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domingo, 17 de janeiro de 2021

Atividade sobre Anedota a partir de um texto de Donaldo Bucheitz


Leia esta anedota, de Donaldo Bucheitz:

       Um senhor é abordado na Avenida Rio Branco por um estrangeiro recém-chegado, que lhe pergunta:
      - Por favor, que ônibus devo tomar para ir a Copacabana?
      - É fácil, tome o cento e onze.
      - Três horas depois, o mesmo senhor, passando por ali novamente, encontra o estrangeiro junto ao poste de parada e pergunta-lhe, admirado:
      - Homem, ainda está esperando o ônibus?
      - Ainda, sim senhor. Não me disse que eu deveria tomar o ônibus cento e onze? Pois até agora já contei oitenta e sete. Para chegar a cento e onze ainda falta muito, não é?

1. O que o senhor que deu a informação ao estrangeiro quis dizer com “tome o cento e onze”?

2. Nesse caso, o numeral cento e onze é cardinal ou ordinal?

3. Como o estrangeiro entendeu a informação que recebeu?

4. O numeral "cento e onze" foi entendido pelo estrangeiro com que significado? Assinale a alternativa correta.
- número do ônibus
- posição do ônibus numa determinada sequência
- número de vezes pelo qual uma quantidade de ônibus foi multiplicada
- número de vezes pelo qual uma quantidade de ônibus foi dividida

5. Caso a intenção do senhor que deu a informação fosse indicar a ordem do ônibus a ser pego, como o numeral deveria ter sido dito?


Fonte: Português: Linguagens

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Atividade sobre "contexto discursivo" a partir de uma anedota


 Leia esta anedota:

De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho:
        _ Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio.
        Lá de dentro, estremunhado, o filho respondeu:
        _ Pai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu não aguento mais aqueles meninos.
        E o pai respondeu lá de fora:
        _ Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque você tem um dever a cumprir; em segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você é o diretor do colégio. (Anedotinhas do Pasquim)

1. Durante a leitura ou a audição da anedota, o leitor ou ouvinte é levado a compreendê-la de determinada forma, até ter uma surpresa.
a)   Em que parágrafo ocorre a surpresa?

b)   Como o leitor ou ouvinte compreende o texto antes de chegar a esse parágrafo?

c)   Tal compreensão se deve a duas razões: uma é o comportamento do filho, e a outra é a omissão de uma informação essencial para a compreensão global do texto.
- Qual é esse comportamento?

- Qual é a informação omitida?

2. Onde reside o humor da anedota?


Fonte: Português: Linguagens

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Atividade sobre "duplo sentido" com o texto "Mãe, só tem uma"


“MÃE, SÓ TEM UMA!”

A professora passou uma lição de casa: fazer uma redação sobre o tema “Mãe, só tem uma". 

No dia seguinte, cada aluno leu sua redação. Todos dizendo mais ou menos as mesmas coisas: a mãe nos amamenta, é carinhosa conosco, é a rosa mais linda de nosso jardim etc. etc. etc. Portanto, mãe só tem uma....

Aí chegou a vez de o Juquinha ler sua redação:

— Domingo foi visita lá em casa. As visitas ficavam na sala. Elas foram ficando com sede e minha mãe pediu para mim ir buscar coca-cola na cozinha. Eu abri a geladeira e vi que só tinha uma coca-cola. Então gritei para minha mãe: "MÃE, SÓ TEM UMA!"

# Exercícios:
1. Sobre o tema da redação proposto pela professora:
a) A professora foi precisa na proposta? Explique.
b) A maioria dos alunos compreendeu o que ela pretendia? Por quê?

2. Sobre a resposta do Juquinha:
a) Ele compreendeu exatamente o que a professora propôs? Justifique.
b) O que demonstrou entender na redação que ele escreveu?

3. Na situação do texto em questão, percebe a intenção de permitir duas possibilidades de sentido na frase “Mãe, só tem uma”. De acordo com o texto, quais são esses dois sentidos?

4. Pode-se afirmar que há uma intenção do autor do texto em usar essa dupla possibilidade de sentido como uma forma de gerar um efeito de sentido de humor? Justifique sua resposta.

# RESPOSTAS (GABARITO)

Leia mais:
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terça-feira, 17 de abril de 2018

Anedota "Telegrama inesperado", Ziraldo


Telegrama inesperado
O cara estava viajando pela Europa, quando recebeu um telegrama do seu caseiro, no Rio de Janeiro, seu velho amigo Manoel Joaquim. O telegrama dizia apenas:

“Seu gato morreu pt”

O turista ficou uma fera. Levou o maior susto, pois ele amava o gato.

Aí, quando voltou ao Brasil falou pro Manuel:

– Manuel, tu quase me matas de susto. Não é assim que se faz, Manoe. Teu gato morreu! É um choque. Você devia ter passado primeiro um telegrama me preparando. Por exemplo: “Teu gato caiu do telhado”. Eu começaria a me preparar para o choque, entende? Depois você passava outro: “Teu gato passando muito mal”. E depois, então, quando já estivesse preparado você dava a notícia: “Morreu”.
O Manuel entendeu muito bem. Tanto que, no ano seguinte, quando o dono da casa foi viajar para a Europa de novo, Manuel telegrafou para ele, dando uma terrível notícia com muito cuidado:

“Sua mãe caiu do telhado pt”

(Ziraldo)

Exercícios:
1. Qual o motivo de Manuel ter optado por utilizar o telegrama para dar a notícia da morte do gato do amigo?

2. Analisando a mensagem “Seu gato morreu pt”, podem-se perceber duas características próprias da linguagem do telegrama. Quais são elas?

3. Por que o turista ficou furioso ao receber a mensagem de Manuel?

4. Por que os telegramas costumam ter poucas palavras escritas?

5. Explique o humor contido na mensagem do telegrama - “Sua mãe caiu do telhado pt” - que Manuel enviou ao amigo?
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domingo, 13 de outubro de 2013

Atividades sobre substantivos a partir de piadas


I - Leia a piadinha.

Um homem encontra um pinguim e não sabe o que fazer.
— Leve o bicho ao zoológico — aconselha o vizinho.
No dia seguinte, o vizinho encontra o homem ainda com o animalzinho e fala:
— Ué! Você não levou o bicho para o zoológico?
— Levei, sim... e ele adorou!
Hoje vamos ao cinema!

Estudos gramaticais
1. Circule os artigos e faça uma seta indicando os substantivos a que se referem.

2. O nome homem aparece duas vezes no texto. Que artigos foram empregados antes desse substantivo?

3. Como se classificam os artigos usados?

4. A palavra homem aparece na primeira linha como um homem e, na terceira linha, como o homem. Explique a mudança que ocorreu do artigo indefinido para o artigo definido.


II - Leia a anedota.
O avô dá uma bronca em sua neta:
— Menina, por que você atirou um carrinho na cabeça da sua prima?
E a menina respondeu:
— Porque ela me beliscou.
— Mas por que você não me chamou?
— Pra quê? O senhor não ia acertar mesmo...

5. Observe essa piada e faça uma lista com as palavras que são nomes, isto é, que são substantivos:
Entre os substantivos que você encontrou, escreva:
a. cinco substantivos simples;
b. cinco substantivo comum;

6. Transcreva do fragmento acima um pronome pessoal de tratamento.

7. Dê o sentido dos substantivos abaixo:
O cabeça -
A cabeça -

Lembrete: A mudança do artigo (o= masculino; a = feminino) acarreta mudança de significado em alguns substantivos.

8. Reescreva o texto mudando o gênero dos substantivos.

Fonte: http://keylapinheiro.blogspot.com.br/ Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Atividade de Interpretação com o texto "Anedota", de L. F. Veríssimo



ANEDOTAS Luis Fernando Veríssimo
Um dos mistérios da vida é: de onde vêm as anedotas? O enigma da criação da anedota se compara ao enigma da criação da matéria. Em todas as teorias conhecidas sobre a evolução do universo sempre se chega a um ponto em que a única explicação possível é a da geração espontânea. Do nada surge alguma coisa. As anedotas também nasceriam assim, já prontas, aparentemente autogeradas. Você não conhece ninguém que tenha inventado uma anedota. Ou, pelo menos, uma boa anedota. Os que contam uma anedota sempre a ouviram de outro, que ouviu de outro, que ouviu de outro, que não se lembra onde a ouviu. Se anedota fosse crime, sua repressão seria dificílima. Prenderiam os viciados e os traficantes, a arraia-miúda, mas jamais chegariam ao capo, ao distribuidor, ao verdadeiro culpado.
- Prendemos o Joca ("Sabem a última?") da Silva. Ele estava passando uma anedota e...
- Imbecis! Não era para prender.
- Mas, delegado. Ele estava de posse de dezenas de anedotas de primeira qualidade. Algumas novíssimas...
- Era para segui-lo e descobrir seu fornecedor. Mais uma pista perdida...
Os humoristas profissionais não fazem anedotas. Inventam piadas, frases, cenas, histórias, mas as anedotas que correm o país não são deles. São de autores desconhecidos mas nem por isto menos competentes. Uma anedota geralmente tem o rigor formal de um teorema. Exposição, desenvolvimento, desenlace. Claro que variam de acordo com quem conta. Grande parte do sucesso de uma anedota depende do estilo de quem conta. A anedota é uma continuação da tradição homérica, de narrativa oral, que transmitia histórias antes do livro. Anedota impressa deixa de ser anedota. Existem contadores eméritos. E casos pungentes de grandes contadores que, com o tempo, vão perdendo a habilidade, até chegarem ao supremo vexame de, um dia, esquecerem o fim da anedota.
- Aí o anãozinho pega o desentupidor de pia e...
- Sim?
- E... e... Como é mesmo? Já me vem...
- Não!
Pior do que isto é o contrário. O contador decadente que passa a só se lembrar do fim das anedotas.
- Como é mesmo aquela? Termina com o homem dizendo pro índio "fica com o escalpo mas me devolve a peruca". Puxa...
Há quem diga que todas as anedotas são variações sobre dez situações básicas, que existem há séculos. Deus, depois de dar a Moisés a tábua com os Dez Mandamentos, o teria chamado de volta e dito:
- E esta e a das anedotas...
Seja como for, a anedota é a grande manifestação da inventividade popular, da inteligência clandestina que mantém vivo o espírito crítico, mesmo quando tentam reprimi-lo.
Quem quiser saber o que pensavam os brasileiros dos seus líderes desde o primeiro Pedro deve procurar nas anedotas, não na história oficial. Contam que na Rússia, certa vez, Stalin decidiu formar um ministério da anedota, para substituir as anedotas que o povo andava espalhando por sua conta.
Vários ministros tentaram mas não conseguiram produzir anedotas que agradassem ao povo, e foram mandados para a Sibéria. Até que um ministro acertou e fez uma série de anedotas, todas contra Stalin, que tiveram grande
aceitação popular. O ministro foi condecorado e escapou de ser mandado para a Sibéria por ter fracassado. Foi mandado para a Sibéria por fazer anedotas sobre o Stalin. E o ministério acabou logo, por falta de pessoal
capacitado.
Dizem que, eventualmente, um computador bem programado poderá escrever teses e romances. Mas duvido que algum computador, algum dia, possa fazer uma anedota. As instruções seriam claras. Local: uma cela de
prisão no Brasil. Personagens: os responsáveis pelos escândalos das privatizações, do Sivam, do Proer, do Daer e da Caixa Dois reunidos. Tarefa: criar uma história curta, com final surpreendente, que faça rir. O computador provavelmente responderia:
- Tarefa impossível. Situação improvável.


VOCABULÁRIO
1 - DE ACORDO COM O TEXTO, ANALISE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR:
I - "O enigma da criação da anedota se compara ao enigma da criação da matéria". O termo enigma pode ser substituído sem que haja alteração no sentido da frase pelo termo "mistério"
II - "... até chegarem ao supremo vexame de..." - O termo "vexame" pode ser substituído pela palavra "sucesso" sem alterar o sentido da frase.
III - "Uma anedota geralmente tem o rigor formal de um teorema" - A palavra "rigor" pode ser substituída pela palavra "qualidade" sem alterar o sentido da frase.
IV - "...sua repressão seria dificílima...". Neste contexto, a palavra repressão poderia ser substituída pela palavra proibição, sem causar alteração de sentido à frase.
V - "O ministro foi condecorado.." - condecorado é o mesmo que premiado, homenageado.
a) Todas as alternativas estão corretas. d) As alternativas I, II, IV e V estão corretas.
b) Todas as alternativas estão incorretas. e) As alternativas I, III, IV e V estão corretas.
c) Somente a alternativa II está correta.
INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
DE ACORDO COM O TEXTO, ANALISE AS AFIRMAÇÕES A SEGUIR:
I - De acordo com o texto, os humoristas profissionais, inventam piadas, frases, cenas e as anedotas que correm pelo país.
II - A impressão de uma anedota, faz com que ela deixe de ser uma anedota.
III - O supremo vexame, segundo o autor, é esquecer o fim de uma anedota.
IV - Segundo o autor, o mistério da criação de uma anedota se compara ao mistério da criação da matéria.
V - O autor afirma que pior do que esquecer o fim de uma anedota, é esquecer do começo dela.
a) A alternativa A está incorreta . d) Somente a alternativa II é incorreta.
b) Todas as alternativas estão incorretas. e) As alternativas I, III, IV e V estão corretas.
c) As alternativas I, II, III e V são corretas.

ATIVIDADES GRAMATICAIS
I - MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA EM RELAÇÃO À CLASSIFICAÇÃO DO TERMO SUBLINHADO:
1) "Um dos mistérios da vida é de onde vêm as anedotas".
a) OD c) CN e) Adjunto Adnominal
b) OI d) Adjunto Adverbial
2) "...sempre a ouviram de outro..."
a) OD c) CN e) Adjunto Adnominal
b) OI d) Adjunto Adverbial
3) "Os humoristas profissionais não fazem anedotas".
a) OD c) CN e) Adjunto Adnominal
b) OI d) Adjunto Adverbial
4) "Uma cela de prisão no Brasil".
a) Adjunto adnominal e adjunto adverbial c) CN e Adjunto Adverbial e) OI e Adjunto Adverbial
b) Adjunto Adverbial e OI d) Adjunto adnominal e OD
5) "...é a grande manifestação da inventividade popular, da inteligência clandestina que mantém vivo o espírito crítico..."
a) CN, CN e OD c) CN, OI e OD e) CN, OD e CN
b) CN, CN e OI d) CN, OD e OD

II - MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA EM RELAÇÃO À CLASSIFICAÇÃO DO SUJEITO.
1) Um computador bem programado poderá escrever teses e romances.
a) Sujeito Composto - Um computador bem programado d) Sujeito Simples - Um computador bem programado
b) Sujeito Indeterminado – Ele e) Sujeito Oculto – Ele
c) Sujeito Composto - Teses e romances
2) "... pensavam os brasileiros dos seus líderes..."
a) Sujeito Composto - Os brasileiros dos seus líderes d) Sujeito Indeterminado – Eles
b) Sujeito simples - Os brasileiros e) Sujeito simples - Os brasileiros de seus líderes
c) Sujeito Oculto – Eles

III - MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA EM RELAÇÃO À CLASSIFICAÇÃO DO PREDICADO:
1) "O ministro foi condecorado"
a) Predicado verbal - foi condecorado - núcleo "condecorado"
b) Predicado verbal - foi condecorado - núcleo "foi"
c)Predicado Nominal - foi condecorado - núcleo "condecorado"
d) Predicado Verbo-Nominal - foi condecorado - núcleo "foi" e "condecorado"
e) Predicado Verbo-Nominal - foi condecorado - núcleo "condecorado"

POSTADO POR FABI BEHLING, In: http://atividadeslinguaportuguesa.blogspot.com.br Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quarta-feira, 30 de março de 2011

Atividades de leitura com Piada e Tira em Quadrinhos



Atividades de pós-leitura
a) Qual momento da piada é retratado pela ilustração? Circule a parte no texto.
b) Se retirássemos do texto o detalhe “a toda velocidade” (linhas 2 e 3), qual é a diferença que faria para a conclusão da história?
c) Se retirássemos do texto as linhas 9 a 12, o desfecho da história poderia ser o mesmo? Por quê?
d) Por que o menino ficou sem os dentes?
e) O texto conta uma história com uma certa repetição de atitudes. Que recursos foram utilizados para que não se escrevesse “e daí”?
f) Transforme a piada em uma tirinha.

h) Observando o quadro, o que as duas narrativas têm em comum?
i) O que têm de diferente?
i)Na tirinha em questão, descreva as expressões de Guilhermino:
- No primeiro quadrinho:
- No segundo quadrinho:
- No terceiro quadrinho:
j) Por que a expressão de Guilhermino muda no terceiro quadrinho?
k) Por que o segundo quadrinho foi desenhado de forma enviesada?
l) Que texto você achou mais engraçado: a piada ou a tira? Por quê?

Atividades de produção textual
1) Escreva uma história sobre algo que deu errado em sua casa (ou de pessoas conhecidas),
mas foi engraçado. Pode ser em forma de piada ou de tirinha.
2) Levar tombos nem sempre é engraçado, especialmente para quem é a vítima. Você acha certo rir de quem cai? O que se deve fazer nessas horas? Escreva uma história que comece com um passeio de dois grandes amigos (ou duas grandes amigas) e um deles (ou uma delas) leva um tombo na frente da turma toda. O que acontece depois?
3) Andar de bicicleta ou de skate é muito bom. Crie uma aventura que envolva um dos dois para resolver o problema.
4) Se você tivesse uma bicicleta mágica, quem levaria na carona? Para onde iriam? O que aconteceria lá? Crie uma aventura!
Outras atividades
- Reflexão, a partir do tema “queda de bicicleta e de skate”, sobre acidentes domésticos e de trânsito.
- Estudo das regras de trânsito e elaboração das regras de trânsito pelo pátio da escola e das respectivas placas indicativas.
- Levantamento dos locais no bairro onde há perigos no trânsito. Orientações para evitar acidentes no percurso casa - escola.

POSTADO POR FABI BEHLING, In: http://atividadeslinguaportuguesa.blogspot.com.br

Leia mais:
Aula sobre o gênero Tira em Quadrinhos
Aula: Anedota "Telegrama Inesperado" Ziraldo
Aula sobre História em Quadrinhos
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Aula 03: Anedota "Telegrama inesperado", Ziraldo


Telegrama inesperado

O cara estava viajando pela Europa, quando recebeu um telegrama do seu caseiro, no Rio de Janeiro, seu velho amigo Manoel Joaquim. O telegrama dizia apenas:

“Seu gato morreu pt”

O turista ficou uma fera. Levou o maior susto, pois ele amava o gato.

Aí, quando voltou ao Brasil falou pro Manuel:

– Manuel, tu quase me matas de susto. Não é assim que se faz, Manoe. Teu gato morreu! É um choque. Você devia ter passado primeiro um telegrama me preparando. Por exemplo: “Teu gato caiu do telhado”. Eu começaria a me preparar para o choque, entende? Depois você passava outro: “Teu gato passando muito mal”. E depois, então, quando já estivesse preparado você dava a notícia: “Morreu”.
O Manuel entendeu muito bem. Tanto que, no ano seguinte, quando o dono da casa foi viajar para a Europa de novo, Manuel telegrafou para ele, dando uma terrível notícia com muito cuidado:

“Sua mãe caiu do telhado pt”

(Ziraldo)

Exercícios:
1. Qual o motivo de Manuel ter optado por utilizar o telegrama para dar a notícia da morte do gato do amigo?

2. Analisando a mensagem “Seu gato morreu pt”, podem-se perceber duas características próprias da linguagem do telegrama. Quais são elas?

3. Por que o turista ficou furioso ao receber a mensagem de Manuel?

4. Por que os telegramas costumam ter poucas palavras escritas?

5. Explique o humor contido na mensagem do telegrama - “Sua mãe caiu do telhado pt” - que Manuel enviou ao amigo?
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