segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Atividade: Texto, discurso e gêneros do discurso II


Leia o anúncio a seguir e responda às questões de 1 a 3.

1. O anúncio é constituído por linguagem verbal e linguagem não verbal. Observe a parte visual do anúncio. Nela se destaca um conjunto de marcas.
 a) Essas marcas são de quê?
 b) Você, quando era bebê, provavelmente deixou marcas como essas. Com que finalidade elas são feitas?

2. O anúncio foi publicado em um jornal, no segundo domingo de maio de 2005, dia em que se comemorava o Dia das Mães.
a) Qual era a finalidade do anúncio?
b) A quem você acha que o anúncio se dirigia? Por quê?
c) Ao incluir essas marcas, o que o anunciante pretendia provocar nos leitores? Justifique sua resposta.

3. Quando lemos um jornal, é normal ficarmos com as mãos sujas de tinta. Observe o enunciado verbal do anúncio. Considerando-se o contexto, ele apresenta ambiguidade, isto é, duplo sentido.
a) Quais são esses sentidos?
b) O fato de o enunciado referir-se ao nascimento dos bebês como uma das “melhores notícias da vida” pode ser tomado como um elogio às mães? Por quê?

Fonte: Português: Linguagens, Cereja e Magalhães Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Atividade de Língua Portuguesa - "Especial Carnaval"


Atividade para aula de língua portuguesa por meio de exercícios a partir de análise e interpretação da música "País Tropical", de Jorge Ben Jor

Leia a música "País Tropital", de Jorge Ben Jor e Wilson Simonal:

País Tropical
Moro num país tropical,
abençoado por Deus
E bonito por natureza,
mas que beleza
Em fevereiro (em fevereiro)
Tem carnaval (tem carnaval)  
Tenho um fusca e um violão
Sou Flamengo
Tenho uma nêga
Chamada Tereza
Sambaby
Sou um menino de mentalidade mediana
Pois é, mas assim mesmo sou feliz da vida
Pois eu não devo nada a ninguém
Pois é, pois eu sou feliz
Muito feliz comigo mesmo

Eu posso não ser um band leader
Pois é, mas assim mesmo lá em casa
Todos meus amigos, meus camaradinhas me respeitam
Pois é, essa é a razão da simpatia
Do poder, do algo mais e da alegria
Sou Flamê
Tê uma nê
Chamá Terê
Do meu Brasil
Sou Flamengo
E tenho uma nêga
Chamada Tereza

# Exercícios:
1.  O texto “País Tropical” é poético. Qual o tema central dessa música?

2. Identifique fragmentos em que se revela um trabalho com a sonoridade (som e ritmo) nessa canção.

3. O Brasil é um tema comum no texto. Qual é a imagem do Brasil que ele constrói?

4. Que sentimentos o eu-lírico revela em relação ao país?

5. No texto, podemos observar que o eu-lírico está imerso em um modo de viver a vida. Explicite a situação em que se encontra esse eu-lírico.

6. Em sua opinião, a música "País Tropical" se aproxima mais do que poderíamos chamar de “erudito” ou se aproxima mais do que poderíamos chamar de “popular”? Justifique a sua resposta, caracterizando a linguagem utilizada pelo texto. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

# Clique aqui e conheça nossa lista de atividades de interpretação com letras de música:
https://diogoprofessor.blogspot.com/2018/06/lista-de-atividades-de-analise-de.html

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Atividades de Língua Portuguesa - "Especial Carnaval"



O anúncio ao lado faz propaganda de  um canal de tevê por assinatura chamado  Shoptime. Leia-o para responder às questões de 1 a 4.

1. O anúncio é quase todo constituído por  adjuntos adverbiais.
a) Identifique-os e classifique-os.
b) Que tipo de adjunto adverbial predomina no texto? O de tempo.
c) Que relação há entre esse tipo de  adjunto adverbial e o tipo de serviço  que o Shoptime presta?

2. O canal Shoptime apresenta e vende  produtos por telefone. Observe, na  parte superior do anúncio, o emprego  da palavra tentação.
a) O que essa palavra significa?
b) Para você, essa palavra pode ser  associada ao carnaval? Por quê?
c) Na sua opinião, por que, segundo  o anunciante, no canal de televisão  Shoptime também vai ter tentação?
d) Na sua opinião, por que o relógio da  figura está torto, amolecido?

3. Sabendo que esse anúncio foi publicado na revista da NET (serviço de tevê  por assinatura), relacione a imagem  do anúncio ao texto e responda: A  quem esse anúncio pretende atingir?  Por quê?

4. Compare o anúncio ao quadro do pintor surrealista Salvador Dalí, ao lado.
a) Que semelhança você nota entre  eles? A presença de relógios amolecidos.
b) Na sua opinião, essa semelhança  valoriza o anúncio e o leitor?

# RESPOSTAS (GABARITO)

Fonte: Português: Linguagens — William Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães

Leia também:
Atividades sobre adjunto adverbial
Atividades sobre adjunto adverbial (7º ano)
Atividades sobre Orações Subordinadas Adverbiais Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Atividade para Copa do Mundo com o conto "O dono da bola", de Ruth Rocha




Atividade para aula de língua portuguesa/literatura a partir da leitura e interpretação do conto "O dono da bola", de Ruth Rocha

Leia o conto abaixo:

"O dono da bola", Ruth Rocha

O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
– Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
– Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo...
– Espírito esportivo, nada! – berrava Caloca. – E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
– Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
– Se eu não for o capitão do time, vou embora!
– Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
– Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.
Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:
– A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!
– Pois é isso mesmo! – disse o Beto, zangado. – É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!
– Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.
 E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.
Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.
Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.
– Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.
Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.
E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:
– Viva o Estrela-d’Alva Futebol Clube!
– Viva!       
– Viva o Catapimba!
– Viva!
– Viva o Carlos Alberto!
– Viva!
Então o Carlos Alberto gritou:
– Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!

# Exercícios:
1) Quem é o protagonista, isto é, o personagem principal da história?

2) Quem narra a história participa dela ou não?

3) Carlos Alberto costumava fazer chantagem e impor condições para emprestar sua bola de couro. Comprove a afirmação com uma frase retirada do texto.

4) Qual era a finalidade da reunião que Catapimba, o secretário do time, resolveu fazer?

5) Qual era o nome do time?

6) Ao final, o time saiu campeão. Se Carlos Alberto tivesse continuado com o mesmo comportamento de antes, tu achas que o time sairia vitorioso? Justifique sua resposta.

7) Relacione as ações às reações dos personagens:
(1)  O juiz marca falta.
(2)  Catapimba fez uma reunião para resolver o problema.
(3)  Caloca se arrepende e pede para voltar ao time.
(4)  O time conquista a vitória no campeonato.

(     ) Caloca retira-se do time, isolando-se dos colegas.
(     ) Todos se abraçam e gritam “viva”.
(     ) Caloca grita: “Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!”
(     ) Os colegas recebem Caloca de volta ao time.

8) Carlos Alberto apresenta características diferentes no decorrer dos três momentos da narrativa. Faça a devida associação:
(1)   1° momento     (2)   2° momento     (3)   3° momento

(     ) solitário          (     ) briguento          (     ) cooperativo
(     ) egoísta           (     ) zangado            (     ) arrependido
(     ) chantagista      (     ) amigável           (     ) encrenqueiro

9. Relacione o tema da história do texto com o fato de a Copa do Mundo de futebol neste ano ser realizada no Brasil. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Interpretação de Texto | Sabe o Português?




Sabe o Português? 

[...] temos muitos modos. Mas não só modos de boa educação, daqueles que sua mãe aconselha a mostrar às visitas; e sim modos verbais. Dispomos de três, cada qual subdividido em tempos: indicativo, subjuntivo e imperativo - o menos usado e mais legal. Ou você não acharia o máximo dizer "faze tu!" quando seu irmão pede alguma coisa?
Mas vamos nos ater ao indicativo, que exprime algo certo. Nele, conjugamos em seis tempos: presente (ok), pretérito imperfeito (que não trata necessariamente de um passado maculado), pretérito perfeito (tampouco se refere a uma biografia certinha), pretérito mais-que-perfeito (mania de grandeza!), futuro do presente (eu pensava "mas, afinal, isso é futuro ou presente?") e, pasme, futuro do pretérito (que embananou de vez minha cabeça ginasial).
Portanto, irmão em língua, conjuguemos. Eu conjugo, tu conjugas, ele conjuga. Nós conjugamos, vós conjugais, eles conjugam. Fácil, pois trata-se de um verbo regular de primeira conjugação. É só trocar por qualquer outra ação terminada em -ar e copiar os finais: eu copio, tu copias, ele copia. Nós copiamos, vós copiais, eles copiam.
A não ser que o verbo em questão seja irregular. Alguns nem chegam a mudar tanto, mas outros só podem estar de sacanagem. Como o verbo ir. Tão pequeno e tão feroz, o danado é uma anomalia. Literalmente: ir é um verbo anômalo, ou seja, tem mais de um radical quando conjugado. Vejamos, em rápido passeio pelos tempos: eu vou, eu ia, eu fui, eu fora, eu irei, eu iria. Que vá você. Se eu fosse. Quando eu for. Não vás. Ou vá, você é quem sabe! Já podia ter ido. Eu tô indo. E pensar que chegamos à escola já intuindo boa parte disso. Por isso que eu digo: Português é para os fortes.

PASSOS. Clarissa. Garotas que dizem ni! 
Disponível em: <web.archive.org/web/2005111523051O/http://www.garotasquedizemni. 
com/archives/00150Ll.php>. Acesso em: 6 jun. 2013. (Fragmento). 

1. O texto trata das dificuldades existentes, na língua portuguesa, no aprendizado dos verbos e das noções a eles associadas. Quais são essas dificuldades?
>  Por que, segundo a autora do texto, o Imperativo é o modo "mais legal"?

2. Ao tratar dos verbos regulares e irregulares, a autora destaca que alguns oferecem menor dificuldade de conjugação. Quais deles são mais fáceis de conjugar? Por quê?
a) Como a autora exemplifica essa facilidade?
b) Por que, do ponto de vista gramatical, os verbos irregulares ou anômalos são mais difíceis de serem conjugados?

3. A autora se refere ao verbo ir como uma anomalia. Explique por quê.
a) Algumas das formas do verbo ir identificam-se com outras do verbo ser. Do texto apresentado, transcreva as passagens em que isso ocorre.  '
b) Do ponto de vista gramatical, como pode ser explicada essa identidade formal entre esses dois verbos, nas passagens identificadas? Apresente exemplos de frases em que se verifique essa igualdade.

# RESPOSTAS (GABARITO)

Fonte: Português - Contexto, Interlocução e Sentido | Editora Moderna Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...