quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Aula sobre Classificação do Sujeito e do Predicado (atividades)


# Estrutura da frase (Parte II)

# Classificação do sujeito
a) Sujeito simples - tem apenas um núcleo
"O aluno fez o dever"

b) Sujeito composto - há dois ou mais núcleos.
"O aluno e a professora fizeram o dever".

c) Sujeito implícito (oculto) - não está explícito, mas pode ser identificado.
"Fizemos o dever." (Nós)

d) Sujeito indeterminado - existe, mas não se pode determinar.
"Fizeram o dever"

e) Oração sem sujeito - verbos que exprimem fenômeno da natureza / verbos indicando tempo.
"Chove muito" / "Faz tempo que não chove"

# Exercício:
1. Elabore uma frase (para cada classificação do sujeito) sobre o tema "cuidados com a dengue".
a) Simples
b) Composto
c) Implícito
d) Indeterminado
e) Oração sem sujeito

# Classificação do predicado
a) Predicado verbal - Indica ação; tem um verbo como núcleo.
Ex.:  "O aluno fez o dever."

b) Predicado Nominal - Indica estado; possui um nome (substantivo ou adjetivo) como núcleo;
Ex.: "O aluno é estudioso".
   
     # Exercício:
1. Elabore uma frase (para cada classificação do predicado) sobre o tema "sexo seguro".
a) verbal

b) nominal

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Aula sobre Estrutura da Frase (sujeito e predicado)


# Assunto: Estrutura da Frase

* Frase é uma construção com sentido completo. É limitada por um ponto.
Ex.: "O aluno estuda."  / "Chegamos?" / "Estou muito feliz!"

# Exercício:
1. Escreva um pequeno texto contendo 3 frases sobre quais os seus planos após concluir o Ensino Médio.

* A Frase, geralmente, é composta por sujeito e predicado.

* O sujeito é o termo da frase que concorda com o verbo em número e pessoa.
Ex.: "O aluno estuda." / "Ele chegou." /

* O predicado é a parte da frase que contém "a informação nova para o ouvinte" e, normalmente, refere-se ao sujeito.
Ex.: "O aluno estuda".

# Exercícios:
2. Identifique o sujeito das frases abaixo:
a) Os alunos e as professoras subiram para as salas de aula.
b) As testemunhas foram ouvidas.
c) Nas férias, pintaram as salas de aula.
d) Olhamos todos os livros da biblioteca.
e) Choveu durante toda a noite.

3. Crie um predicado para cada sujeito abaixo:
a) Os deveres de aula
b) O carnaval
c) Nós
d) Os homens e as mulheres
e) O preconceito

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Como e Por Que Ler para um Bebê?



Muitos pais perguntam quando devem começar a ler em voz alta para os filhos. Em geral, eles têm consciência da importância de estimular a leitura desde cedo. Mas muitas vezes não sabem como fazê-lo, não têm noção da quantidade de benefícios que essa prática pode proporcionar e possuem ainda alguns questionamentos que pretendo responder aqui.

Ler para um bebê na barriga da mãe não é uma tremenda perda de tempo?

Por volta do terceiro trimestre de gestação os bebês já são sensíveis a sons, inclusive à voz das mães. Experimentos demonstraram que recém-nascidos são capazes de reconhecer histórias que ouviram muitas vezes quando estavam no útero. A exposição a elas provocava a diminuição da freqüência cardíaca nos bebês, o que sugere que ouvir as histórias os deixava mais tranqüilos e concentrados – algo similar acontece com a música. Por isso, é recomendável que os pais leiam para bebês que ainda estão no ventre materno, sobretudo a partir do momento em que começam a ouvir a voz da mãe (por volta da  22a semana de gestação).

Se o bebê ainda não fala, por que ler para ele?

Após o nascimento do bebê, a leitura em voz alta proporciona uma série de benefícios:

– Estreitamento da relação afetiva entre pais e filho.

– Desenvolvimento da compreensão auditiva, determinante para a futura compreensão de textos.

– Treinamento da memória auditiva de curto prazo.

– Enriquecimento do vocabulário e contato com frases mais extensas e estruturas sintáticas menos comuns na linguagem oral. Livros sem palavras ou com uma linguagem muito prosaica obviamente não proporcionam esses benefícios.

– Entendimento gradual de que a palavra escrita representa a palavra falada, fator determinante para um posterior sucesso em leitura.

– Aquisição do gosto pelos livros e pela leitura. Para tanto, é importante não só que os pais leiam para os filhos, como também que os filhos vejam os pais lendo sozinhos.

Além disso, crianças expostas à leitura desde cedo tendem a ter um melhor desempenho em leitura e compreensão de textos no Ensino Fundamental.

Lembro que esses benefícios dependem muito da freqüência da leitura, da qualidade da interação verbal realizada e, de maneira geral, da forma como os pais realizam a leitura.

Como ler para bebês com menos de 1 ano?

Ao ler para um bebê com menos de 1 ano, interaja verbalmente com ele. Leia um trecho da história, apontando para as ilustrações. Mantenha tanto quanto possível o contato visual. Gestos e modulações da voz também são boas estratégias para chamar a atenção. Observe que ele responderá à leitura com um contato visual, movimentando o corpo ou balbuciando algo: é assim que os bebês “conversam”. Isso também é uma prova de que estão atentos, embora ainda não sejam capazes de responder com palavras.

Não tenha pressa: se seu filho se interessar por uma ilustração, deixe que ele a aprecie. Também é fundamental ler pausadamente, enunciando de maneira clara cada palavra.

A voz materna é especialmente atraente para o bebê, portanto é bom que a mãe leia para o filho. E os pais podem trazer para a leitura algumas características da “fala materna”, que empregam naturalmente em suas “conversas” com os bebês: aumentar o volume da voz, falar mais lentamente e pronunciar as palavras com mais clareza, para que os bebês escutem melhor; destacar e prolongar as vogais, facilitando a percepção dos padrões lingüísticos; usar um registro mais agudo da voz; falar de maneira melodiosa e carinhosa. Essa forma particular de os adultos se dirigirem ao bebê também tem um impacto emocional positivo.

Mas meu bebê não fica quieto…

Não pense que seu bebê se manterá imóvel e em silêncio enquanto você lê para ele. Bebês costumam mexer-se bastante e às vezes respondem à estimulação verbal com o corpo. Isso é normal e não significa que eles não estejam prestando atenção!

Durante a leitura em voz alta, se o bebê quiser manipular o livro, deixe-o fazê-lo por algum tempo e depois retome a leitura. Ele aprenderá pouco a pouco a manusear um livro, a passar as páginas, a segurá-lo corretamente, a apreciar as imagens… Manipular livros cria familiaridade com eles, além de desenvolver um apreço precoce por esses objetos que os bebês ainda não são capazes de explorar por si sós de outra forma.

A partir dos 6 meses, um bebê é capaz de manusear livros cartonados, de pano ou plástico, mas em geral leva-os imediatamente à boca. Se seu filho se mostrar um “leitor” demasiado voraz, buscando tomar o livro para si o tempo todo, uma opção é dar a ele um objeto para manipular enquanto você lê. Embora brincando com o objeto, ele estará absorvendo o que escuta. Os bebês têm muita dificuldade para se fazer entender – já que ainda não conseguem falar –, porém são incrivelmente capazes de absorver o que lhes dizem.

Para evitar que o bebê fique muito agitado durante a leitura, escolha um ambiente silencioso e sem muitas distrações. Estabelecer um horário fixo do dia para ler também pode ajudar: eles se sentirão mais seguros e tranqüilos se a leitura fizer parte da rotina. Fazendo isso, você também estará promovendo o desenvolvimento do hábito de leitura.

Será que ele entende alguma coisa?

Os bebês só começam realmente a compreender algo do que é lido por volta dos 6 meses, quando passam a entender que uma palavra ouvida pode representar um objeto, uma pessoa ou um fato. Reconhecem primeiramente palavras com que têm contato mais freqüente, como “mamãe”, “papai”, “irmão”, “leite”, “mamadeira”, “papinha”, “água” e “berço”.

Aos 10 meses, os bebês já conseguem entender cerca de 40 palavras, número relativamente alto. E muitos são capazes de compreender frases de até 3 palavras. Na fase do balbucio, os bebês conseguem entender muitas das palavras que escutam, embora não as consigam pronunciar.

Porém, ao ler para um bebê de menos de 1 ano, fazer com que ele compreenda o texto não é o objetivo principal da leitura!

Como escolher o livro?

Para crianças de até 18 meses são indicados os livros cartonados, de pano ou de plástico, não só porque resistem ao instinto de levar tudo à boca e às investidas das mãozinhas, mas também por serem mais fáceis de manusear. Uma criança de 18 meses, por exemplo, ainda não é capaz de folhear um livro com páginas de papel de baixa gramatura, mas pode fazê-lo tranqüilamente com um livro cartonado. Para facilitar o manuseio, opte por livros pequenos.

Dos 6 aos 18 meses, livros com texturas, figuras coloridas, ilustrações de animais e objetos despertam bastante a atenção dos bebês. Livros com fotos de bebês são especialmente fascinantes e podem ser usados para a ampliação do vocabulário de escuta. Nomeie para seu filho cada parte do rosto dos bebês (nariz, boca, olhos, testa, queixo etc.) e aponte a seguir a parte correspondente no rosto dele. Diga, por exemplo: “Veja o nariz do bebê. Você também tem um nariz. Veja os olhos do bebê. Você também tem olhos”.

Ouvir os pais nomeando objetos que ele reconhece ajuda o bebê a aumentar seu vocabulário e a entender que ilustrações representam coisas reais. Nomeie um objeto na ilustração e aponte para a imagem. À medida que ele for aprendendo a falar, passe a apontar para as imagens e pedir que ele mesmo nomeie os objetos. Você também pode usar um livro com figuras de animais e perguntar, por exemplo, “Como é que o cachorro faz? Como é que a vaca faz?”.

Dos 18 meses em diante, opte por textos rimados (poesias, parlendas e letras de canções folclóricas) e ricos em repetições. Narrativas rimadas, fábulas em versos e histórias acumulativas costumam agradar os pequeninos, além de serem memorizadas com certa facilidade. Invista ainda em livros com muitas ilustrações atraentes e belas, possibilitando as práticas da nomeação (apontar um objeto ou cena e dizer o que é – ou pedir que a criança o faça), descrição de cenas e objetos e construção de enredos a partir das imagens. Com suas próprias palavras, crianças de 2 anos já começam a completar trechos familiares de suas histórias favoritas, mesmo sem que você as estimule a fazê-lo.

E por que não ler para seu bebezinho trechos de grandes clássicos da literatura vez ou outra? Mas não caia na tentação de adaptar por conta própria a linguagem desses clássicos por julgá-la muito difícil para crianças tão pequenas. Os grandes autores são grandes exatamente por seu modo singular de trabalhar com a linguagem! A escuta da poesia, em especial, tem a propriedade de aguçar a sensibilidade para sons e padrões rítmicos, como lembrou o poeta Érico Nogueira em entrevista para o blog – ele recita poesias em vários idiomas para os filhos desde que estavam na barriga da mãe e tem obtido ótimos resultados.

Enfim, você pode e deve partilhar leituras com seus filhos desde cedo, cuidando que a leitura seja algo habitual e prazeroso e o livro algo íntimo e sempre presente.

Fonte: Carlos Nadalim

sábado, 7 de janeiro de 2017

Dicas: 4 estratégias para fazer os alunos te escutarem



Muito tempo do professor é gasto em pesquisas, encontrar material pertinente, pensar sobre a estratégia de ensino e chegar à classe. Planejar uma aula requer tempo e dedicação, esforços que podem ser em vão caso os alunos ficam dispersos durante os 50 minutos ou mais. A falta de atenção e as conversas são mais comuns nas aulas que antecedem e se seguem ao recreio e, neste período, fica difícil conseguir retomar o controle da turma.

Uma opção comum aos professores é aumentar o volume da voz para chamar a atenção da classe. E aqui você vai aprender quatro técnicas para ser ouvido entre seus alunos sem precisar optar pelo grito.
Confira:

Tática 1: Conseguem ouvir? Escolha um instrumento de percussão como um triângulo, um tambor ou um pandeiro. Peça que os alunos levantem a mão se conseguirem ouvir o som que ele emite. Vá tocando e diminuindo progressivamente seu volume até que fique quase imperceptível. O objetivo é centrar a atenção dos alunos através da audição.

Tática 2: Me siga! Diga aos alunos que, quando eles estiverem distraídos, você mandará um sinal que apenas os que tiverem atentos conseguirão ouvir. O sinal pode ser um gesto como tapar um olho ou acariciar a própria cabeça, desde que não emita nenhum som. Com isso, captará a atenção do grupo através da linguagem corporal e consciência do ambiente ao redor.

Tática 3: Recitando um poema Ensine aos estudantes um poema fácil e peça para que eles decorem. Quando estiverem dispersos, comece a recitá-lo em voz alta até que toda turma o acompanhe. Assim, você retomará a atenção da classe com o som e a repetição conjunta.

Tática 4: Fechar os olhos e respirar Coloque uma música tranquila e peça para os alunos taparem os olhos e respirarem fundo acompanhando a melodia. Sugira que eles percebam o movimento de entrada e saída do ar pelo corpo. Quando estiverem mais calmos, peça para que abram os olhos e retome a aula.

Fonte e Texto: http://www.soescola.com/ Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 1 de janeiro de 2017

Dez características de países que são superpotências educacionais



As superpotências educacionais asiáticas ocupam os primeiros lugares
Quando se fala em rankings globais de educação a história parece se repetir. As superpotências educacionais asiáticas ocupam os primeiros lugares e, para o resto do mundo, sobram dúvidas e recriminações.

Para os ministros da Educação de grande parte do mundo este deve ser um momento difícil, no qual eles precisam encontrar algum aspecto positivo para destacar e tentar explicar a razão de seus países estarem mais uma vez no meio ou até nas últimas colocações da lista.

Cingapura dominou os resultados do Programa de Avaliação Internacional de Alunos (Pisa, na sigla em inglês), divulgados no começo de dezembro, nas três áreas avaliadas, Matemática, Ciência e Leitura.

Cerca de 540 mil estudantes de 15 anos em 70 países participaram do exame, realizado a cada três anos pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

No ranking de Ciência, Cingapura foi seguida outra potência asiática da educação, Japão. Em terceiro, a Estônia. No de Leitura, o segundo e terceiros lugares ficaram com China (Hong Kong) e Canadá. E no de Matemática , Hong Kong e Macau (também China).

Mas o que estes países fizeram para chegar a este patamar? O que eles têm que outros países não têm?

Veja algumas das características destes vencedores.

1 - É melhor estar na Ásia Oriental
Cingapura está em primeiro lugar, seguida pelo Japão. Outros daquela região estão entre os dez primeiros como Taiwan, Macau, Hong Kong, China, Vietnã. A Coreia do Sul está em 11º lugar.

2 - Um pouco de conformismo?

Falando de uma forma muito diplomática, a expectativa em muitos dos países que ocupam as primeiras posições geralmente é que as pessoas obedeçam as ordens que recebem.

Uma cultura conformista e concentrada, um senso de objetivo coletivo ou até um Estado onde exista apenas um partido, sem oposição, frequentemente são elementos que podem ser observados entre os países mais bem colocados.

Mas há exceções: a Finlândia ficou em quinto lugar e este é um país com um sentimento forte de independência liberal.

3 - Melhor não ter recursos naturais

Existe um fenômeno em educação chamado "a maldição dos recursos" que mostra que as economias cuja base são os recursos naturais - como as que dependem em grandes reservas de petróleo - têm uma tendência a performances ruins no setor de educação.
Países do Oriente Médio podem ser citados como exemplo. Como motivar uma pessoa que espera ser rica independente de seus resultados na escola?
Os países pequenos e com poucos recursos, por outro lado, precisaram aprender rapidamente como viver e progredir a partir de sua própria inteligência. Por exemplo, há 60 anos a Coreia do Sul tinha um dos piores índices de analfabetismo do mundo, agora muitos de nós estamos assistindo programas em aparelhos de televisão criados ou fabricados naquele país.

4 - Aposte nos professores

Andreas Schleicher, guru educacional da OCDE, tem uma frase: "Nenhum sistema de educação pode ser melhor do que a qualidade de seus professores".
E a classificação no Pisa demonstra isso: o sucesso está unido à oferta de professores de boa qualidade.
Não importa quais as declarações polêmicas dos ministro de Educação, tudo se resume em um bom investimento nos professores.

5 - Ser uma nação (relativamente) jovem
Os países mais bem colocados em rankings educacionais podem ter culturas antigas, mas uma característica interessante deles é que muitos são Estados relativamente novos ou tiveram suas fronteiras reconstituídas recentemente.
A Finlândia vai celebrar seu centenário em 2017 e a Coreia do Sul e Cingapura, em suas atuais formas políticas, são produtos do século 20.
O Vietnã, que saiu de uma guerra na década de 1970 foi um dos que melhoraram mais rapidamente seu sistema educacional, ultrapassando os Estados Unidos e os dinossauros da velha Europa.

6 - Ter um vizinho grande que brilhe mais que você
Outra característica surpreendente dos países mais bem posicionados em rankings de educação é o quanto eles tiveram que lutar para conseguir um lugar ao sol por causa de um vizinho muito maior.


As histórias de sucesso em países europeus nos últimos anos - na Finlândia, Polônia e Estônia - mostram que eles tiveram que sair da sombra do antigo bloco soviético.

A Coreia do Sul e Hong Kong têm como vizinha a China. Cingapura é uma cidade-estado minúscula cercada por vizinhos bem maiores em tamanho e população.

A educação é que permite a todos estes países competirem com os países maiores.

7 - Não é uma competição por eliminação
As classificações em rankings de educação se baseiam na proporção de jovens que conseguem alcançar algum ponto de referência de capacidade
Os ganhadores serão aqueles países que presumem que todos devem cruzar esta linha de chegada, alcançar este padrão, até os mais pobres - e esta é uma característica que marca os mais bem-sucedidos sistemas educacionais da Ásia.
Eles colocam os melhores professores cuidando dos alunos mais fracos para garantir que todos alcancem o padrão básico.
O sistema ocidental, por sua vez, aborda a educação como uma corrida de cavalos, com a expectativa de que poucos dos que começam a corrida alcancem a meta.


E as classificações refletem esta diferença fundamental.

8 - Copiar dos melhores
É difícil separar os sistemas educacionais da política e da cultura onde eles se desenvolvem.
Por mais que todos gostem de falar de "inovação", há muita pressão de todos os lados contra a mudança.
Mas muitos dos países com alto rendimento não tem nenhum problema em pegar as melhores ideias de outros países e usá-las em suas próprias escolas.

9 - Planejar para o longo prazo em um mundo onde tudo é no curto prazo
Dez anos ou até mais podem passar antes que as mudanças em um sistema educacional façam alguma diferença positiva a ponto de mudar o lugar do país em rankings globais do setor.
E isto não é um grande incentivo para a curta vida útil de um gabinete de ministro da Educação.
Em alguns países os ministros podem ser trocados várias vezes até em uma questão de dias.
A grande mensagem que os países precisam entender a partir destes rankings globais de educação é que os dois fatores necessários são coerência e continuidade.

10 - Culpe todo mundo

É preciso muito tempo para mudar a educação de um país e para notar estas mudanças.
Então os ministros desta pasta podem se vangloriar de qualquer coisa que tenha sucesso e culpar todos os da administração anterior pelos fracassos.

Fonte: Uol Educação
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...