quinta-feira, 20 de julho de 2017

Dicas simples sobre o uso dos "porquês"


A língua portuguesa é repleta de palavras que muitas vezes fazem com que o falante fique em situação difícil. Uma das dúvidas mais frequentes é em relação ao uso dos porquês. São tantas possibilidades que muitos não sabem por qual caminho seguir. Para que esses problemas sejam solucionados, é importante atentar para algumas questões:

1. O porquê pode ser usado em frases interrogativas;
2. Pode introduzir uma oração coordenada explicativa;
3. Pode introduzir uma oração subordinada causal;
4. Pode ser uma palavra substantivada, ou seja, não é um substantivo, mas, em determinado contexto, funciona como tal. Quando isso ocorre, recebe a “companhia” do artigo ou de um pronome.

Sempre que houver a necessidade de usar o porquê, a primeira preocupação deve ser em descobrir que função será exercida por ele. A partir disso, as regras devem ser lembradas. Acompanhe-as:

 O porquê interrogativo deve ser grafado separado, veja o exemplo: Por que não fez a tarefa?  Atente para o fato de que, nesse caso, é possível substituir o porquê pela expressão “por qual razão”.  Já no enunciado: Estudamos por que um dia o futuro será melhor, é possível substitui-lo pela expressão “para que”. Ainda é possível substituir o porquê pela expressão “pelo(a) qual” e suas variações:  A vitória por que lutamos chegará.
          
 O porquê explicativo ou causal, popularmente conhecido como o porquê de resposta, deve ser escrito todo junto, mas sem acento. Nesse caso, indicará uma explicação, equivalendo à conjunção “pois”; ou uma causa, representando a conjunção “como”. Veja o exemplo: “A situação se agravou, porque o custo de vida aumentou.”

Quando for substantivado deve ser escrito junto, mas deve ser acentuado. Para saber quando utilizá-lo, basta prestar atenção aos seus acompanhantes, se for artigo ou pronome, então, pode acentuá-lo, e não esqueça que nesse caso o “porquê” não se separa.

Alguns devem estar se perguntando, mas quando o porquê deve ser escrito separado e com acento? Sempre que o porquê aparecer no final de frases interrogativas (diretas – quando há a presença da interrogação –, ou indiretas – quando a pergunta fica implícita).    

Resumindo:

Porque (junto) – usado para frases afirmativas (explicativas ou causais);
Por que (separado) – em frases interrogativas ou quando pode ser substituído por “pelo qual” e suas variações;
Por  quê (separado e com acento) – no final de frase interrogativa.
Porquê (junto e com acento) – quando for uma palavra substantivada.

Fonte: portugues.uol.com.br

terça-feira, 18 de julho de 2017

Cinco dicas simples sobre o uso da crase


Para começar, uma pergunta importante: Você sabe o que é crase?

Com origem na Grécia, a palavra crase significa mistura ou fusão. Na língua portuguesa, a crase indica a contração de duas vogais idênticas, mais precisamente, a fusão da preposição a com o artigo feminino a e com o a do início de pronomes. Sempre que houver a fusão desses elementos, o fenômeno será indicado por intermédio da presença do acento grave, também chamado de acento indicador de crase.

Para usar corretamente o acento indicador de crase, é necessário compreender as situações de uso nas quais o fenômeno está envolvido. Aprender a colocar o acento depende, sobretudo, da verificação da ocorrência simultânea de uma preposição e um artigo ou pronome. Acompanhe a seguir cinco dicas simples sobre o uso da crase que vão eliminar de vez as suas dúvidas sobre quando e como empregar o acento grave. Atenção e bons estudos!

Cinco dicas simples sobre o uso da crase:

A crase nada mais é do que a fusão da preposição “a” com o artigo feminino “a”, por isso ela não ocorre antes de substantivos masculinos
A crase nada mais é do que a fusão da preposição “a” com o artigo feminino “a”, por isso ela não ocorre antes de substantivos masculinos

1. A crase deve ser empregada apenas diante de palavras femininas: Essa é a regra básica para quem quer aprender mais sobre o uso da crase. Apesar de ser a mais conhecida, não é a única, mas saber que – salvo exceções – a crase não acontece antes de palavras masculinas já ajuda bastante! Caso você fique em dúvida sobre quando utilizar o acento grave, substitua a palavra feminina por uma masculina: se o “a” virar “ao”, ele receberá o acento grave. Veja só um exemplo:

As amigas foram à confraternização de final de ano da empresa.

Substitua a palavra “confraternização” pela palavra “encontro”:

As amigas foram ao encontro de final de ano da empresa.

2. Lembre-se de utilizar a crase em expressões que indiquem hora: Antes de locuções indicativas de horas, empregue o acento grave. Observe:

Às três horas começaremos a estudar.

A partida de futebol terá início às 17h.

Ele esteve aqui às 8h, mas foi embora porque não te encontrou.

Mas quando as horas estiverem antecedidas das preposições para, desde e até, naturalmente o artigo não receberá o acento indicador de crase. Observe:

Ele decidiu ir embora, pois estava esperando desde as 10h.

Marcaram o encontro no restaurante para as 20h.

Fique tranquilo, eu estarei no trabalho até as 9h.

3. Antes de locuções adverbiais femininas que expressam ideia de tempo, lugar e modo. Observe os exemplos:

Às vezes chegamos mais cedo à escola.

Ele terminou a prova às pressas, pois já passava do horário.

4. A crase, na maioria das vezes, não ocorre antes de palavra masculina: Isso acontece porque antes de palavra masculina não ocorre o artigo “a”, indicador do gênero feminino:

O pagamento das dívidas foi feito a prazo.

Os primos foram para a fazenda andar a cavalo.

Tempere com pimenta e sal a gosto.

Eles viajaram a bordo de uma aeronave moderna.

Marcos foi a pé para o escritório.

Existe um caso em que o acento indicador de crase pode surgir antes de uma palavra masculina. Isso acontecerá quando a expressão “à moda de” estiver implícita na frase. Observe o exemplo:

Ele cantou a canção à Roberto Carlos. (Ele cantou a canção à moda de Roberto Carlos).

Ele fez um gol à Pele. (Ele fez um gol à moda de Pelé).

Ele comprou sapatos à Luís XV. (Ele comprou sapatos à moda de Luís XV).

5. Casos em que a crase é opcional:

→ Antes dos pronomes possessivos femininos minha, tua, nossa etc.: Nesses casos, o uso do artigo antes do pronome é opcional. Observe:

Eu devo satisfações à minha mãe ou Eu devo satisfações a minha mãe.

→ Antes de substantivos femininos próprios: Vale lembrar que, antes de nomes próprios femininos, o uso da crase é opcional, até porque o artigo antes do nome não é obrigatório. Observe:

Carlos fez um pedido à Mariana.

Ou

Carlos fez um pedido a Mariana.

→ Depois da palavra até: Se depois da preposição até houver uma palavra feminina que admita artigo, a crase será opcional. Observe:

Os amigos foram até à praça General Osório.

ou

Os amigos foram até a praça General Osório.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Os 7 pecados capitais para não cometer numa redação


Escrever ou não escrever: eis a questão! Para muitos, redigir um texto é um verdadeiro sacrifício, pois, não bastasse a dificuldade para organizar as ideias, ainda é preciso ficar atento às inúmeras regras gramaticais. Pois bem, isso é verdade, mas para ajudar você a livrar-se dos incômodos erros que ferem a gramática normativa, o sítio de Português preparou uma lista com os temidos sete pecados gramaticais.

Se fôssemos elaborar um manual com os erros mais graves, teríamos assunto para muitos outros artigos. Aqui não estão todas as “derrapadas linguísticas”, mas elencamos para você algumas dúvidas bem habituais, além de possíveis soluções que vão transformar a escrita em um exercício prazeroso. Atenção às dicas:

Os sete pecados gramaticais

Ѽ 1 - Uso da Crase: Não se preocupe, você não é o único que sofre quando o assunto é CRASE. Saber que a crase nada mais é do que a fusão da preposição “a” com o artigo “a” ajuda em muito, afinal de contas, o A só levará o sinal se houver a obrigatoriedade da preposição e do artigo ao mesmo tempo: Os alunos vão à escola. (Quem vai, vai A algum lugar, e o substantivo escola pede o artigo A, portanto, ocorrerá o fenônemo da fusão dos dois “As”).

Ѽ 2 - Emprego da vírgula: Não se engane, a vírgula não é um sinal gráfico que pode ser empregado aleatoriamente dentro de um texto. Quando mal empregada, ela pode ocasionar alterações de sentido, comprometendo a inteligibilidade e a compreensão de sua redação. Existem algumas situações em que seu uso é obrigatório: na existência de um vocativo, aposto explicativo, quando o predicativo está deslocado na frase, entre outras. Uma leitura cuidadosa do seu texto poderá indicar a necessidade – ou não – do uso da vírgula.

Ѽ 3 - Mas x mais: Duelo desnecessário, mesmo porque é fácil identificar quando cada um dos termos em questão deve ser utilizado. Emprega-se o “mas” quando houver relação de oposição e contrariedade. O “mais” deve ser utilizado como advérbio de intensidade: Eu gostaria de viajar mais vezes, mas tenho pouco tempo e pouco dinheiro. (Mas = contrariedade/oposição e mais = advérbio de intensidade).

Ѽ 4 - Aonde x onde: Não deixe que esse clássico dos erros gramaticais gere ainda mais dúvidas: “aonde” deve ser utilizado com os verbos que indicam movimento e que exigem a preposição “a”, enquanto “onde” expressa ideia de lugar fixo. Aonde os alunos foram? Onde eles gostam de estar, na escola!

Ѽ 5 - Palavras homônimas: Chamamos de homônimas as palavras que apresentam a mesma estrutura fonológica, os mesmos fonemas, a mesma acentuação e ainda assim apresentam significados completamente divergentes! O bom leitor saberá quando e como usar as palavras homônimas, já que o contexto será fundamental para a compreensão do texto. São Francisco de Assis e Santa Clara são os santos mais populares da Itália.

Ѽ 6 - Verbo “haver”: Não tem nada a ver você confundir o verbo “haver”, pelo menos não a partir de agora! Apesar de ser pouco usado na modalidade oral (costumamos substituí-lo pelo verbo “ter”), o verbo em questão deve ser empregado sem medo na modalidade escrita, pois ele confere maior formalidade a um texto. Se ele fizer a substituição perfeita do verbo “ter”, então o uso está liberado. Lembre-se: “haver” com “H”, sempre!

Ѽ 7 - Nosso último pecado gramatical é... Mim x Eu. Não, não vamos entrar em confronto, nada disso, a ideia é fazer você entender que “mim” não poderá ser utilizado para cumprir a função de sujeito, mesmo porque mim não faz nada, muito menos antes de um verbo! Nesse caso, empregue o pronome pessoal do caso reto “eu” e acerte na mosca! Bons estudos!

Fonte: portugues.uol.com.br

sábado, 8 de julho de 2017

5 dicas para tornar impessoal a linguagem dos seus textos



Impessoalização da linguagem

Técnica de redação muito utilizada nas dissertações argumentativas, a impessoalização da linguagem ajuda a eliminar marcas de subjetividade em uma redação.

Você já deve saber que o tipo textual mais cobrado nas redações de concursos e vestibulares em todo o país é a dissertação argumentativa. O texto dissertativo-argumentativo exige que o estudante construa e defenda seu ponto de vista, apresente uma tese inicial e desenvolva argumentos que comprovem o seu principal ponto de vista. Embora esse tipo textual possa ser fundamentado em opiniões pessoais, ele não deve apresentar marcas de pessoalidade. Não entendeu? Vamos explicar para você.

Os textos formais exigem a impessoalização da linguagem. Isso significa que, às vezes, é necessário omitir os agentes do discurso para ocultar nossa opinião pessoal e as diversas vozes que compõem um texto. Imagine que você precise discorrer sobre a pena de morte. Imagine também que você seja contra esse tipo de punição. Para apresentar seus argumentos contrários à pena de morte, você não precisa redigi-los na primeira pessoa, ou seja, “Eu”. Períodos como Eu não acho que a pena de morte seja a solução contra a criminalidade, acredito que investir em educação e diminuir a desigualdade social são as melhores saídas contra a violência que assola o país podem ser construídos da seguinte maneira: A pena de morte não é a solução contra a criminalidade; investir em educação e na diminuição da desigualdade social são as melhores saídas contra a violência que assola o país. Percebeu que os elementos Eu acho que e acredito foram eliminados? Uma pequena adaptação que, além de atenuar a dialogia no período, contribuiu para uma posição impessoal frente ao assunto “pena de morte”.

Para ajudar na adequação da linguagem nos textos do tipo dissertativo-argumentativo, o sítio de Português traz cinco dicas de redação sobre a impessoalização do discurso. Saiba agora mesmo como isso pode ser feito sem prejudicar a construção de sentidos de seu texto. Boa leitura e bons estudos!

Como impessoalizar a linguagem do texto dissertativo-argumentativo?

► Dica 1: Coloque o sujeito no plural para generalizá-lo:

Evite construir o discurso na primeira pessoa do singular (eu) e adote o uso da primeira pessoa e da terceira pessoa do plural (nós e eles). Dessa maneira, você evitará elementos que possam atribuir marcas de subjetividade em seu texto. Veja o exemplo:

Analisados os fatos, concluímos que... (em vez de concluí que).

Por meio de nossas ideias, procuramos demonstrar que (em vez de por meio de minhas ideias, procurei demonstar que).

► Dica 2: Oculte o agente:

Para neutralizar o discurso e deixá-lo mais objetivo, opte, sempre que possível, por ocultar o agente. Isso pode ser feito por meio de expressões como é importante, é preciso, é indispensável, é urgente, já que elas não revelam o autor da ação:

É preciso tomar decisões para coibir a criminalidade.

É indispensável que as autoridades esclareçam os recentes casos de corrupção no país.

► Dica 3: Uso gramatical do sujeito indeterminado:

Não quer que o leitor identifique com exatidão quem é o agente da ação? Basta fazer uso gramatical do sujeito indeterminado. Essa técnica pode ser utilizada quando, por acaso, surgir alguma informação sobre a qual você desconheça a exata procedência. Observe:

Aprende-se na escola a importância da leitura.

Acreditava-se que os militares instituiriam a ordem e o progresso no país.

Fala-se muito sobre a diminuição da maioridade penal.

► Dica 4: Opte por um agente inanimado:

Outra maneira eficiente para impessoalizar a linguagem do texto é optar por um agente inanimado. Dessa maneira, a responsabilidade em relação à ação será diluída. Veja os exemplos:

A diretoria da empresa elegeu um novo coordenador executivo.

Os deputados votaram um projeto de lei que vai de encontro aos interesses da população.

As autoridades competentes devem garantir ao cidadão o direito de ir e vir.

► Dica 5: Uso da voz passiva:

Na voz passiva, o sujeito da oração torna-se paciente, isto é, ele sofre a ação expressa pelo fato verbal. Empregá-la é um recurso que contribui para a impessoalização da linguagem, já que na voz passiva o sujeito poderá estar oculto. Observe os exemplos:

As novas descobertas sobre a cura para o câncer foram realizadas em centros de estudo nos Estados Unidos.

Está sendo comprovada a importância da escrita à mão no processo de aprendizado.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Atividade sobre artigo de opinião - Tema "segurança pública"



Leia o artigo de opinião "Fácil assim?", de Samy Santos:

                “A polícia quando quer, faz”. Por trás dessa máxima se esconde o senso comum, falta de pessoal e estrutura adequada para coibir a criminalidade. A expressão do primeiro período desse texto já está “consagrada” no meio social, visto que parte considerável da população só vê a polícia como uma Instituição corrupta e inoperante.
            Esse debate volta à tona em razão dos acontecimentos recentes. O delegado de Camaçari, Cleiton Silva, foi morto numa tentativa de assalto, e em menos de 12 horas todos os bandidos que participaram do crime já haviam sido presos.
            O Estado brasileiro não oferece condições adequadas de trabalho aos policiais, uma vez que não há pessoal suficiente, treinamento rigoroso, faltam viaturas, apoio logístico, armamento e todo aparato responsável em oportunizar uma atuação mais competente e eficaz. Assim, é no mínimo incoerente exigir tanto da polícia brasileira.
            Não é objetivo desta discussão, no entanto, mascarar e tampouco esconder falhas da polícia que independem da falta de condições de trabalho ofertadas pelo Estado, como abuso de autoridade, corrupção, atividades ilícitas ou violência gratuita, mas o de enfatizar que há sérias razões que impedem e limitam o trabalho da polícia brasileira.
            Nesse ínterim, surge o questionamento: por qual razão a polícia consegue dar resposta rápida a criminalidade apenas em alguns casos? Como a falta de estrutura é singular na Instituição, sempre se acaba dando prioridade a alguns casos, tal prioridade é mais notável em crimes cometidos contra policiais, autoridades, pessoas de representatividade social ou ainda que causam grande comoção popular.
            Dessa forma, o foco da discussão deveria ser outro. A questão a ser discutida não é, certamente, a resposta rápida que a polícia tem dado em alguns casos, porém a implementação de medidas que possibilite que tal Instituição aja sempre de forma rápida e eficiente.
            A violência alcançou níveis insustentáveis no Brasil, e os crimes cometidos não fazem acepção de pessoa, religião, etnia, gênero ou conta bancária. É preciso, então, que o Estado faça investimentos em áreas sensíveis, como segurança pública, saúde, educação, entretenimento, cultura, cidadania e emprego. As ações elencadas aqui não contribuirão apenas para amenizar a criminalidade, mas para elevar os níveis de desenvolvimento do país. É hora de avançar.

Posado in Atualidades, Coluna Samy Santos, Notícias, Polícia, Política |  Tags: Artigo de Opinião, Bahia, Samy, Violência na Bahia |  No Comments » http://www.noticiasdeipiau.com/tag/artigo-de-opiniao/

Proposta de Atividade

1)    Em um texto de opinião a “Tese” é a idéia defendida pelo autor. Qual alternativa resume a tese do autor Samy Santos?

a)    “A polícia quando quer faz.”;         b)    “Esse debate volta à tona em razão dos acontecimentos recentes;”
c)   “É hora de avançar;”                            d)     “É no mínimo incoerente exigir tanto da polícia brasileira.”

2)    Qual é o principal argumento do autor para sustentar sua tese?

a)    Crimes cometidos contra policiais, autoridades, pessoas de representatividade social, ou ainda que causam grande comoção popular;

b)    Implementação de medidas que possibilite que tal instituição aja de forma rápida e eficiente;

c)    É preciso investir na saúde;

d)    Após 12 horas todos os bandidos sempre são presos.

3)    De acordo com o autor quais os motivos que causam a violência?

a)    A falta de segurança pública, saúde, educação, entretenimento, cultura, cidadania e emprego;

b)    Pessoa com representatividade social;

c)    Não exigir muito da polícia brasileira;

d)    Falta de viaturas e armamento

4)    O texto “Fácil Assim?” pertence ao gênero artigo de opinião. A finalidade desse gênero é:

a)    Retratar fatos do cotidiano;

b)    Descrever aspectos da vida de pessoas conhecidas ( nome, idade, profissão, etc)

c)    Defender uma opinião, por meio de argumentos que convençam o leitor;

d)    Relatar os acontecimentos ocorridos durante o dia.

5)    No trecho “Não é objetivo desta discussão, no entanto, mascarar e tampouco esconder falhas da polícia que independem da falta de condições de trabalho “[...] Que efeito de sentido provoca a conjunção no entanto no texto?

a)    Contradição;       b)    Explicação;          c)    Conclusão;            d)    Adição.

6)    De acordo com a leitura do texto, podemos afirmar que a posição do autor em relação ao fato apresentado é:

a)    A polícia sempre resolve todos os problemas;

b)    A polícia, conforme a expressão utilizada “quando quer faz”;

c)    Defende a ideia
de uma alternativa diferente para solucionar os problemas;

d)    Pensa que não há solução para a corrupção na polícia.

Produção textual

1)    Escreva um texto de opinião abordando a violência na sua comunidade. Apresente as causas e sugestões para solução desse problema.

2)    Leia o seguinte fragmento da canção “Polícia” (Titãs)
  “polícia para quem precisa
   polícia para quem precisa de polícia?”

Observe que existe uma relação com o texto “Fácil assim?”, principalmente no trecho “ a polícia quando quer faz”. Dessa forma, produza um texto de opinião acerca do tema:
 Como é a ação da polícia em seu bairro?

Fonte: portucia.blogspot