sábado, 16 de junho de 2018
Atividade sobre Período Composto por Subordinação: as Orações substantivas
1. A respeito do anúncio, responda:
a) Qual a sua finalidade?
b) A quem ele é dirigido, principalmente?
c) A cédula rasgada que se vê é dinheiro de que país?
d) Que relação há entre a cédula rasgada e o enunciado verbal em destaque?
2. O enunciado verbal em destaque no anúncio consiste em um período composto, formado por duas orações, ligadas pela conjunção "que". Veja:
Só o SulAmérica Saúde evita que você faça isso com os recursos da sua empresa.
a) Qual é a predicação do verbo EVITAR?
b) Qual das duas orações é a principal? Qual é a subordinada?
c) Observe esta correspondência:
Só o SulAmérica Saúde evita | que você faça isso com os recursos da sua empresa.
Só o SulAmérica Saúde evita | isso.
VTD OD
Com base na correspondência que você observou, deduza: Qual é a função sintática da oração "que você faça isso com os recursos da sua empresa"?
# RESPOSTAS (GABARITO)
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Atividade sobre Orações Adverbiais - Período Composto
Leia o anúncio abaixo:
1. Em relação ao anúncio, responda:
a ) Que finalidade ele tem?
b) A quem ele se dirige?
2. Os anúncios publicitários normalmente apresentam parte verbal e parte não verbal.
a) Que imagens compõem a parte não verbal do anúncio?
b) Levante hipóteses: Por que, nesse anúncio, há pouco destaque para imagens?
3. Observe este enunciado:
"Quando você pensa em uma marca de carro, qual..."
a) Levante hipóteses: Como poderia ser concluída a segunda oração do período?
b) Com a segunda oração concluída, teríamos um período composto. Classifique as orações que formariam esse período composto.
4. O anúncio simula uma situação de diálogo direto com o interlocutor.
a) Que elementos do enunciado verbal comprovam isso?
b) A linguagem utilizada no anúncio é formal ou informal? Justifique sua resposta.
c) Que finalidade o tipo de linguagem empregada pelo anunciante tem em vista?
# RESPOSTAS (GABARITO)
Fonte: Português: Linguagens
Cinco dicas de interpretação de textos
Letrado não é aquele que decodifica uma mensagem: letrado é o indivíduo que lê e compreende o que lê. No Brasil, infelizmente, grande parcela da população sofre com o analfabetismo funcional, que nada mais é do que a incapacidade que um leitor tem de compreender textos — inclusive os textos mais simples — de gêneros muito acessados no cotidiano.
O analfabeto funcional não transforma em conhecimento aquilo que lê, pois sua capacidade de interpretação textual é reduzida. Ao contrário do que muitos pensam, o problema atinge pessoas com os mais variados níveis de escolaridade, e não apenas aqueles cuja exposição ao estudo sistematizado foi reduzida. Para que você possa aprimorar sua capacidade de interpretação, o sítio de Português elaborou algumas dicas que vão te ajudar a alcançar uma leitura proficiente, livre de quaisquer mal-entendidos. Boa leitura e bons estudos!
Cinco dicas de interpretação de textos
Dica 1: Livre-se das interferências externas
Sabemos que nem sempre é possível ter a tranquilidade desejada para estudar, ainda mais quando somos obrigados a conciliar várias atribuições em nossa rotina, mas sempre que possível, fique livre de interferências externas e escolha ambientes adequados para a leitura. Um ambiente adequado é aquele que oferece silêncio e algum conforto, afinal de contas, esses fatores influenciam de maneira positiva os estudos. Ruídos e interferências durante a leitura reduzem drasticamente nossa capacidade de concentração e, consequentemente, de interpretação.
Dica 2: Sempre recorra a um bom dicionário
Quem nunca precisou interromper a leitura diante de um vocábulo desconhecido? Essa é uma situação corriqueira, mesmo porque o léxico da língua portuguesa é extenso. É claro que desconhecer o significado de algumas palavras pode atrapalhar a interpretação textual, por isso, o ideal é que você, diante de um entrave linguístico, consulte um bom dicionário. Na impossibilidade de consultar um dicionário, anote a palavra para uma consulta posterior. É assim que um bom vocabulário é construído, e acredite: ele sempre estará em construção, pois estamos constantemente em aprendizado.
Dica 3: Prefira a leitura no papel
Sabemos que a tecnologia nos oferece diversos suportes que facilitam e democratizam a leitura e que os livros digitais são uma realidade. Contudo, sempre que possível, opte por livros ou documentos físicos, isto é, impressos. O papel oferece a oportunidade de ser rabiscado, nele podemos fazer anotações de maneira rápida e prática, além de ser a melhor opção para quem tem dificuldades de interpretação textual.
Dica 4: Faça paráfrases
A paráfrase consiste em uma explicação livre e desenvolvida de um fragmento do texto e também dele completo. Ao ler um parágrafo mais complexo, você pode fazer uma pausa para tentar explicá-lo com suas próprias palavras: isso facilitará a compreensão e a assimilação daquilo que está sendo lido.
Dica 5: Leia devagar
Ler apressadamente é um exercício que dificilmente transformará informação em conhecimento. O cérebro precisa de tempo para processar a leitura, por isso, evite ler em situações adversas. Uma leitura feita com calma permitirá que você retome parágrafos — e poucas coisas são mais eficientes para a interpretação textual do que a releitura —, consulte o dicionário e faça paráfrases e anotações, ou seja, todas as dicas anteriormente citadas dependem, sobretudo, dessa leitura cuidadosa.
Por Luana Castro
Graduada em Letras
Atividade para Copa do Mundo com o conto "O dono da bola", de Ruth Rocha
Atividade para aula de língua portuguesa/literatura a partir da leitura e interpretação do conto "O dono da bola", de Ruth Rocha
Leia o conto abaixo:
"O dono da bola", Ruth Rocha
O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
– Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
– Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo...
– Espírito esportivo, nada! – berrava Caloca. – E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
– Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
– Se eu não for o capitão do time, vou embora!
– Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
– Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.
Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:
– A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!
– Pois é isso mesmo! – disse o Beto, zangado. – É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!
– Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.
E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.
Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.
Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.
– Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.
Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.
E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:
– Viva o Estrela-d’Alva Futebol Clube!
– Viva!
– Viva o Catapimba!
– Viva!
– Viva o Carlos Alberto!
– Viva!
Então o Carlos Alberto gritou:
– Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!
# Exercícios:
1) Quem é o protagonista, isto é, o personagem principal da história?
2) Quem narra a história participa dela ou não?
3) Carlos Alberto costumava fazer chantagem e impor condições para emprestar sua bola de couro. Comprove a afirmação com uma frase retirada do texto.
4) Qual era a finalidade da reunião que Catapimba, o secretário do time, resolveu fazer?
5) Qual era o nome do time?
6) Ao final, o time saiu campeão. Se Carlos Alberto tivesse continuado com o mesmo comportamento de antes, tu achas que o time sairia vitorioso? Justifique sua resposta.
7) Relacione as ações às reações dos personagens:
(1) O juiz marca falta.
(2) Catapimba fez uma reunião para resolver o problema.
(3) Caloca se arrepende e pede para voltar ao time.
(4) O time conquista a vitória no campeonato.
( ) Caloca retira-se do time, isolando-se dos colegas.
( ) Todos se abraçam e gritam “viva”.
( ) Caloca grita: “Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!”
( ) Os colegas recebem Caloca de volta ao time.
8) Carlos Alberto apresenta características diferentes no decorrer dos três momentos da narrativa. Faça a devida associação:
(1) 1° momento (2) 2° momento (3) 3° momento
( ) solitário ( ) briguento ( ) cooperativo
( ) egoísta ( ) zangado ( ) arrependido
( ) chantagista ( ) amigável ( ) encrenqueiro
9. Relacione o tema da história do texto com o fato de a Copa do Mundo de futebol neste ano ser realizada no Brasil.
terça-feira, 12 de junho de 2018
Aula: Análise da música "Veja bem, meu bem", de Los Hermanos
Veja bem, meu bem (Los Hermanos)
Composição: Marcelo Camelo
Veja bem, meu bem
Sinto te informar que arranjei alguém
pra me confortar.
Este alguém está quando você sai
E eu só posso crer, pois sem ter você
nestes braços tais.
Veja bem, amor.
Onde está você?
Somos no papel, mas não no viver.
Viajar sem mim, me deixar assim.
Tive que arranjar alguém pra passar os dias ruins.
Enquanto isso, navegando vou sem paz.
Sem ter um porto, quase morto, sem um cais.
E eu nunca vou te esquecer amor,
Mas a solidão deixa o coração neste leva e traz.
Veja bem além destes fatos vis.
Saiba, traições são bem mais sutis.
Se eu te troquei não foi por maldade.
Amor, veja bem, arranjei alguém
chamado saudade.
Exercícios:1. A palavra “bem” aparece duas vezes no título da música. Explique em que sentido ela é usada em cada uma dessas vezes.
2. Como você acha que o “eu” da canção está se sentindo? Que passagens do texto te levaram a concluir isso?
3. O eu da música insinua que está se relacionando com uma outra pessoa. Explique de que maneira o compositor constrói essa expectativa e como ele rompe com ela.
4. Explique o verso: “Somos no papel, mas não no viver”.
5. No primeiro verso da quinta estrofe da canção, o autor faz referência a “fatos vis”. Na sua opinião o que seria um fato vil e quais deles são apontados na música?
6. A música trata de uma separação? Justifique sua resposta.
7. Você acha que o relato presente na música foi de fato realizado diante de uma pessoa concreta ou aconteceu de outra maneira? Qual? Justifique sua resposta.
8. Se você fosse o interlocutor desse texto, quais seriam suas reações no decorrer da leitura e como você responderia a ele?
# Clique aqui e conheça nossa lista de atividades de interpretação com letras de música:
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