: Tem uma visão subjetiva, emocional, carinhosa da pátria. Ao mesmo tempo, ele a vê como um conjunto de contradições, com maravilhas ("fonte de mel, "ilha de ternura") e problemas ("desolação de caminhos").

3. 
a. 
Resposta: "Amada, idolatrada, salve, salve!", "não é florão, nem ostenta / Lábaro não", "mais garrida", "mãe gentil"

b. 
Resposta: O poema nega o discurso oficial. O discurso poético é lírico e emotivo e se refere à pátria de maneira carinhosa, pessoal e íntima ("patriazinha"); não tem a finalidade de idealizá-la nem de tratá-la do ponto de vista militar ("ostenta lábaro"). A pátria é filha, é "ilha de ternura".

4. 
a. 
Resposta: Por analogia a telegrama, o neologismo avigrama (ave + -grama) sugere que a mensagem será enviada por uma ave.

b. 
Resposta: Porque o sabiá é uma ave brasileira. A cotovia e o rouxinol, que são típicas do continente europeu, pegarão a carta e a entregarão ao sabiá, para que ele a leve à pátria.

c. 
Resposta: Com "Canção do exílio", de Gonçalves Dias, cujos versos iniciais são "Minha terra tem palmeiras / Onde canta o sabiá". Logo, além do tema do exílio, é a palavra sabiá que estabelece uma relação intertextual com o poema de Gonçalves Dias.

d. 
Resposta: Não; em "Pátria minha" o poeta assume a voz do eu lírico ao assinar o poema como "Vinicius de Moraes".

5. 
Resposta: De uma separação amorosa, conforme indica o verso "E das bocas unidas fez-se a espuma".

6. 
a. 
Resposta: Antítese.

b. 
Resposta: Opondo dois momentos: o antes e o depois da separação.

c. 
Resposta: A repetição constante da expressão de repente revela a surpresa do eu lírico com a rapidez que envolveu a separação e, ao mesmo tempo, com a fragilidade das relações amorosas.

7. 
a. 

- "De repente do riso fez-se o pranto"
Resposta: De repente o pranto fez-se do riso

- "De repente da calma fez-se o vento"
Resposta: De repente o vento fez-se da calma

- "Que dos olhos desfez a última chama"
Resposta: Que (o qual) desfez a última chama dos olhos

b. 
Resposta: As inversões sintáticas reforçam as oposições que se dão no nível do conteúdo, ou seja, o eu lírico também está vivendo uma vida "invertida", ou seja, que é o contrário do que vivera antes.

8. 
a. 
Resposta: Sentimentos como surpresa ("espanto"), sofrimento ("pranto", "drama"), tristeza ("triste"), solidão ("sozinho").

b.
Resposta: O eu lírico não tem perspectiva definida, sua vida é uma "aventura errante", sem rumo.

9. 
a. 
Resposta: O "Soneto de separação" adota uma forma convencional, o soneto, com versos decassílabos. O poema "Pátria minha" adota forma e versos livres.

b. 
Resposta: O soneto tem uma linguagem mais elevada, com o emprego de termos como bruma e aventura errante, enquanto o poema "Pátria minha" tem uma linguagem mais simples e coloquial, conforme demonstra o emprego de termos como bicho triste, patriazinha.

c. 
Resposta: Permitem concluir que o poeta cultivou tanto forma e versos livres, de acordo com as propostas da geração de 22, quanto forma e versos regulares, de tradição clássica.

Gabarito: Atividade sobre Modernismo a partir de dois poemas de Cecília Meireles



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: É o canto poético, ou seja, a própria poesia.

b. 
Resposta: É o instante que existe, ou seja, é o presente, é a própria vida.

2. 
a. 
Resposta: alegre/triste, gozo/tormento, noites/dias, desmorono/edifico, permaneço/desfaço, fico/passo

b. 
Resposta: Todas se referem ao próprio eu lírico.

c. 
Resposta: Ele se vê como um ser imprevisível, indefinível, contraditório, que não se enquadra em nenhum conceito ou pré-conceito.

d. 
Resposta: A contradição ou imprevisibilidade do eu lírico é a base para a criação literária, ou seja, a poesia precisa de total liberdade para poder nascer.

3. 
a. 
Resposta: O verso "E um dia sei que estarei mudo".

b. 
Resposta: O que é eterno é a poesia, conforme é sugerido no verso "Tem sangue eterno a asa ritmada".

4. 
a. 
Resposta: Estão relacionadas ao ambiente marítimo, como comprovam as palavras e expressões navio, mar, naufragar, molhadas, azul das ondas, areias desertas, água, praia lisa.

b. 
Resposta: Ele põe seu sonho em um navio com o objetivo de afundá-lo para que, assim, ele desapareça. O naufrágio representa a superação dos sonhos frustrados.

c. 
Sugestão de resposta: O eu lírico pôs o navio no mar com as mãos. Ao afundá-lo e destruir seu sonho, é como se tivesse cortado parte de si mesmo.

d. 
Resposta: Sentimentos como pessimismo, desesperança, descrença.

5. 
a. 
Resposta: Os dois poemas apresentam estrofes de quatro versos, sendo que, em "Canção", todos os versos são octossílabos e, em "Motivo", os três primeiros são octossílabos e o último de cada estrofe é dissílabo. As sílabas tônicas dos versos dos dois poemas recaem na 4ª e na 8ª sílabas (nos dissílabos, caem na segunda). Em "Motivo", as rimas são alternadas (ABAB); em "Canção", rimam apenas o 2º e o 4º versos de cada estrofe.

b. 
Resposta: A figura de linguagem é a aliteração, que sugere o som do próprio vento.

c. 
Resposta: A musicalidade, as imagens sugestivas e vagas ("Tem sangue eterno a asa ritmada", "irmão das coisas fugidias"), a reflexão existencial, a atmosfera onírica.

Gabarito: Atividade sobre o gênero textual "carta de reclamação"



# Respostas:
1. 
Resposta: Um problema apresentado por um carro comprado em leilão.

2. 
a. 
Resposta: No segundo parágrafo, de "já adquiri diversos veículos e meus familiares ao longo de 20 anos têm sido também clientes dessa montadora", até "com a Sra. T.)".

b.
Resposta: Todos os nomes mencionados no 2º parágrafo, o nome da concessionária e do consultor do 0800.

c. 
Resposta: "confiando na qualidade dos produtos da Marca F"; "a empresa F está no país há várias décadas, não é uma marca recente como outras que também sofrem por falta de peças."

d. 
Resposta: "fui informado de que o carro estaria sem garantia. Mesmo assim comprei"; "Assumi a responsabilidade de comprar um carro em leilão ciente de que não possui garantia."

e. 
Resposta: "Por minha conta, mandei o veículo comprado no leilão para a revisão dos 10 mil e 15 mil km (antecipadamente para evitar problemas), pagando normal-mente por tais revisões.";

3. 
Resposta: Sim, pois ao utilizar tais estratégias o reclamante ganha credibilidade, pois mostra que é uma pessoa razoável, reconhece o valor do interlocutor e se mostra disposto a resolver o problema da melhor forma possível para ambas as partes.

4. 
a. 
Resposta: O trecho constituído pelos dois últimos parágrafos.

b. 
Resposta: Uso excessivo de pontos de exclamação, perguntas em tom de indignação e inconformidade ("Como?", "Como vou resolver isso?").

c. 
Resposta: Talvez o autor da carta tenha imaginado que sim; mas, geralmente, ocorre o contrário, pois demonstra descontrole emocional e subjetividade, o que leva o texto a perder objetividade e, consequentemente, credibilidade.

5. 
Resposta: Entre elas: que a concessionária resolva o problema do carro, dê outro carro ao reclamante, devolva o dinheiro, pague uma indenização, etc.

Gabarito: Atividade sobre o gênero textual "carta de solicitação"



# Respostas:
1.
a. 
Resposta: A solicitação é dirigida aos Correios; é feita pela Cooperativa Brasileira de Circo.

b. 
Resposta: Trata-se do trecho "Referente ao Edital de Seleção de Patrocínios de projetos culturais", situado antes do vocativo.

c. 
Resposta: A de que, nos editais seguintes, o circo seja incluído entre as opções de projetos culturais.

2. 
Resposta: O fato de os Correios terem lançado um edital de fomento a projetos culturais que não incluía atividades ligadas ao circo.

3. 
a. 
Resposta: Trata-se de um pronome utilizado em situações formais, como demonstração de respeito e/ou subordinação ao interlocutor.

b. 
Resposta: Para se mostrar respeitoso e valorizar o destinatário.

c. 
Resposta: Porque, além de tratar o destinatário de forma respeitosa, demonstra considerar que o edital promovido pelo interlocutor é de grande importância, valorizando, assim, as iniciativas dele.

4.
Resposta: Os de que o circo passa por "um momento profícuo", desenvolve muitas e diversificadas atividades por todo o país e tem reconhecimento internacional.

5. 
a. 
Resposta: Associar sua imagem a projetos culturais, a fim de ter sua marca divulgada positivamente em meios variados, como uma empresa que se preocupa com a cultura brasileira.

b. 
Resposta: Ao mencionar a importância atual do circo em todo o país e até mesmo internacionalmente, o autor mostra indiretamente ao destinatário que apoiar essa área lhe proporcionará uma grande projeção.

6. 
Resposta: Sim, pois valorizam o interlocutor e mostram que ele também tem a ganhar, caso atenda à solicitação.

7. 
Resposta: A reclamação de que o edital excluiu o circo das atividades artísticas elencadas na sua regulamentação.

terça-feira, 29 de maio de 2001

Gabarito: Atividade sobre colocação pronominal a partir de um anúncio da L'Acqua di Fiori



# Respostas:
1.
Resposta: Uma simulação de uma etiqueta de loja e uma sacola cheia, que fazem referência a objetos novos, com etiqueta, que ainda estão nas lojas e podem encher a sacola do visitante que aproveitar a promoção anunciada.

2. 
a. 
Resposta: O trecho "preço que está na moda não cai" faz um trocadilho com a expressão cair de moda, que significa "desatualizar-se".

b. 
Resposta: Um preço à altura dos produtos do shopping, que estaria sempre na moda; um preço que agrada aos consumidores porque é baixo.

3. 
a. 
Resposta: Cai e se joga. O primeiro remete à expressão cair o preço, que quer dizer que o preço diminuiu e, o segundo, à expressão se joga, uma gíria que significa "se esbaldar, aproveitar muito".

b. 
Resposta: Porque ele diz que os preços estão até 70% mais baixos, o que significa uma redução considerável, de mais da metade.

c. 
Resposta: O termo se joga associado ao enunciado "Eu quero tudo" sugere que não apenas os preços, mas também o consumidor vai "se jogar" na promoção, isto é, vai aproveitar para comprar muito.

d. 
Resposta: se joga

4. 
a. 
Resposta: A gramática normativa indica que, após vírgula, deve-se usar ênclise, e não próclise.

b. 
Resposta: Até 70% off. Porque preço que está na moda não cai, joga-se.

c. 
Resposta: Não, pois seguindo a regra a frase perde esse sentido, uma vez que a expressão "se joga" é uma gíria, utilizada em contextos informais e cristalizada com essa colocação pronominal.

d. 
Resposta: Não, pois a intenção foi utilizar propositalmente a forma não padrão para fazer referência à gíria e criar o efeito de humor no anúncio.

Gabarito: Atividade sobre colocação pronominal a partir de um poema de Carlos Drummond de Andrade



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Triste, escuro, tenebroso, pessimista. "rua cinzenta", "melancolias", "O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações e espera.", "O tempo pobre", "os muros são surdos", "Que tristes são as coisas, consideradas sem ênfase.".

b.
Resposta: Instituir alguma mudança, falar com as pessoas, mudar o rumo do que vê. "Devo seguir até o enjoo?", "Posso, sem armas, revoltar-me?", "Em vão me tento explicar, os muros são surdos."

2. 
a. 
Resposta: Que tem em torno de 40 anos de idade, que reflete sobre os crimes que vê, que passa por um momento de perturbação, que em 1918 era um menino considerado anarquista, que se salva e dá esperança às pessoas com seu próprio ódio.

b. 
Resposta: Ao próprio poeta Carlos Drummond de Andrade. Professor: Retome o boxe da biografia de Drummond com os alunos para estabelecer as relações.

3. 
a. 
Resposta: Porque o momento e a atmosfera descritos no poema não são favoráveis ao nascimento de uma flor, especialmente no meio do asfalto.

b. 
Resposta: Desbotada, sem cor, com pétalas fechadas, de nome desconhecido, feia. Em geral, especialmente na poesia, a flor é associada ao colorido, à beleza.

c. 
Resposta: Surpresa, empatia, solidariedade. "Uma flor nasceu na rua!", "garanto que uma flor nasceu.", "Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde", "e lentamente passo a mão nessa forma insegura."

d. 
Resposta: A flor pode ser associada à esperança em um futuro melhor, que renasce aos poucos, ainda tímido, em meio às condições adversas vividas naquele momento histórico. Essa ideia é sintetizada no último verso: "É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.".

4. 
a. 
Ênclise em início de frase ou depois de uma pausa
Resposta: Sento-me

Próclise motivada por palavra atrativa
Resposta: que o perdem, que se percebe, não se abrem

Casos que não se encaixam nas regras
Resposta: espreitam-me, fundem-se, me tento explicar, perdoá-los, me salvo, avolumam-se, movem-se

b. Entre os casos que não se encaixam nas regras apontados por você no item anterior, sobressai a próclise ou a ênclise? Levante hipóteses: Por que isso ocorre?
Resposta: A ênclise. Há possibilidades diversas de hipóteses: porque essa construção era mais comum na época do que é hoje em dia, porque fica mais sonoro, porque essa era a preferência do poeta, etc.

c. 
Resposta: Conforme estudado, os poetas da geração de 30 buscam uma linguagem mais próxima da fala, sem preocupação com métrica ou rimas. No entanto, mesmo não se sentindo presos às regras da norma-padrão, também não se colocam de forma radical em relação a uma necessidade de falar brasileiro, pois se consideram livres para escrever como preferirem.

5. 
a. 
Resposta: As pessoas, a sociedade, o governo.

b. 
Resposta: A presença da locução adverbial em vão pode ter influenciado a opção por deslocar o pronome, funcionando como um elemento atrativo.

c. 
Resposta pessoal. Em geral, atualmente no Brasil as pessoas falam tento me explicar, pois o pronome entre as duas formas verbais é a construção mais comum.

Gabarito: Atividade sobre colocação pronominal a partir de textos do Século XIX e XXI



# Respostas:
a. 
Resposta: far-se-á e ir-me-ia: mesóclise com futuro do presente e futuro do pretérito, respectivamente. Expedindo-se e Falta-me: ênclise após vírgula e em início de frase, respectivamente. se falar e se tornou: próclise pelas palavras atrativas que (conjunção subordinativa) e somente (advérbio); se referir: próclise com infinitivo pessoal antecedido de preposição.

b. 
Resposta: Se falar, se tornou e se referir ainda são comuns. Em situações formais de fala ou de escrita, também se encontram expedindo-se e falta-me, que, em situações informais, seriam substituídas por se expedindo e me falta. Já far-se-á e ir-me-ia, provavelmente seriam substituídas por se fará e iria me (alongando) ou, ainda, por construções alternativas, como será feita ou iria alongar minha fala/meu texto.

c. 
Resposta: No primeiro caso, por se tratar de um texto extremamente formal da esfera jurídica, na qual é comum seguir as regras da norma-padrão formal e, no segundo, por se tratar de um texto antigo, época em que algumas pessoas ainda utilizavam essas construções.

Gabarito: Atividade sobre colocação pronominal a partir de uma crônica de Antônio Prata



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Ele estava feliz, animado.

b. 
Resposta: Ter acordado cedo, ter terminado suas tarefas mais cedo, ter tido êxito em um trabalho e um almoço agradável com seu editor, parceiro profissional e amigo.

c. 
Resposta: Decidiu abraçar uma árvore.

2. 
a. 
Resposta: Ele se desesperou e inventou uma história para justificar sua atitude.

b. 
Resposta: A necessidade de fazer uma alteração não planejada no livro que estava escrevendo.

3.
a. 
Resposta: A de justificar a atitude do autor para seu editor, o que ele não teve coragem de fazer no momento do ocorrido.

b. 
Resposta: Provavelmente não, pois seu editor conhecerá o verdadeiro motivo da atitude e ele não precisará mais alterar a história original de seu livro.

4. 
a. 
Resposta: Ele sempre aparece antes do verbo que acompanha.

b. 
Resposta: Há mais de uma possibilidade de resposta. Provavelmente, os alunos usariam as mesmas construções.

5. 
Respostas corretas: costumam predispor-me; ir-me-ia emprestar; lançou-me a ideia; Despedimo-nos

6. 
Resposta: "dessas de gritar "Urru"; "estava mais pra uma brisa"; "também tem lá os seus pacíficos encantos"; "com minhas caraminholas"; "Olhei prum lado. Olhei pro outro"; "tentando enfiar a todo custo".

Gabarito: Atividade sobre crase a partir de uma placa do DNIT



# Respostas:
1. 
Resposta: Às pessoas que vivem na região da rodovia.

2. 
a. 
Resposta: Completar o verbo construir (objeto direto).

b. 
Resposta: O de que aqueles que desejem construir margens para a rodovia devem antes contactar o DNIT.

3. 
a. 
Resposta: Seria uma locução indicativa de lugar (adjunto adverbial), com o sentido de que aqueles que desejem construir casas, prédios, etc. nas laterais da rodovia devem antes contactar o DNIT.

b. 
Resposta: A forma às margens, porque em geral quem constrói margens para uma rodovia são empresas contratadas, e não qualquer pessoa da comunidade. Em contrapartida, qualquer pessoa da região que tenha acesso a um terreno ao redor da rodovia pode desejar construir em seu espaço.

Gabarito: Atividade sobre crase a partir de um cartaz do Conselho Federal de Psicologia



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Em uma lousa.

b. 
Resposta: Lápis coloridos, giz de cera, tintas, pincéis, comprimidos.

c. 
Resposta: Os comprimidos.

2. 
a. 
Resposta: A pais que têm filhos crianças.

b. 
Resposta: A situações em que crianças são medicadas por serem muito agitadas.

c. 
Resposta: Os psicólogos, como profissionais da saúde, também têm responsabilidade sobre a saúde da população e parecem discordar de alguns médicos sobre como lidar com o comportamento infantil.

d. 
Resposta: Não utilizar remédios indiscriminadamente para tratar crianças só porque elas são consideradas "arteiras".

3. 
Resposta: Porque o Conselho Federal de Psicologia, que promoveu essa campanha, quer demonstrar que não concorda com essa classificação, uma vez que afirma ser esse comportamento típico da infância pelos dizeres: "Ele está apenas sendo criança!".

4. 
Resposta: O hábito de consumir remédios qualquer que seja o problema. Não se restringe ao contexto infantil, pois na parte superior do cartaz lê-se "Não à medicalização da vida".

5. 
a. 
Resposta: A forma diga, dirigida aos leitores do cartaz

b. 
Resposta: A preposição a.

c. 
Resposta: Porque a primeira é feminina, pedindo o artigo feminino a junto à preposição, e a segunda, masculina, pedindo o artigo masculino o junto à preposição.

Gabarito: Atividade sobre regência nominal a partir da música "O Rio Severino", dos Paralamas do Sucesso



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Uma situação de pobreza, caracterizada pela falta de assistência, saneamento básico e educação.

b. 
Resposta: Sim, ainda há regiões extremamente pobres que sofrem com os problemas elencados.

2. 
a. 
Resposta: Educação e doenças.

b. 
Resposta: Aos princípios de cuidado com a saúde e prevenção de doenças.

c. 
Resposta: A de que o rio é como uma fileira contínua com inúmeras cidades em sequência na sua margem.

3. 
a. 
Resposta: A voz do eu lírico da canção e a voz de uma parcela rica da população.

b. 
Resposta: Pessoas analfabetas e pobres, que reclamam de seus problemas, e pessoas que têm acesso a muitas vantagens.

c. 
Resposta: Mostra que as classes mais abastadas veem os mais pobres como uma "gente ingrata reclamando de barriga d'água cheia", como "maus cidadãos". Ao confrontar essa outra voz a tudo o que diz na canção, o eu lírico sugere que essa é uma visão parcial e distorcida da realidade, pois vem de um grupo de pessoas "que tem acesso fácil" aos bens e, portanto, não teria condições de julgar os demais.

4. 
a. 
Resposta: pela assistência e de um Deus.

b. 
Resposta: Possibilidades variadas, entre elas: de saúde e do governo.

c.
Resposta: Na primeira ocorrência, espera é uma forma verbal que rege a preposição por, enquanto, na segunda, é um substantivo, que rege a preposição de. Como visto, verbos e seus nomes derivados nem sempre regem as mesmas preposições, daí a diferença.

5. 
a. 
Resposta: "em denegrir", "por quem tem acesso fácil a todos os seus bens", "a todos os seus bens", "de um Deus".

b. 
Resposta: O sentido de descrição de uma realidade dada, inquestionável. É como se os grupos de pessoas descritos tivessem historicamente essas características e essa realidade persistisse por muito tempo.

Gabarito: Atividade sobre regência nominal a partir de um anúncio da Universidade de Blumenau



# Respostas:
1. 
Resposta: O aumento do

2. 
Resposta: de água e energia

b. 
Resposta: A imagem central traz um único desenho formado por uma lâmpada e uma gota de água, que remete aos dois complementos.

c. 
Resposta: Evite o desperdício de água e de energia.

Gabarito: Atividade sobre regência nominal a partir de um cartum de Angeli



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Elas são empregadas, pessoas que estão a serviço da mulher ao centro, pois cuidam da cauda de seu vestido e carregam seus pertences. Além disso, estão todas com o mesmo uniforme, típico de domésticas.

b. 
Resposta: A um evento supostamente formal e elegante.

c. 
Resposta: Não, pois uma passeata é um evento que ocorre nas ruas, no qual as pessoas andam longas distâncias e em geral se vestem informalmente, com jeans ou moletom, tênis, sapatilhas, sandálias baixas, camisetas.

d. 
Resposta: Não, pois a vida abastada deles reproduz exatamente os problemas contra os quais eles vão protestar, uma vez que eles provavelmente concentram uma grande renda e discriminam socialmente seus próprios funcionários.

2. 
a. 
Resposta: Passear e concentrar.

b.
Resposta: Respectivamente, contra a concentração de renda e a discriminação social e de renda.

c. 
Resposta: Deriva de discriminar. / discriminação dos pobres

d. 
Resposta: "Participar de uma passeata a favor da concentração de renda e da discriminação social" ou "Participar de uma passeata contra a distribuição de renda e a igualdade social".

3. 
a. 
Resposta: Os ricos.

b. 
Resposta: A ironia se constrói com base no fato de que o comportamento da mulher, retratado pelo texto não verbal, mostra o contrário do que está na sua fala.

Gabarito: Atividade sobre regência verbal a partir de um cartão-postal enviado por Tarsila do Amaral



# Respostas:
1. 

a. 
Resposta: Informal, uma vez que é um cartão-postal trocado entre amigos.

b. 
Resposta: Nos dias de hoje, soa como formal, principalmente pela regência escolhida para os primeiros verbos - "não se esqueça de mandar-me notícias" -, que são utilizadas hoje, em geral, em situações mais formais.

2. 
a. 
Resposta: O complemento das brigas literárias d'ahi pode tanto se referir ao verbo esquecer-se ("Não se esqueça das brigas..."), quanto se referir a notícias ("notícias das brigas...").

b. 
Resposta: Não, pois pelo contexto entende-se claramente que ela pede que ele não se esqueça de mandar notícias sobre as brigas literárias ocorridas depois da Semana de Arte Moderna.

3. 
a. 
Resposta: aí

b. 
Resposta: Para não utilizar o acento, mas marcar o hiato, a tonicidade do i.

c. 
Resposta: Com aih, utilizado hoje em dia em mensagens de celular e de Internet.

4. 
a. 
Possibilidades variadas de resposta, entre elas: "Não esquece de mandar notícias de você e das brigas literárias daí".

b. 
Possibilidades variadas de resposta, entre elas: "N esquece d mandar noticias de vc e das brigas literarias daih".

c.
Resposta: Mesmo com possibilidades de variação, espera-se que tenha havido alteração nas regências dos verbos esquecer e mandar. No primeiro caso, o uso corrente informal atual mantém a preposição de e elimina o se. No segundo, elimina o complemento indireto me ("mandar para mim"), mantendo apenas o direto ("mandar notícias").

5. 

"Tratarei do quadro"
Forma verbal em destaque: Tratarei.
"Procurarei a gravura"
Forma verbal em destaque: Procurarei.
As duas formas verbais em destaque admitem outras regências.

a. 
Resposta: Tratarei o quadro. / Procurarei pela gravura.

b. 
Resposta: No primeiro caso, pode ou não haver mudança de sentido: tratar do quadro e tratar o quadro podem equivaler a "resolver a questão sobre o quadro", "consertar, aprimorar o quadro", "fazer negócio com o quadro", etc. No segundo caso, não há mudança no sentido, pois equivale a "executar ações necessárias para encontrar".

c. 
Resposta pessoal, mas é esperado que os alunos discutam quais são os usos mais correntes em sua região, se há ainda outras possibilidades de regência fora da norma-padrão, se elas despertam preconceito, etc.

Gabarito: Atividade sobre regência verbal a partir de uma tirinha "Malvados", de André Dahmer



# Respostas:
1. 
Resposta: De surpresa pelo alto montante.

b. 
Resposta: De esperança, ou mesmo ingenuidade, por acreditar que, com um gasto tão alto, o problema estaria resolvido.

4. 
a. 
Resposta: Sim, pois utiliza uma palavra afirmativa: Sim.

b. 
Resposta: Ela não concorda, dando ao sim um valor irônico.

5.
a. 
Resposta: nadar

b.
Resposta: No primeiro caso, não pede nenhum complemento (é intransitivo) e significa "mover-se na água"; no segundo, pede um complemento ligado a ele por meio de preposição (transitivo indireto) e significa "ter em abundância".

c. 
Resposta: No 2º quadrinho, a fala da personagem faz referência ao suposto fato de o rio ter ficado limpo depois do investimento e próprio para banho; no 3º quadrinho, a ironia da personagem, somada à mudança de sentido do verbo, sugere que a verba foi desviada; portanto, o rio continua sujo e as pessoas envolvidas no desvio da verba estariam muito ricas.

Gabarito: Atividade sobre regência verbal a partir de um anúncio do parque "Hopi-Hari"



# Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Aos pais de crianças e adolescentes que entrarão em férias.

b. 
Resposta: Um calendário do mês de férias, que mostra serem muitos os dias em que os filhos ficarão sem aulas, daí ser conveniente para os pais encontrar atividades para eles fazerem, como ir ao parque, por exemplo.

c. 
Resposta: Saltando em um dos brinquedos do parque, semelhante a um bungee-jump.

d. 
Resposta: A expressão de cabeça para baixo, que, em referência ao filho, significa literalmente virado de ponta-cabeça, nos brinquedos do parque, ou, em referência à casa, significa revirada, muito bagunçada.

2. 
a. 
Resposta: preferir

b. 
Resposta: Que ele prefere ver o filho de cabeça para baixo.

c. 
Resposta: Prefiro ver meu filho de cabeça para baixo a ver minha casa de cabeça para baixo.

d. 
Resposta: Prefiro ver meu filho de cabeça para baixo do que ver minha casa de cabeça para baixo.

e. 
Atenção professor: Abra a discussão com os alunos. Certamente a fala mais corrente é a apresentada no item d. É possível discutir o que os alunos acham da possibilidade indicada pela gramática, se acreditam que pode haver preconceito em determinadas situações pelo uso da forma corrente na fala, etc. Ressalte que, na escrita formal, a opção deve ser pela norma-padrão. Fim da observação.

Gabarito: Atividade sobre regência verbal a partir de uma campanha de doação de sangue



 # Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Desenho em preto e branco.

b. 
Resposta: Refere-se ao mangá, nome dado aos quadrinhos típicos japoneses ou por eles influenciados. Foi escrita dessa forma em referência ao uso corrente na Internet de expressões com hashtag (nome dado ao símbolo #).

c. 
Resposta: Gibis, ou revistas em quadrinhos.

2. 
a. Qual sentido ganha a cor vermelha das letras do enunciado principal no contexto?
Resposta: A cor vermelha representa o sangue a ser doado.

b. 
Resposta: Para dar mais destaque ao vermelho, que representa o sangue, chamando atenção para o objetivo do cartaz.

3. 
a. 
Resposta: Aos leitores de gibis.

b. 
Resposta: Os super-heróis personagens dos quadrinhos.

c. 
Resposta: Ele aproxima os leitores dos super-heróis, sugerindo que, ao doar sangue, eles também se tornam heróis, assim como seus ídolos.

I. "Seus heróis dão o sangue para salvar a humanidade."
Forma verbal em destaque: dão.
II. "Chegou a hora de se unir a eles."
Formas verbais em destaque: Chegou; se unir.
III. "Doe sangue."
Forma verbal em destaque: Doe.
IV. "Mangá na veia."

4. 
a. 
Resposta: dão o sangue, se unir a eles e mangá na veia

b. 
Resposta: Respectivamente, o de que eles se dedicam com afinco, o de que é preciso se associar aos heróis e o de que o mangá é vital para seus fãs, tanto quanto o próprio sangue que corre em suas veias.

5. 
a. 
Resposta: Respectivamente, seus heróis, a hora, você (desinencial) e você (desinencial).

b. 
Resposta: Respectivamente, o sangue para salvar a humanidade, sem complemento, a eles, sangue.

c. 

Verbo sem complemento
Resposta: Chegar

Verbo ligado diretamente ao complemento, sem preposição
Resposta: Dar, doe

Verbo ligado ao complemento com preposição
Resposta: Unir-se

6. 

"Seus heróis dão o sangue para salvar a humanidade."
Expressão em destaque: para salvar a humanidade.
"Os heróis dão esperança para seus fãs."
Expressão em destaque: para seus fãs.
"Os heróis dão o sangue por seus fãs."
Expressão em destaque: por seus fãs.

a. 
Resposta: Na primeira ocorrência, a expressão se refere à finalidade da doação de sangue, tendo valor adverbial. Nas demais, tem valor de objeto indireto do verbo, pois complementam diretamente seu sentido.

b. 
Resposta: Na 1ª , o sangue; na 2ª , esperança para seus fãs; na 3ª , o sangue por seus fãs.

Gabarito: Atividade sobre Modernismo comparando poesias de Castro Alves e Oswald de Andrade



 # Respostas:
1. 
a. 
Resposta: Ele se sente completamente apaixonado por Pepita, moça bonita que vira na festa.

b. 
Resposta: O laço de fita representa a própria mulher por quem o eu lírico se apaixonara. Trata-se de uma metonímia (a parte pelo todo). Explorando a figura do laço de fita, o poema se enriquece com as sugestões imagéticas de sedução (serpente) e de aprisionamento (elo, cadeias de ferro).

2. 
a. 
Resposta: Ele se sente aprisionado, escravo do amor que sente por ela.

b. 
Resposta: Ele parece desejar essa condição, pois se coloca como "submisso" diante desse sentimento e, mesmo quando morto, ainda deseja ter o laço de fita como coroa.

3. 
a. 
Resposta: Os recursos responsáveis pela musicalidade são a métrica, o ritmo, as rimas e as aliterações. Professor: Sugerimos ler mais uma vez enfaticamente o poema, a fim de que os alunos percebam a musicalidade do texto.

b.
Resposta: O eu lírico se mostra completamente apaixonado, quase sem controle, e a musicalidade embriagante do poema acentua a atmosfera sentimental e grandiloquente do texto.

4. 
Atenção professor: Sugerimos abrir a discussão com a classe, pois há mais de uma possibilidade de leitura do poema. O importante é que o aluno perceba que o eu lírico do texto 2 tem uma visão irônica e crítica do amor. É como se, depois de viver essa experiência muitas vezes e ter colhido maus resultados, o eu lírico pensasse que o amor não pode ser levado totalmente a sério, caso contrário o sofrimento amoroso seria insuportável. O poema também pode ser lido como uma ruptura com a visão romântica de amor. Fim da observação.

5. 
Resposta: Texto 1: idealização amorosa, explosão dos sentimentos, abundância de imagens, musicalidade envolvente; texto 2: ironia, contenção emocional, síntese, dessacralização amorosa.

Gabarito: Atividade sobre Modernismo a partir de três poemas de Manuel Bandeira



 

1. 
Resposta: É a onomatopeia. A sonoridade produzida pela repetição da expressão à toa sugere o próprio canto da andorinha.

2. 
a. 
Resposta: O dia e a vida.

b. 
Resposta: A andorinha está simplesmente cantando, vivendo a vida dela; é o eu lírico quem associa seu canto à ideia de passar o dia à toa. Para ele, passar a vida à toa tem um significado mais triste, pois equivale a não ter aproveitado a vida inteira.

c. 
Resposta: As reticências dão a ideia de que viver a vida sem uma finalidade é algo que vem se repetindo indefinidamente na vida do eu lírico.

d. 
Resposta: Seria possível associar a ideia de uma "vida perdida" à doença do poeta, que o impediu durante longo tempo de viver a vida plenamente.

3. 
Resposta: Os clientes se portam de modo indiferente, pois estão confiantes em sua própria vida; a morte, para eles, é algo distante.

4. 
a. 
Resposta: no entanto

b. 
Resposta: longamente

c. 
Resposta: Ele tem uma postura reflexiva sobre a morte.

d.
Resposta: Uma visão pessimista: de que a vida transcorre sem uma finalidade clara e de que ela às vezes nos trai, isto é, ela nos prega surpresas, frustrando nossos sonhos.

e. 
Resposta: Ele tem uma visão materialista da morte; para ele, com a morte, a alma se extingue ao se libertar da matéria.

5. 
a. 
Resposta: Ele compara a uma roupa de linho branco engomada que, repentinamente, é suja por barro salpicado por um caminhão.

b. 
Resposta: O poema às vezes cumpre uma função que nem sempre é a mais agradável, ou seja, ele atinge a consciência do leitor, mostrando-lhe "a marca suja da vida" e fazendo-o "dar o desespero". Assim, provoca-lhe um choque que pode lhe trazer um sentido diferente para a vida.

6. 
a. 
Resposta: A poesia também pode ser leve e delicada e tratar apenas de assuntos agradáveis.

b. 
Resposta: Estão mais para a nódoa, pois tratam da vida e de seu sentido, da tristeza e da morte.

7. 
Resposta: No 5º verso, ele descreve de uma vez toda a cena da pessoa que tem a roupa de linho branca salpicada pelo barro; no 10º verso, ele concentra num único verso os destinatários de uma poesia-orvalho.

8. 
Resposta: Sim, pois os textos 1 e 2 propiciam uma reflexão sobre vida e morte e sobre o significado de ambas para o ser humano. O texto 3 propicia uma reflexão sobre a arte e seu papel na vida humana.