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quarta-feira, 3 de junho de 2020
Atividade sobre frase, oração e período
1. Marque (1) para frase e (2) para oração.
a) Comemos dois brigadeiros.
b) Silêncio!
c) Precisamos de paz.
d Fogo!
e) Perceberemos o momento atual?
f) O jogador fez dois gols.
g)Alerta vermelho!
h) Quietos!
2. Preencha as lacunas com as informações “frase” ou “oração”, conforme o caso.
a) Que calor!
b) Falei com você ontem.
c) Participamos da aula.
d) ― E agora?
e) ―Visitei meus avós.
f) Comprei duas bolsas e paguei à vista.
Leia agora o trecho da peça “Confissões de Diego”, de Betho Ragusa, para responder às questões 3 a 5.
― Como assim não tenho idade? Está cada vez mais claro que casamentos se desfazem por causa de falta de diálogo. Nem todo mundo pensa e fala o que você gostaria. Hoje em dia adultos estão com mais dúvidas do que adolescentes. Eu sei disso porque enfrento isso em casa. Tenho dois irmãos, mais velhos. E quanto mais velhos eles ficam mais estranhos se tornam. Minha irmã é maluca, quando briga com o namorado fica três dias trancada no quarto, até ele ligar e pedir perdão, será que ele está errado todas às vezes? Meu irmão toma banho demais, acho que ele tem medo de ir a algum encontro e saírem falando dele depois, e juro... (sussurrando, para o irmão não ouvir) Ele toma banho de perfume.
3. Observe que, no trecho “Nem todo mundo pensa e fala o que você gostaria”, há dois verbos. Reescreva o trecho, substituindo um dos verbos por outro de sentido parecido.
4. “Tenho dois irmãos, mais velhos.”
O trecho acima é uma oração. Que elemento confirma isso?
5. Observe o trecho “Como assim não tenho idade?” e faça o que se pede:
a) Considerando a situação apresentada no texto, que emoção a oração destacada expressa?
b) Em que situações este enunciado pode aparecer?
# RESPOSTAS (GABARITO)
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Atividades (exercícios) - Frase, oração, período, sujeito e predicado
TEXTO 1
HONORIS CAUSA
Ulisses Tavares
Ah, o amor é uma bobagem
Escrevi, li, conversei a respeito.
Mas depois de conhecer você
Bagunçou tudo no meu peito
Perguntam se o amor é nada?
Ora, mais respeito se dê!
Bolas, isso é pergunta de quem
Não conhece você!
1) Identifique no segundo verso quem é o sujeito das formas verbais escrevi, li e conversei e classifique-o:*
2) No poema, há um verbo na 3ª pessoa do plural:*
a) Identifique-o.*
b) O sujeito desse verbo é oculto ou indeterminado? Por quê?*
c) Honoris causa é um título que se dá a alguém que tenha passado num exame ou concurso. Com base nessa informação, justifique o título do poema.*
3) Qual é o sujeito do verbo “é” presente no primeiro e no 5º verso.
TEXTO 2
Pois é
Ataulfo Alves
Falaram tanto que desta vez
A morena foi embora.
Disseram que ela era a maioral
E eu é que não quis acreditar
Endeusaram a morena tanto tanto
Que ela resolveu me abandonar.
A maldade dessa gente é uma arte
Tanto fizeram que houve a separação.
Mulher a gente encontra em toda parte
Mas não se encontra a mulher
Que a gente tem no coração.
1) Como você sabe, a voz que fala nos versos de um poema ou de uma canção é o eu lírico. Nessa canção, o eu lírico se sente vítima do diz-que-diz de alguém.*
a) O que devem ter dito à morena?
b) Levante hipóteses: O que devem ter falado à morena sobre o eu lírico?
c) Que expressão, empregada na 2ª estrofe, revela a opinião do eu lírico de que sua separação foi resultado do mau-caratismo de alguém?
2) Observe os três grupos de formas verbais:*
I – “A morena foi embora”.
“[...] ela resolveu me abandonar.”
II – “E eu [...] não quis acreditar.”
III – “Falaram tanto [...]” “Disseram que [...]”
“Endeusaram a morena tanto tanto”
“Tanto fizeram que [...]
Identifique se houver, o sujeito das formas verbais destacadas:
a) No grupo I:
b) No grupo II:
c) No grupo III:
3) De acordo com a visão do eu lírico, qual é o maior inimigo do amor?*
TEXTO 3
QUIPROQUÓ - Armênio Vieira
Há uma torneira sempre a dar horas
Há um relógio a pingar no lavabo
Há um candelabro que morde na isca
Há um descalabro de peixe no teto
Há um boticário pronto para a guerra
Há um soldado vendendo remédios
Há um veneno (tão mau) que não mata
Há um antídoto para o suicídio de um pobre
Senhor, senhor, que digo eu
Que ando vestido pelo avesso
E furto chapéu e roubo sapatos
E sigo descalço e vou descoberto?
Vocabulário:
a) Descalabro: desorganização, caos, queda, ruína, prejuízo.
b) Quiproquó: erro, equívoco, tomar uma coisa por outra.
c) Boticário: farmacêutico.
1) Nas duas primeiras estrofes do poema, destaca-se o emprego do verbo haver, que introduz cada um dos versos.*
a) Há sujeito nas orações introduzidas por esse verbo?
2) Observe os verbos da 3ª estrofe e indique qual é o sujeito de cada um deles.
3) Na 1ª e na 2ª estrofe, o eu lírico menciona uma série de elementos que estão a sua volta: torneira, relógio, candelabro, etc. observe o vínculo estabelecido entre esses elementos e seus atributos (qualidades, características). Há lógica nesse vínculo? Justifique sua resposta com exemplos do texto.*
4) Observe, agora, a 3ª estrofe e o título do poema.*
a) Como o eu lírico se sente num mundo como esse? Justifique sua resposta com elementos do texto.
b) O título do poema é coerente com o conteúdo. Por quê?
5) O discurso verbal sempre expressa uma visão da realidade.*
a) Como o eu lírico vê o mundo?
b) Ele se sente em condições de mudar a realidade? Por quê?
*FONTE: CEREJA, William Roberto. MAGALHÃES, Thereza Cochar. PORTUGUÊS: LINGUAGENS - 8º ano. 5.ed. reform. - São Paulo: Atual, 2009.
Leia também:
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Exercícios sobre sujeito e predicado
Atividade sobre tipos de sujeito (I) - 8º ano
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