terça-feira, 1 de abril de 2014

Análise da música “Pássaro de Fogo”, de Paula Fernandes


Atividade de aula de português a partir da letra da música “Pássaro de Fogo”, de Paula Fernandes, com exercícios de interpretação de texto.
Leia os versos de “Pássaro de Fogo”, de Paula Fernandes

Vai se entregar pra mim
Como a primeira vez
Vai delirar de amor
Sentir o meu calor
Vai me pertencer

Sou pássaro de fogo
Que canta ao teu ouvido
Vou ganhar esse jogo
Te amando feito um louco
Quero teu amor bandido

Minha alma viajante
Coração independente
Por você corre perigo
Tô afim dos teus segredos
De tirar o teu sossego
Ser bem mais que um amigo

Não diga que não
Não negue a você
Um novo amor
Uma nova paixão
Diz pra mim

Tão longe do chão
Serei os teus pés
Nas asas do sonho rumo ao teu coração
Permita sentir
Se entrega pra mim
Cavalgue em meu corpo, minha eterna paixão
(...)

1. A que gênero textual pertence esse texto?
a) poema b) música c) cordel d) prosa

2. Como você descreve o eu-lírico (aquele que se expressa) no texto?

3. Que sentimentos o eu-lírico expressa nesse texto?

4. Qual a linguagem empregada pelo eu-lírico nos versos?
a) formal b) informal c) técnica d) regional

5. Identifique no texto um exemplo de palavra ou frase empregada no sentido figurado? Explique sua resposta.

6. O que te chamou a atenção nos versos desse texto? Comente sua resposta.

# Clique aqui e conheça nossa lista de atividades de interpretação com letras de música:
https://diogoprofessor.blogspot.com/2018/06/lista-de-atividades-de-analise-de.html

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Análise da música “Pais e Filhos”, da banda Legião Urbana


Atividade de aula de português a partir da letra da música “Pais e Filhos”, da banda Legião Urbana, com exercícios de interpretação de texto.
Leia os versos de “Pais e Filhos”, da banda Legião Urbana

Estátuas e cofres e paredes pintadas
Ninguém sabe o que aconteceu
Ela se jogou da janela do quinto andar
Nada é fácil de entender
Dorme agora
É só o vento lá fora
Quero colo! Vou fugir de casa
Posso dormir aqui com vocês?
Estou com medo, tive um pesadelo
Só vou voltar depois das três
Meu filho vai ter nome de santo
Quero o nome mais bonito

É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há

Me diz, por que que o céu é azul?
Explica a grande fúria do mundo
São meus filhos
Que tomam conta de mim
Eu moro com a minha mãe
Mas meu pai vem me visitar
Eu moro na rua, não tenho ninguém
Eu moro em qualquer lugar

Já morei em tanta casa
Que nem me lembro mais
Eu moro com os meus pais

(refrão)
Sou uma gota d'água
Sou um grão de areia
Você me diz que seus pais não te entendem
Mas você não entende seus pais

Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo
São crianças como você
O que você vai ser
Quando você crescer
# Exercícios:

1. A que gênero textual pertence esse texto?
a) poema b) música c) cordel d) prosa

2. Como você descreve o eu-lírico (aquele que se expressa) no texto?

3. Que sentimentos o eu-lírico expressa nesse texto?

4. Qual a linguagem empregada pelo eu-lírico nos versos?
a) formal b) informal c) técnica d) regional

5. Identifique no texto um exemplo de palavra ou frase empregada no sentido figurado? Explique sua resposta.

6. O que te chamou a atenção nos versos desse texto? Comente sua resposta.

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Análise da música “Pra Você Guardei o Amor”, de Nando Reis


Atividade de aula de português a partir da letra da música "Pra Você Guardei o Amor", de Nando Reis, com exercícios de interpretação de texto.

Leia os versos de “Pra Você Guardei o Amor”, de Nando Reis

Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir

Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir

Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar

Guardei
Sem ter por que
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar

Achei
Vendo em você
Explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
(...)

# Exercícios:

1. A que gênero textual pertence esse texto?
a) poema b) música c) cordel d) prosa

2. Como você descreve o eu-lírico (aquele que se expressa) no texto?

3. Que sentimentos o eu-lírico expressa nesse texto?

4. Qual a linguagem empregada pelo eu-lírico nos versos?
a) formal b) informal c) técnica d) regional

5. Identifique no texto um exemplo de palavra ou frase empregada no sentido figurado? Explique sua resposta.

6. O que te chamou a atenção nos versos desse texto? Comente sua resposta.

domingo, 9 de março de 2014

Atividade sobre “Relato de Viagem” (Saerjinho, 1º ano)




Questões do Saerjinho de Língua Portuguesa a partir de um "relato de viagem"

Leia o texto abaixo:

Capítulo XII
Partimos com o tempo encoberto, mas estável. Não teríamos de nos preocupar nem com calores cansativos nem com chuvas desastrosas. Um tempo próprio para o turismo. O prazer de galopar por um país desconhecido deixava-me de bom humor naquele início de aventura. Sentia toda a felicidade, todo o prazer e liberdade de um excursionista. Começava a gostar da viagem. “Afinal, o que estou arriscando?”, dizia-me. “Viajar por um país dos mais curiosos, escalar uma montanha bastante notável, na pior das hipóteses, descer ao fundo de uma cratera extinta! [...] Quanto à existência de uma galeria que acaba no centro do globo, pura imaginação! Pura impossibilidade! Vou tratar, então, de aproveitar o que a expedição tem de bom sem maiores problemas”. Quando concluí esse raciocínio, já havíamos saído de Reykjavik. Hans caminhava à frente num passo rápido, igual e constante.
Os dois cavalos carregados com nossas bagagens seguiam-no sem que fosse necessário conduzi-los. Eu e meu tio íamos atrás sem nos sairmos muito mal em nossos animais pequenos, mas vigorosos.
A Islândia é uma das maiores ilhas da Europa. Estende-se por mil e quatrocentas milhas e só conta com sessenta mil habitantes. Os geógrafos dividiram-na em quatro quartos, e tínhamos de atravessar quase obliquamente o que tem o nome de região de quarto do Sudvesterfjordhur. Ao deixarmos Reykjavik, Hans seguira imediatamente para a beira do mar. Atravessávamos magras pastagens que faziam o maior esforço para ser verdes; tinham maior facilidade em ser amarelas. Os cimos rugosos das massas traquíticas apareciam no horizonte entre as brumas do leste, e por momentos algumas placas de neve, concentrando a luz difusa, resplandeciam nas inclinações dos cumes afastados.
Alguns picos, mais ousados, perfuravam as nuvens cinzentas e reapareciam acima dos vapores moventes como escolhos que emergiam em pleno céu. Muitas vezes essas cadeias de rochas áridas lançavam uma de suas pontas ao mar e cortavam as pastagens; mas sempre havia lugar suficiente para passar. Além disso, nossos cavalos escolhiam instintivamente os lugares propícios sem nunca diminuir a marcha. Meu tio nem tinha o consolo de excitar sua montaria com a voz ou com o chicote; não lhe era permitido ser impaciente. Não podia evitar sorrir ao vê-lo tão alto em seu cavalinho, e, como suas pernas compridas roçavam o chão, parecia um centauro de seis pés. [...] (VERNE, Júlio, Viagem ao Centro da Terra)
# Exercícios:
1. Esse fragmento de texto apresenta características de
A) biografia.
B) crônica jornalística.
C) diário.
D) relato de viagem.
E) reportagem.

2. De acordo com esse texto, o narrador estava bem-humorado porque
A) fazia um deboche do tio montado no cavalinho.
B) galopava em terras desconhecidas.
C) montava em um cavalo pequeno.
D) sentia-se bem com o clima ameno e agradável.
E) viajava na companhia de seu tio.

3. A linguagem predominante no trecho “Meu tio nem tinha o consolo de excitar sua montaria com a voz ou com o chicote; não lhe era permitido ser impaciente.” (ℓ. 26-27) é
A) científica.
B) informal.
C) padrão.
D) regional.
E) técnica.

4. O terceiro parágrafo desse texto revela um narrador
A) detalhista.
B) impaciente.
C) melancólico.
D) orgulhoso.
E) solidário.

5. No trecho “Meu tio nem tinha o consolo de excitar sua montaria com a voz ou com o chicote;...” (ℓ. 26-27), o termo destacado estabelece uma relação de
A) adição.
B) alternância.
C) conclusão.
D) explicação.
E) oposição.

# RESPOSTAS (GABARITO)
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Atividade sobre o gênero textual “Crônica” (Saerjinho, 9º ano)




Questões do Saerjinho de Língua Portuguesa a partir de uma "crônica"

Leia o texto abaixo:

Sinais do tempo

Tudo estava pronto para a grande festa anual dos sinais gráficos. A comissão organizadora, formada pelo cifrão ($), pelo e comercial (&) e pelos dois parênteses (( )) tinha decidido que os pontos finais não seriam convidados e, se viessem, não entrariam. “São muito chatos, a todo momento entram na conversa dos outros paralisando as frases, que ficam cortadas, sem sentido”, justificou o cifrão.
Durante a festa, os sinais formavam rodinhas de bate-papo. Alguns alegres, outros tristes. A arroba (@), por exemplo, era de longe a mais feliz entre os convivas. Com a internet, estava sendo utilizada em todo o mundo. “Eu que cheguei a pensar que não mais seria usada para alguma coisa, além do preço do boi na bolsa, eis que a internet me rejuvenesceu”.
O trema (¨), coitado, era só tristeza. Usando sua linguagem erudita, lamentava para a crase. “Estou fenecendo a cada dia solerte amiga. Poucos me utilizam. Os jornais, então, quase todos aboliram-me. E o pior. Às vezes usam-me em cima de outras letras que não o U, em palavras de línguas estrangeiras, principalmente as bárbaras europeias, que não provêm do nosso saudoso latim”. A crase, que também tinha seus problemas, respondeu: “E eu, que quase ninguém sabe usar corretamente”.
A vírgula, trajando vestido roxo e longo, realçando suas formas curvilíneas, comentava com o dois pontos. “Caro colega, é impressionante como tem gente que me usa em excesso, me colocam até entre o sujeito e o verbo. Imagine você, fiquei sabendo de um leitor que ficou asmático depois de ler o livro de um escritor que me usava em profusão”.
A festa continuava. A orquestra tirava de letra as músicas, os convidados dançavam e bebiam. O ponto de exclamação (!), um dos mais esbeltos e elegantes, com seu smoking preto, perguntou à cedilha. “Parabéns por ter vindo desacompanhada do C”. Ela respondeu: “Você continua o mesmo galante de sempre e esta festa é o único lugar em que eu tenho sentido sozinha”.
De repente, na portaria do salão, veio o barulho de um entrevero entre um convidado e o ponto de interrogação (?), responsável pela segurança. “Ponto final não foi convidado, não pode entrar.”, bradou o interrogação, curvando-se ao baixinho bravo. “Meu amigo, procure entender, eu não sou ponto final. Sou asterisco (*). É que tive a horrível ideia de passar gel nos cabelos”.
NUNES, Otávio. Disponível em: <http://migre.me/dj8xs>. Acesso em: 14 mar. 2011.

# Exercícios:
1. Por suas características, esse texto é um exemplo de
A) crônica literária.
B) fábula.
C) lenda.
D) resenha crítica.
E) romance.

2. De acordo com esse texto, o asterisco foi impedido de entrar no salão porque
A) era baixinho.
B) era chato.
C) estava parecido com o ponto final.
D) estava triste.
E) veio desacompanhado do C.

3. Nesse texto há uma opinião em:
A) “Tudo estava pronto para a grande festa anual dos sinais gráficos.”. (ℓ. 1)
B) “‘São muito chatos, a todo momento entram na conversa dos outros...’”. (ℓ. 3-4)
C) “‘Estou fenecendo a cada dia solerte amiga. Poucos me utilizam.’”. (ℓ. 11)
D) “‘Às vezes usam-me em cima de outras letras que não o U,...’”. (ℓ. 12-13)
E) “‘Meu amigo, procure entender, eu não sou ponto final.’”. (ℓ. 27-28)

4. De acordo com esse texto, o sinal gráfico que usava uma linguagem erudita era
A) a arroba.
B) a crase.
C) a vírgula.
D) o asterisco.
E) o trema.

5. Nesse texto, as aspas foram usadas para
A) destacar o uso de expressões de tom irônico.
B) introduzir uma informação complementar.
C) isolar uma frase do texto.
D) marcar a fala das personagens.
E) ressaltar uma crítica.

6. No trecho “O ponto de exclamação (!), um dos mais esbeltos e elegantes, com seu smoking preto, perguntou à cedilha.” (ℓ. 21-22), o recurso estilístico que se destaca é
A) a comparação entre as personagens.
B) a personificação de seres inanimados.
C) a presença de ironia.
D) o exagero na descrição das personagens.
E) o uso de repetições.

7. No trecho “'Você continua o mesmo galante de sempre...'” (ℓ. 23), o termo destacado faz referência ao
A) asterisco.
B) cifrão.
C) ponto de exclamação.
D) ponto de interrogação.
E) trema.

8 No trecho “A arroba (@), por exemplo, era de longe a mais feliz entre os convivas.” (ℓ. 7), a expressão destacada foi usada para
A) destacar uma ação concluída.
B) enfatizar uma característica.
C) indicar distância.
D) marcar ironia.
E) sugerir indiferença.

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