terça-feira, 14 de outubro de 2014

Aula sobre coerência

Leia o texto a seguir e responda às questões propostas:

“João Carlos vivia em uma pequena casa construída no alto de uma colina, cuja frente dava para leste. Desde o pé da colina se espalhava em todas as direções, até o horizonte, uma planície coberta de areia. Na noite em que completava trinta anos, João, sentado nos degraus da escada colocada à frente de sua casa, olhava o sol poente e observava como a sua sombra ia diminuindo no caminho coberto de grama. De repente, viu um cavalo que descia para sua casa. As árvores e as folhagens não o permitiam ver distintamente; entretanto observou que o cavalo era manco. Ao olhar de mais perto verificou que o visitante era seu filho Guilherme, que a vinte anos tinha partido para alistar-se no exército, e, em todo esse tempo, não havia dado sinal de vida. Guilherme, ao ver seu pai, desmontou imediatamente, correu até ele, lançando-se nos seus braços e começando a chorar” (KOCH & TRAVAGLIA, 2003).

Exercícios:
1.O  texto acima é coerente, ou seja, tem sentido?

2.Quais são os problemas que você encontrou no texto? Enumere esses problemas e justifique-os.

3.O texto em estudo foi produzido numa situação escolar. Levando em conta os tipos de incoerência do texto, responda: A que causas podemos atribuir algumas dessas incoerências?

domingo, 13 de julho de 2014

Atividade a partir de um texto sobre as diferenças de investimentos no futebol alemão e brasileiro

Atividade para aula de língua portuguesa a partir de um texto de Rodrigo Mattos sobre as diferenças de investimentos na base do futebol alemão e brasileiro 

Federação alemã bancou 1387 campos de futebol; CBF, só três


Sob a gestão de José Maria Marin, a CBF reformou três campos de futebol, os da Granja Comary. Na administração de Ricardo Teixeira, não se gastava neste quesito. Em sua revolução no futebol germânico, a Federação de Futebol Alemã investiu na construção de 1387 gramados pelo país nos últimos dez anos, principalmente para a formação de jogadores. (...)
A CBF não gastou nada neste item. Questionado porque não botar dinheiro em campo, no lançamento do programa da Fifa, Marin disse que “seria uma boa ideia'' e iria pensar nisso.
A receita da CBF, em 2013, foi de R$ 436 milhões. No total, em dois anos de Marin, só houve investimento em desenvolvimento no futebol de 12% da receita, com organização de campeonatos. Não há gastos registrados em estrutura do futebol: a Granja Comary foi feita em 2014. Em compensação, 42% são gastos com itens de burocracia, de pessoal à administração.
A federação alemã investiu R$ 75 milhões só no seu programa para crianças no futebol. Isso incluiu a construção de 1000 mini-campos pelo país em escolas, incluindo kits com bolas, uniformes e outros equipamentos. As 20 mil crianças estão sob a tutela de treinadores formados pela federação.
Outros R$ 30 milhões foram gastos com centros de treinamento de formação para adolescentes, em um total de 387 campos. São 14 mil adolescentes neste programa, que é mais voltado para a formação de talentos.
A federação ainda criou campeonatos juniores no país, o que só acontece esporadicamente no Brasil em períodos curtos. Até agora a CBF não anunciou nenhum projeto de investimento na base do Mundial.
(Blog do Rodrigo Mattos – Portal Uol)

Exercícios:
1. A que gênero textual percente esse texto?
a) relatório  b) notícia c) reportagem d) manifesto

2. Qual o assunto desse texto?

3. A que conclusões o leitor pode chegar com a leitura desse texto?

4. No trecho “A receita da CBF, em 2013, foi de R$ 436 milhões. Em compensação, 42% são gastos com itens de burocracia, de pessoal à administração”, tais números nos levam a ter que tipo de sentimento? Explique sua resposta.

5. No 4º e 5º parágrafos, o texto informa que a Federação de Futebol Alemão investe muito em programas de futebol para 20 mil crianças e 15 mil adolescentes. Quais benefícios sociais vocês acredita que teriam os jovens brasileiros com esses investimentos? Cite ao menos três.

6. Em sua opinião, as crianças e os adolescentes encontram muitas oportunidades para a prática de esportes com estrutura e orientação técnica adequada na nossa cidade? Comente.    

sábado, 5 de julho de 2014

Atividade a partir do texto "Futebol e tecnologia", de Ana Fukui

Atividade para aula de língua portuguesa a partir do texto "Futebol e tecnologia", de Ana Fukui, com exercícios de interpretação de texto.

Futebol e tecnologia
Ana Fukui

No meu tempo de criança - e nisso lá se vão mais de 30 anos! - a novidade para a Copa do Mundo era comprar uma TV em cores! Isso mesmo: televisão, para a maioria dos mortais, era só em preto e branco. Colorida? Só para os "magnatas".

Mesmo em cores, lá pelos idos de 1982, o jogo era transmitido com uma imagem fixa do campo. Nada de exibir vários ângulos do gol, de reexaminar a imagem de uma jogada duvidosa. E ver a expressão dos jogadores, então? Naquela época, nem pensar! Hoje, contamos até com a tal da Spidercam, que, com quilômetros de cabos instalados nos estádios, permite que vejamos, no conforto de nossas casas e em tempo real, muitos e muitos ângulos de qualquer lance.

Quem vai aos estádios, no entanto, não fica de fora dos privilégios e dos confortos que a tecnologia nos traz: ela deixa tudo  mais seguro para os torcedores, para os juízes e para os jogadores. Afinal, torcer tem de ser divertido e não perigoso, certo?

Aos mais esquentadinhos de plantão, o recado é direto: os estádios a serem (re) inaugurados para a Copa contarão com monitoramento permanente e câmeras de vigilância que permitem identificar as pessoas que possam criar conflitos. Por exemplo, na Arena Fonte Nova,  na Bahia, são 227 câmeras instaladas em pontos estratégicos! É muito olho eletrônico, não é?

Com tanto fio e energia elétrica consumida na iluminação e no funcionamento dos equipamentos, é quase obrigatório pensar em formas alternativas de se gerar energia. Assim, a maior parte das arenas terão células fotovoltaicas para a transformação de energia luminosa em energia elétrica. O que sobra é usado pelas casas ao redor dos estádios.

Da próxima vez em que assistir a um jogo, procure reparar não só na movimentação dos atletas, mas também observe, com verdadeiros olhos de lince, as tecnologias que permitem todo o espetáculo. Boa Copa!

Exercícios:

1. A que gênero textual pertence esse texto?

2. O texto em questão apresenta-nos uma resposta para uma dúvida da ciência. Que dúvida é essa?

2. Há 30 anos, segundo a autora, qual era a novidade da tecnologia para se assistir à Copa do Mundo? Por quê?

3. O que a autora sugere ao usar a expressão “para a maioria dos mortais”?

4. Quem eram os “magnatas” a que a autora se refere?

5. O que a Spidercam proporciona hoje aos telespectadores dos jogos da Copa?

6. De que forma a tecnologia pode auxiliar os torcedores que vão aos estádios?

Referência: http://atividadeslinguaportuguesa.blogspot.com.br/

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Proposta de Redação "O show de educação da torcida japonesa na Copa do Mundo"

Atividade para aula de língua portuguesa / produção textual para estudantes que pretendem se preparar melhor para o ENEM.

Analise a foto abaixo e leia o texto referente a ela. Em seguida, elabore um texto dissertativo sobre o tema "O que podemos aprender com a educação demonstrada pelos japoneses?":

Torcedores do Japão dão show de educação e limpam estádio após jogo
Japoneses juntaram e ensacaram o lixo produzido durante a festa nas arquibancadas
Torcida do Japão limpa a Arena Pernambuco
A derrota para a Costa do Marfim, por 2 a 1, na estreia da Copa do Mundo, neste último sábado, não deixou os torcedores japoneses contentes. Apesar disso, a torcida nipônica deu um show de educação e civilidade após o apito final na Arena Pernambuco, no Recife: alguns ajudaram a coletar e ensacar o lixo produzido por eles durante a festa nas arquibancadas. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Atividade para Copa do Mundo com o conto "O dono da bola", de Ruth Rocha


Atividade para aula de língua portuguesa/literatura a partir da leitura e interpretação do conto "O dono da bola", de Ruth Rocha

Leia o conto abaixo:

"O dono da bola", Ruth Rocha

O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
– Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
– Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo...
– Espírito esportivo, nada! – berrava Caloca. – E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
– Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
– Se eu não for o capitão do time, vou embora!
– Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
– Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.
Carlos Alberto pulou, vermelhinho de raiva:
– A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!
– Pois é isso mesmo! – disse o Beto, zangado. – É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!
– Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.
 E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.
Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.
Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.
– Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.
Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.
E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:
– Viva o Estrela-d’Alva Futebol Clube!
– Viva!       
– Viva o Catapimba!
– Viva!
– Viva o Carlos Alberto!
– Viva!
Então o Carlos Alberto gritou:
– Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!

# Exercícios:
1) Quem é o protagonista, isto é, o personagem principal da história?

2) Quem narra a história participa dela ou não?

3) Carlos Alberto costumava fazer chantagem e impor condições para emprestar sua bola de couro. Comprove a afirmação com uma frase retirada do texto.

4) Qual era a finalidade da reunião que Catapimba, o secretário do time, resolveu fazer?

5) Qual era o nome do time?

6) Ao final, o time saiu campeão. Se Carlos Alberto tivesse continuado com o mesmo comportamento de antes, tu achas que o time sairia vitorioso? Justifique sua resposta.

7) Relacione as ações às reações dos personagens:
(1)  O juiz marca falta.
(2)  Catapimba fez uma reunião para resolver o problema.
(3)  Caloca se arrepende e pede para voltar ao time.
(4)  O time conquista a vitória no campeonato.

(     ) Caloca retira-se do time, isolando-se dos colegas.
(     ) Todos se abraçam e gritam “viva”.
(     ) Caloca grita: “Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!”
(     ) Os colegas recebem Caloca de volta ao time.

8) Carlos Alberto apresenta características diferentes no decorrer dos três momentos da narrativa. Faça a devida associação:
(1)   1° momento     (2)   2° momento     (3)   3° momento

(     ) solitário          (     ) briguento          (     ) cooperativo
(     ) egoísta           (     ) zangado            (     ) arrependido
(     ) chantagista      (     ) amigável           (     ) encrenqueiro

9. Relacione o tema da história do texto com o fato de a Copa do Mundo de futebol neste ano ser realizada no Brasil. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 25 de maio de 2014

Análise da música "Brazuca", de Gabriel O Pensador - Aula especial para Copa Mundo 2014

Atividade de aula de português para o período de Copa do Mundo, a partir da letra da música "Brazuca", de Gabriel O Pensador, com exercícios de interpretação de texto.

Leia a música "Brazuca", de Gabriel - O Pensador, e responda as questões que seguem:

Futebol? futebol não se aprende na escola
No país do futebol o sol nasce para todos mas só brilha para poucos e brilhou pela janela do barraco da favela onde morava esse garoto chamado Brazuca
Que não tinha nem comida na panela mas fazia embaixada na canela e deixava a galera maluca
Era novo e já diziam que era o novo Pelé
Que fazia o que queria com uma bola no pé
Que cobrava falta bem melhor que o Zico e o Maradona e que driblava bem melhor que o mané, pois é
E o Brazuca cresceu, despertando o interesse em empresários e a inveja nos otários
Inclusive em seu irmão que tem um poster do Romário no armário
Mas joga bola mal pra caralho
O nome dele é Zé Batalha
E desde pequeno ele trabalha pra ganhar uma migalha que alimenta sua mãe e o seu irmão mais novo
Nenhum dos dois estudou porque não existe educação pro povo no país do futebol
Futebol não se aprende na escola
É por isso que Brazuca é bom de bola

Brazuca é bom de bola
Brazuca deita e rola
Zé Batalha só trabalha
Zé Batalha só se esfola
Chega de levar porrada
A canela tá inchada e o juiz não vê
Chega dessa marmelada
A camisa tá suada de tanto correr
Chega de bola quadrada
Essa regra tá errada, vâmo refazer
Chega de levar porrada
A galera tá cansada de perder

No país do futebol quase tudo vai mal
Mas Brazuca é bom de bola, já virou profissional
Campeão estadual, campeão brasileiro
Foi jogar na seleção, conheceu o mundo inteiro
E o mundo inteiro conheceu Brazuca com a dez
Comandando na meiúca como quem joga sinuca com os pés
Com calma, com classe, sem errar um passe
O que fez com que seu passe também se valorizasse
E hoje ele é o craque mais bem pago da Europa
Capitão da seleção, tá lá na copa
Enquanto o seu irmão, Zé Batalha, e todo o seu povão, a gentalhada favela de onde veio, só trabalha
Suando a camisa, jogado pra escanteio
Tentando construir uma jogada mais bonita do que a grama que carrega na marmita
Contundido de tanto apanhar
Confundido com bandido
Impedido
Pode parar!!
Sem reclamar pra não levar cartão vermelho
Zé Batalha sob a mira da metralha de joelhos
Tentando se explicar com um revólver na nuca:
Eu sou trabalhador, sou irmão do Brazuca!
Ele reza, prende a respiração
E lá na copa, pênalti a favor da seleção
Bola no lugar, Brazuca vai bater
Dedo no gatilho, Zé Batalha vai morrer
Juiz apitou… tudo como tinha que ser:
Tá lá mais um gol e o brasil é campeão
Tá lá mais um corpo estendido no chão

Refrão

O país ficou feliz depois daquele gol
Todo mundo satisfeito, todo mundo se abraçou
Muita gente até chorou com a comemoração
Orgulho de viver nesse país campeão
E na favela, no dia seguinte, ninguém trabalha
É o dia de enterrar o que sobrou do Zé Batalha
Mas não tem ninguém pra carregar o corpo
Nem pra fazer uma oração pelo morto
Tá todo mundo com a bandeira na mão esperando a seleção no aeroporto
É campeão da hipocrisia, da violência, da humilhação
É campeão da ignorância, do desespero, desnutrição
É campeão da covardia e da miséria, corrupção
É campeão do abandono, da fome e da prostituição

# Exercício:
1. A letra da música “Brazuca” faz um retrato do contexto social do nosso país. Afinal, que problemas sociais são levantados na música?

2. Com que intenção o autor da música apresenta esses problemas sociais?

3. Como você interpreta o verso “o sol nasce para todos mas só brilha para poucos”?

4. Levante hipóteses: Por que o autor da música optou por escrever com “z” o nome do personagem Brazuca?

5. Assim como o nome do personagem da música, a bola oficial da Copa do Mundo de 2014 também se chama “brazuca”. Na sua opinião, existe alguma relação entre o personagem com a bola? Explique sua resposta.

6. A letra faz um paralelo entre dois mundos diferentes – um do jogador de futebol e o outro do trabalhador comum. A partir da letra, enumere as diferenças entre esses mundos.

7. Apesar da música “Brazuca” ter sido gravada em 1999, o contexto constatado nela pode ser comparado ao momento atual do Brasil - próximo de sediar uma Copa do Mundo? Explique sua resposta.

8. Reescreva um ou mais versos da música, os quais te chamou a atenção e, depois, faça um comentário sobre.
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sábado, 24 de maio de 2014

Aula especial para a Copa do Mundo - Análise da música "Bola de meia, bola de gude"

Aula de língua portuguesa para o período de Copa do Mundo, a partir da análise e interpretação da música "Bola de meia, bola de gude", de Milton Nascimento.

Bola de meia, bola de gude
Há um menino,
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão

Há um passado
No meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão

E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero
Viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal

Bola de meia, bola de gude
O solitário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão

Há um menino,
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem pra me dar a mão.


NASCIMENTO, Milton

1) O “eu poético” é um adulto que diz ter uma criança habitando seu coração. Em que momento da vida do adulto a criança se faz presente?

2) Que referências do texto dizem respeito ao mundo da criança?

3) Releia estes versos: “Há um passado no meu presente/ Um sol bem quente lá no meu quintal”.
a) Como você explica a expressão destacada?
b) Com base nesse raciocínio, qual o significado do segundo verso?

4) O “eu poético” diz: “Pois não posso, não devo, não quero / Viver como toda essa gente insiste em viver”.
a) Quem é “essa gente” a quem ele se refere?
b) Ao dizer “não posso, não devo, não quero”, o “eu poético” assume uma atitude diante das coisas que ele considera erradas. Como ele quer viver?

5) O que o menino representa para o adulto nessa canção?

6) Pode-se dizer que o menino também representa para o adulto um amigo, aquele em quem ele busca apoio em sua caminhada pela vida? Explique.

7) O texto uso uma paixão do brasileiro (o futebol) para se expressar? Por que razão ele faz tal referência? Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...